Conheça mais de tsu_doojoon!
NOME: Son Doojoon
USER DO TWITTER: tsu_doojoon
DATA DE NASCIMENTO / IDADE: 18 de junho de 1992 / 28 anos
GÊNERO: Masculino.
NACIONALIDADE: Coréia do Sul.
ETNIA: Coreano.
OCUPAÇÃO: Professor de Educação Física (Primário) em Tsumiuchi Elementary School.
Residente em Chitose desde janeiro de 2020.
PERSONALIDADE
Acredito que meu “jeitinho de ser” é facilmente mal interpretado. Ou talvez eu seja bonzinho demais em esperar o melhor das pessoas? Ou, ainda, o fato de eu esperar confirmações claras das coisas antes de afirmar algo realmente significa que eu sou lerdo?! Ca-ham… Desculpe.
Eu sou trabalhador. Pois só assim se constrói bases sólidas para qualquer conquista na vida, mesmo que nada seja feito pra durar. E sou honesto. Talvez… Até demais, para o meu próprio bem. Definitivamente a dog person. Meu senso de humor bate muito mais com meus alunos da terceira idade do que com qualquer outra pessoa. Sou muito mais um observador que um executor, e me ver falar tanto de mim – ou falar qualquer coisa, num geral – definitivamente é algo incomum. Mas perto das pessoas ou dos assuntos certos, posso me transformar no ser mais sociável e animado. Apenas por… Valorizar interações realmente significativas. Maior parte do tempo pareço estar tendo uma crise existencial pelo cenho franzido e, acredite, 99% do tempo é exatamente isso que está acontecendo.
Gostaria de conseguir acrescentar várias coisas, mas… Sou um homem simples. Há quem discorde, mas nesse monólogo só o que importa é a minha opinião. … Não é assim que se fala hoje em dia? Uma aluna disse isso pra mim esses dias e sempre quis uma oportunidade de usar!
Mas soou meio… Rude.
…
Ela estava sendo rude comigo?!?!!
PASSADO
Como é… Estranho. Falar de mim, sabe? Eu pediria pra alguém preencher por mim, se pudesse, mas como eu não costumo falar sobre mim, ou falar muito num geral, não há alguém que realmente possa contar essa história além de mim. E não, não tem nada demais. Muito pelo contrário! Mas ouço bastante que sou “reservado” e essa costuma ser uma das poucas impressões que pessoas de fora acertam sobre mim.
Eu nasci em Yeongdo gu, Busan, numa quinta-feira ensolarada – é o que sempre lembra a omoni. Ela também diz que isso é irônico, já que sou uma pessoa de dias nublados. Eu vim de uma família de pescadores: a omoni, o aboji, meus tios e até meus avós, todos sobreviveram da pesca no Mar do Japão e viveram entre Busan e Tsushima vendendo os peixes no Fish Market de Hanada e no Busan Cooperative Fish Market de Nambumin dong. Ou seja… Eu cresci com tudo para ser mais um pescador da família. E por muitos anos eu aceitei esse futuro de bom grado, ainda criança, fazendo tudo errado ao não largar do pé do aboji. Até aprendi a pilotar o barco dele nesse meio tempo, bem como japonês desde pivete para que pudesse levar os negócios da família pra frente. E também porque… Bem: a gente morava em Hanada, Tsushima, e eu quase repeti um ano na escola por causa do idioma. Eu sempre trabalhei muito duro por eles, pois a omoni sempre diz que "com trabalho duro e honesto, conquistamos o mundo", e eu levo muito isso comigo. Mesmo que… O "mundo" a ser conquistado dependa unicamente do interlocutor dessa frase. Pra mim, significa conquistar o meu espaço no mundo.
Mas naquela época, significava ser capaz de cuidar dos meus irmãos quando o divórcio dos nossos pais vieram, pois a omoni não aguentava mais as múltiplas traições do marido. E por mais que eu gostasse de onde a gente morava, fui o primeiro a ajudá-la na mudança de volta para Busan como o novo “homem da casa”. Eu não tinha nem idade pra isso, mas não havia escolha. A omoni até hoje diz, com pesar, que se não fosse por isso, eu teria “conquistado” mesmo o mundo, já que eu sempre tive boas notas na escola até ter de largar pra trabalhar e ajudar a botar comida na mesa. Salvo algumas indignações de adolescente, eu não me arrependo de nada do que fiz pela minha família.
