BTS may be the most talked-about star in K-pop, but it still fails to be recognized by some musical authorities — namely, the Grammys. Different critics have different explanations as to why, but Kim Heon-sik believes it’s because the older ...
BTS may be the most talked-about star in K-pop, but it still fails to be recognized by some musical authorities — namely, the Grammys. Different critics have different explanations as to why, but Kim Heon-sik believes it’s because the older generation refuses to acknowledge the cultural significance of the younger female generation, a big contributing factor to BTS's success.
“K-pop is led by women,” Kim said. “The reason that the Grammys doesn’t award K-pop is because it doesn’t want to give credit to the female culture. It’s not a matter of race, but gender. Women should be infuriated by this.”
Fascinating article. This is definitely a Hot Take on K-pop, but many of the points made are applicable to many of the current big pop names - being consumer-centric and how female fandoms are disparaged.
A vida não é fácil para uma pessoa que não se encaixa em seu lugar, e chega uma hora na vida de todo mundo que ela não aceita o lugar que está e não vai aceitar o lugar que foi, mas mesmo assim essas pessoas tentam se afastar do lugar que elas estão no momento procurando por algo melhor, eu não era diferente dessas pessoas, a única diferença é que eu estava cansado do inferno, eu queria uma vida nova fora dali, queria ser um ser humano normal, não um demônio.
- Filho você tem certeza que quer fazer isso? – minha mãe perguntava preocupada.
- Sim. – falei com minha mochila nas costas e pronto para encarar o mundo dos humanos, diferente do que as pessoas pensavam os demônios eram idênticos aos seres humanos na aparência, só tínhamos alguns poderes diferentes, como uma percepção melhor das coisas, conseguimos mais ou menos ler o que a pessoa está sentindo, não fazemos isso perfeitamente, mas temos uma noção melhor e quase perfeita.
Ao chegar ao mundo dos humanos eu comecei procurar um lugar para ficar, agora eu tinha que me virar sem meus pais para me ajudar, decidi ficar em um quarto de hotel por um tempo até conseguir um apartamento, eu também achei uma cafeteria aonde eu poderia trabalhar, já estava tudo pronto e organizado para que eu ficasse por lá um bom tempo e eu achava isso ótimo.
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Em meu primeiro dia de trabalho, acordei cedo e cheguei no local um pouco antes do horário correto para que eu pudesse me trocar e vestir meu uniforme, quando eu estava pronto meu chefe me pediu para que fosse até ele para me apresentar aos outros funcionários da cafeteria com quem eu estaria trabalhando dali em diante, por um bom tempo, eu espero.
- Esse é o Choi Junhong e ele vai trabalhar com vocês a partir de hoje. – me curvei para as pessoas ali presentes e uma garota se aproximou.
- Nossa. – ela me olhou de baixo a cima. – Como você é alto, nem parece um ser humano. – eu juro que meu coração bateu mais forte de desespero, seria possível eu estar sendo descoberto tão rápido assim?
- O que você está falando ________! Tenha mais educação. – o chefe repreendeu a menina.
- Desculpa. – ela se curva. – Meu nome é ________, mas pode me chamar de ____. – ela estendeu a mão para mim e sorriu largamente.
- Sou Junhong, mas pode me chamar de Zelo. – sorri da mesma maneira tentando parecer amigável.
- Zelo? – a garota me olha de uma maneira confusa.
- É meu apelido. – falei para ela como se fosse óbvio, e era.
- Bobo. – ela bateu em meu ombro. – Isso eu sei, mas eu perguntei por que Zelo?
- Porque vem de Zelus da mitologia greco-romana, ele era o deus da rivalidade.
- Eita. – ela falou rindo. – Você tem muitos rivais? – eu estava me sentindo um parque de diversões e a ________ a criança que nunca nem viu uma roda gigante.
- Um pouquinho. – eu disse e ela riu, essa menina não para de rir.
- Você é novo aqui em Seoul?
- Sou sim. – assinto com a cabeça. – Cheguei ontem.
- Você veio com seus pais? – menina curiosa.
- Eu vim sozinho.
