Peret, J. Américo. 1992. O capitalismo selvagem dos caiapós. Revista Geográfica Universal, n. 215, p. 66-73. Rio de Janeiro: Bloch.

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Peret, J. Américo. 1992. O capitalismo selvagem dos caiapós. Revista Geográfica Universal, n. 215, p. 66-73. Rio de Janeiro: Bloch.
Beautiful work by Brazilian artist @titoferrara at a Kaiapó tribe in the Amazon forest, Brazil!! ❤️❤️❤️ #streetart #urbanwallsbrazil #urbanwallsworld #art #mural #amazon #portrait #kaiapó #kayapó #brazil #brasil #indigenous #savetheamazon #contemporaryart #❤️ (at Amazon Forest) https://www.instagram.com/p/BtTXfodAvz1/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1nnmru1xeh670
Um mapa manuscrito da região do Rio Araguaia (1912)
Outro dia encontrei no eBay um mapa manuscrito da região do Rio Araguaia, intitulado "Carte de l'Araguaya" e datado de 1912 (uma nota marginal diz "l'Araguaya en 1912"). O verso do mapa contém a seguinte observação: "Carte du cours inférieur de l'Araguaya et du Tocantins dressée par I.B.E." O mapa, agora disponível na Biblioteca Digital Curt Nimuendajú, indica a localização geral de vários povos indígenas da região, regiões onde a borracha era explorada e povoados indígenas e neobrasileiros.
Fiquei curioso quanto à autoria do mapa, já que nunca havia visto algo tão detalhado para a época. Como foi adquirido de um livreiro em Toulouse, França, imaginei que pudesse ter alguma conexão com os missionários da província dominicana de Toulouse, que estabeleceram uma missão na região do Araguaia nas derradeiras décadas do século XIX. E foi assim que, buscando na internet, descobri o detalhado trabalho da historiadora Claire Pic, autora da tese Les Dominicains de Toulouse au Brésil (1881-1952): De la mission à l’apostolat intellectuel (2014).
Tudo indica que o mapa era um rascunho (uma 'working copy') cujo destino final era a publicação (a julgar pelos rabiscos às margens, correções, riscos cobrindo algumas palavras, etc.). Consultando a bibliografia ao final do trabalho de Pic, vê-se que há pelo menos uma publicação com data compatível com a do mapa (Marie-Hilarion Tapie o.p., Feuilles de route d’un missionnaire au centre du Brésil et chez les peaux-rouges de l’Araguaya et du Tocantins, Toulouse, Privat, 1913). Baldus (1954:708-709) menciona duas outras publicações (1928, 1929) de Tapie, que em 1911 "desceu o Araguaia, de Leopoldina a Conceição", fazendo a viagem de volta de "Conceição do Araguaia a Araguari, via Pôrto Nacional". Infelizmente, não tenho acesso a nenhum destes livros. Portanto, se alguém tiver, ou souber algo mais sobre o mapa, ficaria grato se pudesse conferir essa possibilidade. Será que o mapa foi produzido para uma dessas publicações? Será realmente algo de 1912, ou algo mais recente?
"Indians of the Araguaya district on the border between the State of Pará and State of Goyaz, on board a river steamer at São João de Araguaya from A Patria - Para special correspondent
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SEP 27, 1929"
[eBay]
Martins, Edilson. 1983. Txucarramães : Os guerreiros do Xingu. Revista Geográfica Universal, n. 103, p. 60-9. Rio de Janeiro: Bloch.
Nesse momento delicado onde nosso país vive uma imposição "eurocentrista" exacerbada no âmbito cultural, social, econômico e político, nos empurrando goela a baixo uma pílula "American Dreams" sobrepujando nossa identidade. É importante que procuremos urgentemente um antídoto que interrompa a ação dessa droga branca feito giz, que risca a alma miscigenada do nosso povo, no intuito de criar falsos padrões puristas. Os verdadeiros donos dessa terra, foram massacrados, queimados, enforcados, estuprados, dizimados desde a época que forasteiros excluídos de sua pátria mãe chegaram aqui trazendo na bagagem ódio, prepotência, egoísmo, ganância... Enfim, toda podridão que um ser desumano pode exalar, espalhando esse vírus que atravessou mares, continentes, séculos a dentro, de mãos dadas com o tempo vai contagiando gerações. Esse povo sofrido, os nativos brasileiros, tem por direito o que lhe é de direito. Como pode os donos do chão, brigando pelo chão que é deles?! Essa gente despida de roupas, munida de amor e fé, é exemplo de luta, resistência, e humanidade, ensinando com seus poucos recursos e sem nenhum doutorado "Harvardiniano" o verdadeiro intelecto humano. O coração do Brasil (Gerson M./ Leandro M./ Robson B.) #kaiowá #xingú #nativos #maracanãs #kaiapó #raoni #amazonia #guacaris #tupinambá #guaranis #indios #brasileiros #brasil 🎼🎵🎶🙏🏾❤️ grato pelo dom da vida e pelo dom da música 🙏🏾 A gente nasce pro que é! #compositor #sambameu #composição #samba #sambistas #ijexá #cavaco #violão #kayapó #kaiowa #bororó #xingu #raoni #chicomendes #indiosbrasileiros #indiosdobrasil #tupinambá #carajas #guacari #tupã #curumim #elenão https://www.instagram.com/p/BskpvXwFRXH/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=16oe1hkvi58sd
"Prelazia de Conceição do Araguaia, Missão Dominicana do Brasil" by Biblioteca Digital Curt Nimuendajú Via Flickr: Propaganda da Missão Dominicana do Brasil, Prelazia de Conceição do Araguaia. Missionários comumente separavam crianças indígenas de seus pais, contribuindo para a decadência populacional e dissolução cultural dos povos indígenas da região. Contracapa de: Palha, Luiz. 1942. Ensaio de gramática e vocabulário da língua karajá falada pelos índios remeiros do rio ‘Araguaia’. Rio de Janeiro. [Coleção Nicolai]