Só que eu tinha um sonho. Quando nos mudamos pra Seul na busca de melhores oportunidades de emprego, eu me apaixonei por Hongdae. É, aquela rua cheia de artistas de rua fazendo busking, sabe? Eu até cheguei a participar de um grupo de dança nas horas vagas. Um olheiro de uma gravadora aí nos chamou para sermos trainees. Eu já estava “velho” pra isso aos 20, mas no auge do descobrimento da minha paixão, receber uma oportunidade dessa é para poucos. A omoni e meus irmãos me apoiaram como ninguém, e eu fui. Mas não durou muito, eu logo percebi que não lidaria bem com fama e, menos ainda, com toda aquela gentarada que se acha superior aos outros e nós, meros brinquedos nas mãos deles. Para compensar todo o sacrifício que minha família fez ao pagar os treinos nos meses em que fiquei lá, eu decidi finalizar meus estudos pra conseguir algo estável para todos nós.
Com os anos, me formei em Educação Física na SNU (Seoul National University) e não apenas consegui um bom trabalho de Personal Trainer por ali, como pude garantir estudo para meus dois irmãos mais novos e minha caçula, que sempre quis fazer ballet. A omoni nunca mais pensou em namoro ou casamento, mas entre seus trabalhos duros se tornou cabeleireira com projetos para abrir um salão, no qual eu ajudei. E nesse meio tempo, eu… Bem, eu estava pensando bastante em casamento com uma certa moça aí, enquanto fiz minha pós em Pedagogia.
PRESENTE
Talvez eu… Tenha metido os pés pelas mãos. Parece que só eu levei a história de casamento a sério, e bem.. Prefiro não falar mais sobre isso. Mas pra alguém que nunca havia se entregado de verdade num relacionamento, eu levei um tombasso que me deixou tonto por um tempão. Felizmente o salão da omoni estava pronto, meus dois irmãos estavam na faculdade, minha princesa mais nova firme no ballet e eu não precisava mais ser “o homem da casa”. Ainda suspeito que a minha mãe teria conquistado tudo isso e muito mais sem mim, mas a questão é: eu podia pensar um pouco mais em mim mesmo.
E foi isso que eu fiz, ao me recordar de Tsushima. Eu não tenho o contato dos amigos que ali conheci, mas meus avós ainda moram por lá e eu nunca me esqueci dessa ilha. Não foi difícil arranjar casa por lá, principalmente com o número de coreanos crescendo ali com a balsa e, bem… Eu preciso, mesmo, de um recomeço.
Quando passei no concurso da Tsumiuchi Elementary School como professor de Educação Física mesmo com o meu japonês enferrujado, considerei isso o empurrãozinho que faltava (fora a omoni quase me expulsando para que eu pudesse “viver minha vida” sem colocar ela em primeiro lugar) para que eu me mudasse para Tsushima.
FUTURO
Eu levei cada rola da vida por almejar bastante, sonhar alto… Acho que trabalhar duro, com responsabilidade e honestidade sem esperar demais da vida e dos outros combina mais comigo. Às vezes eu secretamente penso em como teria sido minha vida ao me tornar dançarino profissional. Ou ao realmente acabar me casando. Mas quando entro na quadra com a bola e as crianças vem gritando “Sensei! Sensei!! SENSEI!!” ou quando as bachan e os jichan me trazem comida quando conduzo exercícios físicos ao ar livre para a terceira idade pela ilha, eu lembro do porquê a vida vale a pena ser vivida.
Tá aí. Pra quem costuma ser quieto, eu falei bastante, né não? Felizmente nada na vida é absoluto.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Demissexual; heterossexual.
TEMAS DE INTERESSE: Foco: Crack; Fluff; General; Angst. Possíveis evoluções: Romance; Smut.
FACECLAIM: Shownu (Son Hyunwoo), Monsta X.