- Você está morando sozinho?
- Estou em um quarto de hotel e vou ficar lá até achar onde ficar.
- Se você quiser eu moro em um apartamento com dois quartos e minha colega de quarto saiu de lá um tempinho atrás, você pode ir morar comigo. – ela juntou suas mãos atrás de seu corpo e se balançou para frente e para trás em seus pés.
- Não vai ser incômodo?
- De jeito nenhum, você já pode ir hoje pra lá. – ela falou anotando alguma coisa em um pequeno papel e pondo o mesmo em meu bolso. – É meu endereço.
- Eu poderia ser um assassino, um ladrão ou até um estuprador e você já está me dando seu endereço sem hesitar.
- Você tem uma carinha muito fofa, não é possível que você seja alguém do mal. – mal sabia ela que sua raça repugnava a minha.
- Se você não se importa eu aparecerei por lá hoje à noite então.
- Fique a vontade. – ela se virou e foi atender alguns clientes que começavam a chegar.
O dia passou rapidamente e eu acabei fazendo amizade com aquela garota estranha, mas ela era uma menina interessante, diferente das outras pessoas ela veio até mim para conversar comigo. O trabalho foi moleza, mas mesmo assim cansativo e eu não via a hora de conseguir tomar um banho deitar na cama e dormir.
Depois do trabalho fui rapidamente para o hotel pegar minhas coisas e pedi para o táxi ir até o endereço que estava escrito no papel, subi no andar que ela morava e toquei a campainha, não demorou muito para aquela menina abrir a porta vestindo só um short curto e uma regata, o que me deixou um tanto quanto desconfortável em poder ver pele de fora e não poder fazer nada.
- Você veio. – ela sorriu. – Bem vindo a minha e agora sua, sendo assim nossa humilde residência. – ela se afastou e abriu a porta para que eu entrasse.
- Eu vim. – eu sorri para ela, ela não estava nem um pouco desconfiada de mim, eu podia dizer ao perceber sua calma de sentimentos.
- Vem eu vou te mostrar seu quarto. – ela me puxou pelo braço me fazendo derrubar minhas malas ali, ela fez um tour pelo apartamento todo mostrando cada pedaço do local. – Sinta-se a vontade, eu estava fazendo miojo para o jantar, você quer?
- Não obrigado, eu já comi. – falei levando minhas coisas até o quarto.
- Se você quiser ver TV fique a vontade. – a ouvi gritar da cozinha.
Demorou cerca de três a quatro dias para eu me acostumar a morar com alguém da minha idade, ela era hiperativa demais e não parava um segundo, não tinha medo algum de mim, sempre estava pra lá e pra cá naquelas roupas apertadas e curtas como se eu fosse uma de suas amiguinhas, eu não sei se ela percebeu que eu sou um cara e que estou em uma idade complicada, eu posso até não ser humano, mas ainda sou homem.
- Zelo pega um copo de água pra mim. – escuto ela gritar do quarto, levo o copo cheio para ela. – Obrigada você é o melhor. – ela sorri largo.
- Você deveria parar de ser folgada. – olhei para ela que estava deitada na cama de bruços, aquelas pernas de fora estavam me matando.
- Porque eu deixaria de ser folgada se eu tenho um fofo igual a você.
- Fofo. – bufei.
- Você parece muito uma criancinha. – ela sorri e faz a mesma piada, que eu não suportava, de sempre. – Eu quero miojo de janta.
- Você almoçou miojo hoje e jantou miojo noite passada.
- Qual é o problema?
- Você vai ficar doente de tanto comer essas coisas.
- Não, eu sou uma menina impossível de pegar qualquer doença. – ela levanta. – Nesse corpo não entra vírus nenhum. – ela diz passando a mão pelo corpo e eu mordo o lábio inferior sem que ela perceba. – Vou tomar um banho antes de ir comer, deixe meu miojo pronto. – ela diz pegando sua toalha no armário.
- Não é certo, você não pode. – eu disse para mim enquanto saia do quarto dela.
