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Are you thinking to transition to work from home this 2021? Probably you have so many doubts about where to start. You can create a new care
Hoje resolvi revisitar você. Só pra ver se podia seguir em frente. Ficar ali petrificada, bebendo o passado, não é do meu feitio. Quando percebi a dor ao respirar, já tinha sido dado início à corrida. Naquela altura permitia sem resistir que o ar frio se infiltrasse, fazendo arder os pulmões. Sempre fomos como a poeira lunar; de tão fina, paira, jamais tocando o chão impregnado de eletro estática. Estivemos todo esse tempo tão perto, mas nunca nos aproximamos. Mesmo assim nunca pude desistir da ideia de que, em algum momento, seria melhor. Mesmo que dia após dia, autofagocitassemos tudo que era bonito. Até que ponto tive que mentir para mim mesma, inventando um espectro de desculpas que tentassem enganar, pra poder fazer durar um pouco mais, afinal desistir sempre soa tão errado. Você se mostrou inapto a entender poesia. E isso era o que eu mais tinha pra te dar Nos dois, por vezes simplesmente procurando nos lugares errados. Mascarando. Então chora, chora que passa, pois prender a tristeza faz mal. Não se deve tentar manter confinado. Esse passado cumulativo é quem causa tuas mazelas . Tão menos tornar-se alheio ao que acontece no próprio peito: faz inflamar, esquenta, dá febre e adoece. Vomitei letras no papel pra tirar das costas o peso das lembranças. Mandar pra fora, pra entender melhor. Escreve nas paredes do teu quarto, canta, conversa, até vir a tona. Por vezes, quase tenho certeza que quando sinto assim, os outros podem até enxergar. Porque é tal intensidade, que o sentimento se condensa em cores, entidades. E não quero chamar atenção, preciso esconder a prova de que me importo tanto, pois não seria isso prova contra si mesmo? Inconstitucionalissimamente ilegal. Além do que, e se tu descobres e te assustas? Não vai saber lidar e faz de mim o que quiseres. Então não posso te deixar saber demais sobre essas coisas invisivelmente imensuráveis, que transbordam e inundam recintos. Tenho que sentir quieta. Por isso é que sempre invejei aqueles que nao sentem. E chego a observá-los como objeto de estudo. Quero olhar de perto, dissecar, cortar a pele pra ver por dentro, pois há de haver um ponto falho. Ou uma cura. Quem sabe?
Karen Jonz.
Chega uma hora que criar expectativas cansa. Foram tantas decepções que acaba dando preguiça de entristecer mais uma vez. O subconsciente até já sabe que não vale a pena, e o que era agitação começa a virar indiferença. É ai que começamos a nos tornar pessoas que não valem a pena. Sem esperança, sem brilho no olhar, com altíssima facilidade em se frustrar, ou melhor, a nem querer tentar e deixar passar as maiores coisas/momentos/pessoas. Às vezes, fico me sentindo assim e acho que é quando menos gosto de mim, pois é a coisa mais triste que podemos nos tornar. Então fico torcendo pra que passe logo, porque sabe, sempre passa, é só questão de ter paciência. A gente tenta evitar pessoas e situações que nos causem esse tipo de sentimento, mas a vida teima em espalhá-las pelo nosso caminho. Não tenho nem 30 anos e tropecei o tempo todo. Mas o que eu queria saber é porque mesmo assim eu não tenho medo de cair, mesmo sabendo o quanto dói se levantar. Porque depois desse tempo todo, simplesmente não deixo de lado essa coragem estúpida e sigo por um caminho mais seguro. Podem rir de mim, mas a verdade é que cheguei a tentar.. automaticamente desistindo por ficar achando a vida curta demais e boa demais pra não aproveitar cada minuto e cada pessoa (ai a gente descobre como algumas não valem a pena). Não tenho pressa, mas também não desperdiço. Se acho que talvez, confesso, tenho paciência. Por que, ainda acredito nas pessoas, de verdade. Talvez você seja uma delas. E eu sempre vou querer saber. Talvez eu esteja enganada, mas isso já é outra historia. Só você quem vai poder provar. Provavelmente quem não aprendeu a ser que nem todo mundo até agora, não aprende mais. E pra quê. Nessas alturas da vida certamente a gente já aprendeu a cair.
Karen Jonz.