Conheça mais de @tsu_ywn!
NOME: Shin Yewon. USER DO TWITTER: tsu_ywn DATA DE NASCIMENTO / IDADE: 15 de junho de 1994 / 25 anos. GÊNERO: Feminino. NACIONALIDADE: Coreia do Sul. ETNIA: Coreana. OCUPAÇÃO: Sous-Chef no Smallfry.
Residente em Shuiro desde 2001.
PERSONALIDADE Yewon é tipicamente um ser social e entusiasmada. Conversativa, mas não irritantemente faladora. Sempre têm algo interessante a dizer, na sua cabeça é totalmente interessante. Ela nunca está apenas tendo uma conversa chata sobre o clima; geralmente participa de conversas profundas sobre a vida, o universo e afins.
Yewon é totalmente ajustável. Ela está disposta a tentar qualquer coisa pelo menos uma vez. Ficará feliz em seguir qualquer plano e provavelmente planejar algumas aventuras divertidas. Ela também é muito flexível e capaz de mudar rapidamente. Planos estragados não estragam o dia dela; vai pensar em algo melhor para fazer.
Yewon pode ser excessivamente analítica, o que pode levar à indecisão. Não peça a ela para que escolha um local para jantar ou um filme da Netflix; vai sofrer por horas sobre o que escolher. Pode também ficar ansiosa ou nervosa ao tomar decisões, especialmente decisões importantes, como mudar-se ou mudar de carreira.
Ela pode ser um pouco impulsiva. Por ser tão flexível, pode mudar de idéia em um piscar de olhos. Essa característica pode levá-la a tomar decisões imprudentes e a fazer coisas superficiais. Yewon pode ficar tentada a comprar uma jaqueta de couro cara por diversão quando está lutando para pagar o aluguel.
Sua impulsividade também pode dificultar o alcance de seus objetivos. Yewon consegue perder facilmente o foco ou o interesse em suas tarefas e seguir para outra coisa.
PASSADO Shin Goeun sempre foi muito aplicada e inteligente, ao auge de seus vinte anos, a coreana era a favorita na academia de polícia. Em uma festa com os amigos ela acabou conhecendo Song Seokho: um rapaz estranhamente misterioso que possuía um charme devastador, o que fez com que ela aceitasse se casar ele apenas meses depois de seu romance ter tido início.
Somente após o primeiro ano de casamento, Goeun descobriu o motivo para que seu marido sempre tão doce e dedicado fosse também tão reservado e de certa forma distante. Seokho possuía a quantia absurda de dinheiro que sustentava a família porque era o chefe da maior máfia da Coreia do Sul. Com um grande número de homens à seu comando, liderava negócios de drogas e tinha a polícia e diversos políticos em suas mãos, inclusive conhecidos de Goeun. O homem justificou a mentira de tais fatos alegando querer proteger a mulher que amava e o filha que ela esperava, e somente por este motivo ela decidiu que não o deixaria, contando que ele deixasse essa vida de lado.
Shin Yewon viveu incríveis seis anos ao lado de sua família. Tinha uma mãe que mataria e morreria por ela, um pai que fazia de tudo para a proteger e ser presente e um irmão em que era grudada. Os mimos, a educação e o amor que foi lhe proporcionado supriam todas as necessidades, não havia nada que faltasse para si. E se faltasse, seus pais fariam questão de lhe dar, mesmo se fosse impossível de obter, pois para aquela garotinha o impossível era brincadeira de criança para os pais de primeira de viagem.
O que chamava a atenção de Seokho era como ela conseguia tirar dos outros tudo o que queria sem precisar levantar a voz ou fazer esforço. Com um sorriso no rosto ela tinha o poder de despedaçar qualquer um sem que a pessoa sequer se desse conta do que estava acontecendo, até mesmo porque não existia motivo algum para alguém ver maldade em uma criança de aparência tão doce e frágil. Tudo isso o fez apelidar a filha de “raposa”, sempre rindo ao contar para os amigos o quanto sua pequena era sorrateira, e foi assim que ele percebeu que sua filha iria dar continuidade ao seu trabalho quando a hora chegasse.
Iria, caso Goeun não tivesse ouvido a tal conversa.
Diversas vezes atrapalhara as investigações da polícia quando o assunto era a máfia do marido. Não queria que o homem fosse preso e deixasse os filhos crescer sem a presença do pai, até ouvir os planos de Seokho para um futuro em que Yewon estaria envolvida com tudo aquilo. Goeun, que acabara de iniciar sua carreira como investigador policial, cansada de insistir para que o marido saísse da vida do crime, tomou uma atitude que até hoje se arrepende: prendeu o próprio marido.
Uns diriam que ela não tem coração, mas ela sabe que fez isso por amor. O futuro de seus filhos era mais importante que um casamento que provavelmente não teria futuro. É o que Shin Goeun usa para se explicar e consolar-se.
