“Não vim aqui pra ficar andando nesses brinquedos, então não me encha o saco.”

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“Não vim aqui pra ficar andando nesses brinquedos, então não me encha o saco.”
“Vai me dizer que tem medo de altura? Por favor, olha esse barco viking, nem é tão alto assim. Não me faça ir sozinha.”
Viktor estava andando, sozinho, pelas ruas de Olympia novamente. Tudo aquilo era tão novo para ele: os deuses, as criaturas, o fato dele ser um semideus. O Festival de Primavera parecia amigável, lembrava um festival mortal, caso aquele barco viking não estivesse ali e os deuses fossem considerados apenas mitos, e não fossem homenageados. O estágio de choque e negação já estava passando. Essa era sua nova vida: deuses, festivais para homenagear deuses, uma moeda estranha, espíritos da natureza, várias cópias do fauno Tumnus, poderes estranhos e uma lança que ele não sabe usar.
‘’Cristo, aonde eu vim me meter...’’, ele disse, ainda muito chocado, andando pelo centro da cidade, ‘’Isso não pode ser verdade. Eu quero voltar para casa.’’
eu sei que eu deveria estar lá fora admirando a natureza como bons sátiros fazem, mas eu prefiro estar aqui lendo livros enquanto ninguém aparece para ser atendido.
--- Eu te assustei? Porque era a intenção.
Luna regava sua pequena flor com cuidado, como sempre teve com qualquer uma de suas plantas. Sentia uma certa paz quando a terra sujava seus dígitos, quando regava suas plantas com cuidado para não molhar demais a terra e matar suas amadas flores. Depois de uma das meninas de sua faculdade ter irritado a ruiva ao ponto que a mesma quase bateu perdeu a cabeça, tudo que ela precisava era daquela paz que conseguia obter ao cuidar de seu amado jardim. Uma sombra se fez visível atrás dela, fazendo a Matthews logo notar que não estava mais sozinha, mesmo que a pessoa não estivesse em seu jardim e, na verdade, um pouco afastado da faixa que separava seu jardim da calçada. ❝ — São lindas, não acha? Parecem tão indefesas e puras, porém se você não tomar cuidado pode acabar machucado.. Ou até pior.❞ Um pequeno sorriso brilhou nos lábios vermelhos da filha de Prosérpina, que falava as palavras com os olhos vidrados na flor a sua frente, sem se importar momentaneamente com o fato de quem era sua companhia. ❝ — Eu costumo ver as flores como pessoas, não só porque consigo perfeitamente entender elas, mas porque elas são como muitas pessoas... Bela, pura e sedutora por fora, porém são cobras prontas para dar o bote a qualquer segundo se preciso.❞ A ruiva se virou calmamente, curiosa para descobrir quem era sua companhia, porém a identidade da outra pessoa continuou uma incógnita graças ao forte sol que atingiu seus olhos azuis e fez a pequena fechar eles rapidamente, virando-se novamente para observar a rosa vermelha. ❝ — Se puder se identificar, ficaria grata! O sol parece não desejar que eu lhe reconheça... Uma pena, pois eu adoraria saber quem é minha companhia.❞ Luna soltou um suspiro e deixou seus dígitos correrem pela terra úmida por alguns segundos antes de levantar os mesmos para deixar eles correrem pela rosa que cultivava com tanto apresso, esperando ansiosamente a resposta de sua pergunta.
será que existe uma empresa do tipo monstros s/a sendo que de monstros mitológicos?