O meu problema é que minha vontade de tê-la pra mim só aumenta com o tempo e eu não posso chegar nem perto dela, eu não sou daqui, vai ser complicado demais, tanto para mim quanto para ela e meu segredo nunca ficaria seguro.
Estava fazendo o miojo na cozinha e ouvi a porta do banheiro se abrir meus olhos encararam o local sem minha permissão e eu me arrependi, pois eu tive a visão mais perfeita de toda a minha vida, ________ só de toalha, com o cabelo molhado e pingando em seu corpo nu escondido por apenas um pedaço de pano, aquilo não era saudável para mim, eu estava enlouquecendo, precisava de algo que me acalmasse e tinha que ser agora.
- Zelo. – ela me chamou enquanto se escondia atrás da porta.
- O que foi? – olhei para ela enquanto apertava uma colher com força.
- Eu preciso da sua ajuda. – vi sua toalha cair no chão e ela nem ligou, já que seu corpo estava atrás da porta, mas eu me importei.
- O que você precisa? – perguntei vendo gotículas de água descerem por seu ombro, senti que ela estava envergonhada, mas não muito, não o suficiente.
- Você vai ter que fechar meu vestido para mim.
- Por que vai usar vestido? Você nem vai sair. – falei tentando fugir daquilo.
- Mas é um vestido de verão novo que eu comprei, estou com tanta vontade de usar, eu não aguento mais esperar. – eu também não aguento mais imaginar o que você está vestindo, ou não, atrás dessa porta.
- To indo. – desliguei o fogão e fui até o quarto dela, chegando lá ela estava com um vestido curto que era justo na parte do busto até o fim da barriga e que a saia era soltinha, ele era branco com desenhos de flores por ele todo, ela estava de costas para mim e eu conseguia ver sua costa nua inteira, as palavras “sem sutiã” estavam atormentando sem parar minha cabeça. – O que você quer que eu faça?
- Ergue o zíper para mim? – ela falou puxando o cabelo de lado me dando mais visão.
- Ok. – engoli seco e me aproximei, ela estava com muita vergonha, mas tinha outro sentimento ali que eu não conseguia dizer o que era, e aquilo estava me deixando aflito, eu não conseguia me concentrar enquanto tentava subir seu zíper, não consegui me conter e acabei beijando sua nuca com delicadeza, seu corpo deu um leve pulo e sua pela arrepiou, eu ri por dentro, sua vergonha estava aumentando.
- Z... Zelo. – desejo, esse era o outro sentimento, ela me desejava?
- O que foi? – perguntei inocente.
- Você não pode fazer essas coisas, você é só uma criança, apesar de ter quase dois metros de altura.
- Eu não sou uma criança, quantas vezes vou ter que te dizer? – virei ela para que pudesse me encarar.
- V... Você. – seu olhar ia de meus olhos para minha boca, ela balançou sua cabeça tentando se desfazer de seus pensamentos que provavelmente começavam a tomar uma forma mais impura.
- Eu sei o que você quer. – falei beijando seu pescoço de leve. – Eu sinto tudo.
- Do que você está falando?
- É complicado. – falei segurando sua cintura e a puxando para mais perto. - ________ tem coisas que eu não posso te contar senão você vai ter medo.
- Medo? – ela estava aflita, mas o desejo ainda estava presente.
- Isso. – falei beijando a parte de seu colo que estava nu, ela arfou baixo e eu dei um sorriso de canto. – Vou te mostrar quem é criança. – falei a jogando na cama e me colocando por cima dela.
- Junhong. – ela chamou meu nome de uma maneira que me fez pirar.
Abaixei o zíper que eu tinha acabado de subir e desci seu vestido em um movimento só, seus peitos balançaram me dando vontade de tocá-los, me aproximei de seus lábios e a beijei, ela colocou sua mão em minha nuca e retribuiu o beijo, ________ tirou minha camiseta e arranhou minhas costas me fazendo gemer baixo, eu já estava duro só de vê-la sair do banho só de toalha, imagine minha situação agora. Massageei seus seios a fazendo gemer melodiosamente ao pé do meu ouvido, eu queria ela pra mim para sempre, minhas mãos desenharam seu corpo para que ele pudesse ficar marcado em minha memória até o dia da minha morte, ela puxou meus cabelos e arranhou meu abdômen, suas ágeis mãos foram até minha calça jeans desabotoando a mesma e descendo ela até o meio da minha coxa, eu acabei de tirar minha calça e comecei a beijar sua barriga.