Por conta da apreensão do mandante de uma máfia influente, Goeun ganhou muito prestígio em sua profissão. Com menos do dobro do tempo necessário, conseguiu conquistar o cargo que tanto queria: o de delegada. Obviamente, por mexer com uma máfia tão importante, ter prendido o chefe deles e ser uma "traidora", Goeun virou um alvo ambulante.
As ameaças de mortes eram constantes. E por mais que nunca delas citasse seus filhos, sabia que era algo que seria usado contra si se necessário. Sem alternativas, tivera que mandar os filhos para Tsushima, onde seus pais moravam e iriam cuidar deles até que tudo estivesse bem.
Yewon cresceu em Izuhara com seus avós e irmão. A simplicidade fazia parte do dia-a-dia do casal e a pequena tivera que se acostumar com isso e desacostumar-se a ter tudo o que queria. Seus avós lhe ensinaram a dar valor às coisas simples. O local era tão calmo e tranquilo que de início a coreana sentia falta do tumulto de Seoul. Foi difícil até se acostumar, mas a adaptação ficou ainda mais fácil com a amizade que, mal a pequena sabia, iria ser a mais importante da sua vida.
O pequeno Murata Ryuuji era seu completo oposto, mas ao mesmo tempo eram tão parecidos que soava estranho dizer isso em voz alta. Ryuuji sabia de cada detalhe da vida - não tão longa - de Yewon. Ajudava a garota em várias matérias em que tinha dificuldade e brincavam juntos todo fim de tarde. A realidade de ambos era totalmente diferente, então Yewon amava ouvir sobre todas as histórias do garoto e brincar com os jogos tecnológicos que ele tinha. Eram inseparáveis.
Entendia que sua mãe não podia ficar consigo por motivos maiores - as ameaças só foram contadas para si quando tinha idade suficiente para entender - e que seu pai estava bem longe para se recuperar. Mas era inevitável não indagar-se constantemente do motivo de Goeun lhe deixar tão facilmente. Sabia o quanto era amada e, questionava-se se tinha feito algo de errado para que não tivesse mais tanta atenção da mãe. Mesmo que Goeun fosse todo os finais de semana - que conseguia - para Tsushima.
Cresceu observando as maravilhas que as mãos enrugadas conseguiam fazer na cozinha. Era tão calma e precisa, tinha tanta paciência com cada prato que produzia. Amor e paciência, era o que ela dizia ser sua "fórmula secreta" sempre que a criança lhe indagava sobre que espécie de magia a senhora utilizava.
Seu avô era como um pai. Lhe ensinou tudo que sabia sobre as pessoas, como elas podiam ser traiçoeiras e como ela tinha que se impor caso tentassem fazer algo consigo. Claro que era algo estranho para se falar para uma criança de apenas seis anos, mas com o tempo Yewon foi absorvendo cada informação e entendendo o motivo da conversa. Aprendeu a ser uma grande observadora, assim como seu avô. Também aprendeu sobre as coisas inexplicáveis do universo. Conversavam bastante sobre o desconhecido, totalmente obcecados em descobrir a verdade sobre os mais diversos casos - mesmo que esses fossem extremamente raros na ilha.
Yewon era amada por seus avós, de corpo e alma. Cada partezinha de si era aceita por eles e quando viam algo que precisava ser repreendido, era com toda a calma do mundo.
Ao longo de sua infância e adolescência se interessou em diversas coisas como: pintura, filosofia, cogitou ser psicóloga, psiquiatra e até cirurgiã graças a Grey's Anatomy. Mas nada lhe deixava tão bem quanto quando estava cozinhando. Com toda certeza se morasse com seus pais, não teria aprendido a se virar em várias coisas e não teria explorado esse seu lado. Sempre foi muito boa e tinha uma tremenda facilidade em aprender receitas e até improvisar para criar pratos novos.
Não foi uma decisão fácil e nem esperada. Cozinhar era visto como apenas um hobby em sua família, mas tinha certeza que era a coisa certa.
Então, aos vinte anos sua rotina pacata mudou completamente. Passou em gastronomia em Seoul e, todos os dias ia e voltava da agitada Seoul para sua amada Tsushima. A rotina era pesada, muitas vezes não tinha forças para chegar em casa e tinha que dormir na casa de sua mãe. O que não lhe fez desistir foi as palavras de seu professor favorito: "Na arte abstrata de cozinhar, os ingredientes superam os aparelhos, a paixão substitui a experiência, a criatividade triunfa sobre a técnica, a espontaneidade inspira a invenção, e o vinho torna delicioso o pior desastre culinário.".
Aos vinte e dois anos formou-se em gastronomia, especializando-se em culinária japonesa e coreana.
