中森明菜 - 十戒 (1984)
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中森明菜 - 十戒 (1984)
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Melascula or Merascylla ?! Wich one is better ?
Jikkai • Tikusho
O estado de animalidade compreende a emergência de comportamentos completamente controlados por impulsos instintivos.
Ikeda (1980) ressalta a impossibilidade de que esses desejos sejam simplesmente extintos da existência humana, distanciando o ser humano da iluminação.
“Analisando os componentes mentais envolvidos nas atividades vitais humanas, há a razão, consciência, amor e benevolência em adição aos vários desejos que discutimos até aqui. Quando os nossos desejos instintivos são habilmente manipulados por estes outros fatores mentais e são satisfeitos, podemos manifestar dentro deste processo as condições vitais que merecem ser chamadas humanas”.
IKEDA, 1980 • Página 39
Podemos entender então que a luta pela sobrevivência do homem é justamente essa luta pela existência para a satisfação do instinto.
A vida sob influência direta do instinto levaria os seres à ruína, uma vez que nos tonaríamos incapazes de controlar nossos destinos conscientemente e de melhorar as condições miseráveis do viver em que nos encontraríamos.
Ikeda (1980), para explicar melhor essa ideias, retoma as ideias de Nitiren Daishonin de uma carta escrita em 1272:
“Os peixes num lago desejam viver em segurança e, deplorando sua pouca profundidade, cavam buracos no fundo para se esconder. Iludidos pela isca, contudo, engolem o anzol. Os pássaros numa árvore temem que seja muito baixo e escolhem seus ramos superiores para viver. Encantados pela isca, contudo, são apanhados em armadilhas”.
IKEDA, 1980 • Página 41
Assim, o ser que se coloca a viver apenas em função da satisfação de seus instintos pode perder a sabedoria em lidar com novas situações, ficando preso e correndo riscos.
Corresponde a uma natureza caracterizada pela falta da razão e pela necessidade única de satisfação de interesses individuais.
Conduzidas meramente por seus instintos, não diferem o certo do errado, são bajuladoras, imorais e tendem a ameaçar os mais fracos, tirando o máximo de proveito destes.
Os textos desse post foram retirados do pdf chamado “Jikkai - Os Dez Mundos” no site da Faac e do site da Editora Brasil Seikyo > Edição 2431> Teoria dos Dez Mundos.
Jikkai • Gaki
O estado de Fome pode ser entendido enquanto uma condição de vida onde o ser encontra-se controlado por desejos egoístas.
Tanto no âmbito físico quanto espiritual, a pessoa que experiencia esse estado vive de maneira instintiva, muitas vezes colocando como norte para suas ações a autopreservação e a da espécie.
Segundo Kitagawa (1980)
“Há desejos por alimento, sexo, sono ou vida coletiva”.
Diz-se ainda desse estado que incluiria desejos de posse de objeto, no sentido de que o ser busca mostrar-se superior aos demais.
Além desses atribui-se a esse estado desejos como poder, domínio, honra, autoafirmação e auto revelação.
Retomamos aqui a ideia de que esses desejos são intrínsecos ao viver humano, todavia podem ou não emergir.
Segundo Kitagawa (1980) deve-se atentar para a natureza desse estado:
“Devemos reconhecer, todavia, que Gaki em si mesmo é um estado infeliz e miserável que é subjugado por desejos avarentos”.
• Página 37 •
Ou seja:
As pessoas que vivem nesse mundo estão presas a uma obsessiva busca para satisfazer seus desejos e nunca se sentem plenamente contentes com suas conquistas.
Essa corrida doentia pela satisfação pessoal pode levar a pessoa a tal situação que ela mesma pode até destruir a própria vida.
Alguém que vive sob a condição dos espíritos famintos tem a ganância como essência e pode até ignorar os laços familiares e de amizade para conquistar seus objetivos.
Os textos desse post foram retirados do pdf chamado “Jikkai - Os Dez Mundos” no site da Faac e do site da Editora Brasil Seikyo > Edição 2431> Teoria dos Dez Mundos.
Jikkai • Jigoku
É compreendido como um estado completamente destituído de liberdade, no qual a pessoa se encontra numa situação de total sofrimento.
A propriedade de jigoku é, em si mesma, tormento e angústia.
Segundo Daisaku Ikeda (1980) o ser humano que se encontra no estado de Inferno experiencia completa falta de liberdade, no sentido de desse “eu” agonizado ser incapaz de influenciar o ambiente, ou vislumbrar o futuro de maneira esperançosa, seja por problemas físicos ou espirituais.
“Uma poderosa energia vital está originalmente em nossa vida. A força toma várias formas e é manifestada como o impulso indispensável e desejo instintivo para manter a vida, e uma variedade de componentes mentais dignos de um ser humano. Além disso, as pessoas, por esta influência, vêm a despertar aos sentimentos de afeição, sede pelo conhecimento e simpatia. Pelo contrário, há alguns casos em que a força age para criar os impulsos da agressão, destruição e inveja. Em qualquer evento, a energia vital traz diversas atividades vitais e faz as pessoas andarem em vários caminhos por todas as suas vidas. Uma pessoa numa condição infernal, contudo, dificilmente pode manifestar tal energia vital de dentro de si mesma e está condenada a sofrer de angústias indescritíveis.”
IKEDA, 1980 • página 28
Portanto, podemos compreender o estado de Inferno como como uma condição de opressão pela agonia.
Nesse estado o sujeito se vê desprovido de ações e, nessas condições dificilmente encontrará realização e valor.
Todavia, deve-se compreender que a energia vital do homem é considerada inexaurível. Mesmo que, no estado de Inferno, o sujeito experiencie a pior condição de vida, ainda assim não perde sua esperança de viver.
Ou seja:
Simboliza a mais baixa condição de vida.
A pessoa que vive sob essa condição é consumida por intenso sofrimento e por um sentimento de total infelicidade.
Inferno é a falta de esperança no futuro, ignorando seu estado de buda e a iluminação do outro.
Apesar de tudo isso, é importante ressaltar que as pessoas que recitam Nam-myoho-renge-kyo elevam sua condição de vida e comprovam os benefícios da prática budista.
Os textos desse post foram retirados do pdf chamado “Jikkai - Os Dez Mundos” no site da Faac e do site da Editora Brasil Seikyo > Edição 2431> Teoria dos Dez Mundos.