1 a 3 de Moradrinion, 1866, Mordi a Yodi, Festival de Outono
Seguindo o seu caminho, os personagens percebem algumas peculiaridades dos pântano de Cá. Em primeiro lugar, direções e espaços parecem variar. Além disso, o próprio tempo e cenário também parecem se mover ao sabor das emoções deles. Por fim, o pântano varia constantemente entre cheia ou seca.
Na tarde do primeiro dia, durante uma cheia, os personagens encontram o que parece ser uma estalagem que parece capaz de se mover por conta própria pelo local, mas decidem não entrar. Já quase na noite do segundo dia, Jason tem sua perna cortada conforme eles andam pela água difícil de ver do pântano e eles descobrem que estão em uma espécie de campo de batalha. O nível sá apgua baixa e eles percebem que as armaduras dos soldados caídos nesse local parecem animadas, replicando seus movimentos. Eles usam desse artifício para “construir” um abridgo feito inteiramente de armaduras, e passam a noite no local.
No próximo dia eles encontram criaturas peculiares, vestidas de uma forma estrenha, com franjas que cobrem seus rostos e usando pernas de paus em suas pernas e braços para se movimentar pelo pântano, colhendo ovos de aves dos ninhos nas árvores mais altas e guardadno em cestos em suas costas. Klog conversa com eles, quando descobrem que se tratam de Hobgoblins, mas não conseguem informações novas de relevância.
Ainda nesse dia, os personagens, ao dormir, voltam par a realidade comuma de Izar.
Kassandra, Splinter e Isabel acordam ainda na estalagem onde haviam parado para descansar na noite anterior. Eles perguntam para a estalajadeira se há algum perigo na estrada a frente, mas ela fala somente sobre grandes pegadas de gigante, se dirigindo para os picos das montanhas, embora diga que não é uma visão tão estranha, já que de há fato a há comunidades dessas criaturas que vivem nessas regiões mais altas.
Seguindo viagem, os personagens de fato encontram as pegadas no começo da tarde, mas decidem não segui-las. Ao longo de sua viagem, se distanciam da estrada interna de Bala, na região mais habitada e se desviam para o caminho mais rápido, nos desfiladeiros nas montanhas a oeste. Eles passam ess anoite com tranquilidade e, na manhã do dia seguinte, algo bizarro a acontece. Um agaivota pousa na cebaça de Splinter, vomita uam garrafa e vai embora.
Nessa noite, as montanhas ficam cobertas com uam névoa tão grossa que é quase impossível ver até mesmo um palmo à frente. O dia seguinte começa da mesma forma, mas, com exímia habilidade, Splinter consegue manobrar a carruagem do grupo sem causar acidentes, mesmo com a visibilidade quase nula. À noite, a névoa se dissipa e os personagens dorme, despertando novamente em Cá.
Depois de acordar, o grupo segue viagem e, pouco tempo depois, encontram um caiaque abandonado em meio à lama.