PRESENTE Atualmente, a relação de Shin Yewon com sua mãe é a melhor possível. Tivera maturidade para entender o lado de Goeun e, como tudo que ela fizera foi para lhe proteger de um destino trágico. Mas, diferente do que sua mãe desejava, a coreana ia de quinze em quinze dias visitar Song Seokho. Queria entender ambos os lados da história e, com o tempo, também perdoou seu pai. O homem se mostrava arrependido por não ter escutado a ex-esposa. Contava sobre tudo que fazia e deixava de fazer, mas sempre deixando a entender que ainda morava em Seoul.
Yewon nunca foi muito boa em relacionamentos, mas assim que terminou sua especialização em culinária coreana, conheceu Gong Yohan. Era a definição perfeita de "bom partido". Seus planos eram de mudar-se para Seoul e começar uma vida nova com ele lá. Sua mãe lhe amava, os avós eram apaixonados por ele e tinha um futuro brilhante. Filho de um político famoso e muito bem intencionado. O único que não ia com a cara de Yohan era seu irmão.
Acabou acreditando na maioria. Devia ter escutado seu irmão.
O namoro não durou nem cinco meses. O motivo? Shin descobriu, em uma noite que dormiu na casa do namorado, coisas sobre a sua família e a empresa em que o Yohan trabalhava. O medo de continuar envolvida com filho de um corrupto e que ajudava na lavagem de dinheiro absurda fez com que a coreana largasse o "bom partido" sem dar explicações. Obviamente o homem perfeito foi atrás de sua donzela, que acabou soltando o real motivo para o término. Junto ao seu desespero por ter aberto a boca, veio uma nova ameaça: "Caso você conte isso para sua mãe, saiba que não vai ter ninguém da sua família para contar história.".
Yewon não contou para ninguém, mas Shin Goeun, agora delegada, começou a receber mais ameaças de morte. Várias citando o nome da filha, do filho, dos seus pais e até de amigos próximos da coreana.
Com medo e sem ter pra onde ir, Yewon mudou-se para Shuiro e seus avós continuam em Izuhara. Se recusaram a deixar toda a vida de lado para mudar-se por conta de algumas "ameaças bobas". Por mais que Shin soubesse que a ilha era pequena e fosse impossível se esconder ali, só voltou a dormir durante a noite quando saiu de onde Yohan sabia que ela morava.
Atualmente, em seus vinte e cinco aninhos, Shin Yewon mora com sua gatinha em uma casa minúscula em Shuiro. Alguns diriam cubículo, mas a mulher diz que é o suficiente. Sempre simplista, sequer se imagina em um lugar maior do que o necessário. A mesma mal cabe a mulher e a gatinha de estimação, Makki. Shin costuma dizer que a gata foi um presente dos céus, mesmo que fosse um presente de Ryuuji. Ela é sua alma gêmea, companheira para todas as horas. Nunca sentira um amor tão puro por um ser que não soubesse falar e lhe confortava de formas que nenhum humano fazia.
Largou seu emprego em um restaurante de renome em Seoul e agora trabalha como Sous-Chef no Smallfry.
Como não pode viver apenas de trabalho, Shin tem o costume de pedalar todas as manhãs e sair para a caminhar. É sua forma de focar suas energias em algo bom. Desenhar também é uma de suas paixões, por mais que não tenha tanto tempo como antes para o tal.
Não sabendo lidar muito bem com seus pensamentos auto depreciativos, crises de raiva e inseguranças - que lhe fazem beirar a insanidade às vezes. Essas que pioraram após as ameaças do ex namorado.
É muito vaidosa e ligada em moda, viciada em realitys e programas com a temática. Apesar de não ter muito dinheiro para o tal, suas economias acabam sendo gastas em roupas e acessórios.
FUTURO Por mais que muitos digam que ter largado seu emprego pra ser sous-chef em Tsushima seja uma grande burrice, Yewon quer continuar com a sua pacata vida em Shuiro, mesmo que não seja um futuro grandioso para uma futura Chef.
Seus planos são de ter um restaurante, mas aí chega a ser um futuro tão distante que a mulher nem consegue ver a sombra. Chegou a cogitar a ideia de começar vendendo apenas por delivery, mas em Tsushima seria o mesmo que dar um tiro no próprio pé e a coreana não é tão boa com a tecnologia ao ponto de começar algo assim.
Como ensinar é uma de suas paixões, pretende dar aulas para idosos, com ideias futuras para dar ensinar às crianças.
Tem planos para se mudar em breve, visto que quer uma qualidade de vida melhor para si. A casa que mora é muito pequena e fechada, com problemas constantes na parte hidráulica e elétrica.
Assim que conseguir estabilizar-se financeiramente, pretende adotar. O verdadeiro sonho de Yewon é ser mãe, mas gastar um bebê tá longe de ser algo que realmente queira fazer.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Pansexual. TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut. FACECLAIM: Jellabee, ulzzang/modelo.