- Zelo. - ela gemia.
- Você nunca mais vai me chamar de criança de novo. – falei sacana em seu ouvido enquanto minha mão descia até sua intimidade e tocava a mesma.
- Mas você é uma criança. – ela dizia entre gemidos, meu corpo esquentava de vê-la entregue a mim, e o fato de eu saber seus sentimentos não estava ajudando, eu sabia onde eu deveria tocá-la, sabia se ela gostaria ou não que eu continuasse com aquilo.
- Há. – ri e rasguei sua calcinha jogando a mesma para longe.
Comecei a fazer movimentos circulares em seu clitóris a fazendo gemer cada vez mais alto, logo a penetrei com um dedo e continuei a estimular seu clitóris com meu polegar, depois dois dedos foram introduzidos e ela já gritava de prazer e rebolava em minha mão, sua mão desceu delicadamente de meu pescoço até o elástico de minha boxer me provocando fingindo que iria tirar a maldita peça de roupa, mas ao invés disso ela colocou a mão por dentro da minha boxer e começou a brincar com meu membro já quase explodindo, meus gemidos saiam altos e roucos e eu não conseguia controla-los.
- Eu preciso de você dentro de mim. – ela falou olhando em meus olhos, tirei minha boxer com pressa, coloquei meu membro em sua entrada e a penetrei rapidamente de uma vez só a fazendo gemer alto.
Meu corpo não me respondia mais e trabalhava por si só, minhas mãos acariciavam hora sua barriga, hora suas pernas, hora seus seios, hora seu rosto, minha boca distribuía beijos por ela inteira, e ela arqueava as costas mostrando a satisfação que eu a estava dando naquele momento, as estocadas ficaram mais rápidas e profundas, nossos gemidos eram altos até demais, nossos orgasmos foram juntos, pois quando eu senti seu interior pressionar meu membro eu não aguentei mais e me derramei dentro dela fazendo seu corpo tremer embaixo do meu, aquela sim era a visão mais linda de todas, depois de recobrar minhas consciência me lembrei de não estar usando camisinha e de outros problemas que aquilo tudo causaria. Pelo jeito ela viu meu olhar de desespero.
- Relaxa, eu tomo pílula. – ela piscou para mim, mas não era isso que eu estava com medo, eu tinha acabado de transar com um ser humano, essa notícia vai chegar rapidamente no inferno e eu vou ser mandado de volta relaxei meu corpo ao lado do dela e ela beijou minha boca. – Eu te amo Zelo. – aquelas palavras malditas, eu estava amaldiçoando elas há muito tempo, eu sabia o que sentia por ela, mas eu não tinha permissão de fazer isso.
- Eu também te amo pequena. – eu não menti, mas queria ter sido mais forte.
- Desculpe pela declaração repentina, mas já faz um tempo que eu me sinto assim. – sinto meu peito queimar de alegria, eu não poderia estar mais feliz do que nesse momento.
- Eu também.
No dia seguinte eu recebi uma ligação da minha mãe dizendo para eu voltar imediatamente para casa, eu seria banido da terra e nunca poderia voltar para lá, eu estava com medo e não queria perder ________, mas eu não tinha outra escolha além de ir até lá e tentar resolver as coisas de uma maneira que eu possa ficar com ela para sempre, eu não aceitaria nada a menos que isso.
- Eu vou embora, mas eu prometo que eu volto. – falei dando um beijo na testa de minha amada.
- Onde você vai? Por que você não me conta nada? Quando tempo você vai demorar?
- Eu vou para casa, eu não posso te contar, eu já disse, não faço ideia quanto tempo irá demorar, mas talvez o tempo seja longo. – ela estava aos prantos e eu estava com as malas na mão, meu coração partiu ao meio, mas essa é uma luta que eu tenho que resolver sozinho.