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Kelly 6'2''
Paddy 6'9''
Alan 6' 5''
The way Kelly's whole aesthetic as an artist is that of B3nson Boone but without the queerbaiting allegations...
His parents didn't leave Kelly abandoned economically, maybe his father renounced to the fortune that he would've had if he had followed on his father's footsteps but he still had fair amount of money from working with him in the first place, so when he passed away he had set out money for Kelly so he could have a comfortable point to settle and live when he hit adulthood. Once he scaped from his grand father's influence, he finally touched what was his, inheriting the loft in brooklyn which wasn't precisely the cheapest piece in the place, as well as quite the significant amount of money. In addition to that, living as a writer is not as punishing as his grand father thought, nor was writing songs for others as Kelly himself feared. SO he can still do his job without having to do others and safely reach his older years, if he ever grows old enough to live those in an unhealthy way, that is.
Kelly Miller
30
Singer, songwriter, novelist
Born to artists, Kelly lived his life in the streets of Brooklyn until the passing of his parents, when his grand father, a Manhattan elite jerk tried to mold him into his desired grandson rather than loving him for who he was. Kelly had aspirations, dreams, and career choices that were nothing close to the dreams his grandfather had for him, he didn't want to inherit his business, he didn't want to study finances, or politics. He wanted to be an artist and continue in that lane. In an act of revelry, he tried to become a signed singer, but when a firm was ready to sign him a contact, the higher ups came to block him, his face banned from the industry despite the angelic voice and the rough lyrics. Not happy with that result, Kelly continued with his dream through writing songs for others, huge successes happening with them by the way, but not in his voice. The frustration lead him to write his first novel, and pen it, having learned from past experiences, as Kelly Miller, instead of his birth name. Eventually, and after solidifying an identity, he changed his name legally. And while he still dreams to stand on a stage and sing his own songs instead of hearing them in the voice of others, he is content with his life.
Kelly's powers manifested at a young age, before his family's passing, or the guardianship his grand father had him going through. He started with small things, such as accidentally litting his plants on fire, or waking up in the garden, but answers were quickly sought and learning arrived.
Kelly can channel the totemic force of animals, and through that connnect to the different elements, one at a time, two tops. He can also communicate with annimals, transform into these creatures and possesses physical attributes superior to an average human being that are enhanced depending on the channeled totem. These are dogs and wolves (corresponding to eather: light, sound and gravity manipulation, telekinesis, telepathy), eagle (air: air, weather, thunder and electricity manipulation, invisibility, phasing), bear (earth, plant, metal and magnetism manipulation, invulnerability), lion (fire, heat, microwave and radiation manipulation), and dolphin (water, blood, ice and cold manipulation, healing). By default, he installed in the wolf or dog form, however he can combine the elements into different forms: Phoenix, dragon, golem, sandworm, kraken, leviathan, sphinx,... in order to keep the benefits of two elements. He can also fly with wings or without them depending on the element channeled.
Played by Lewis Pullman. Chimera.
KELLY M. PROMETEU TUDO E NÃO ENTREGOU NADA! RESENHA: DESENFREADOS
Nota: 1/5
Desenfreados, de Kelly M., nasceu como uma fanfic no Wattpad, onde conquistou fãs com sua intensidade, drama exagerado e um romance tóxico que se encaixava perfeitamente no estilo da plataforma. Contudo, ao ser adaptado para um livro de mais de 700 páginas, o que funcionava no formato original se perde em uma narrativa inchada, sem profundidade e com personagens que não conseguem sustentar o peso da história. Mesmo com a premissa intrigante, a execução deixa a desejar, frustrando leitores que esperavam mais.
Para começar, vamos falar um pouco sobre a obra: a história gira em torno de Ryen Rodrigues, uma jovem que, desde a infância, é apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão mais velho, Kellan Royal. Ryen, descrita como doce, gentil e ingênua, é atraída pela aura misteriosa e sarcástica de Kellan, um garoto quatro anos mais velho, com traços de “““sociopatia””” e uma postura de indiferença cruel para mantê-la afastada. Uma tragédia abala a vida de Ryen, destruindo sua inocência e marcando sua trajetória. Cinco anos depois, ela retorna à cidade, agora fria, carregando o peso de um segredo sombrio: uma morte nas costas. Kellan, por sua vez, está determinado a desvendar os mistérios de Ryen, prometendo um jogo de gato e rato cheio de tensão.
A ideia, com elementos de trauma, segredos e um romance com potencial para ser complexo, parece promissora. No entanto, a execução não entrega o que sugere. A narrativa, que poderia explorar profundamente os conflitos emocionais e os segredos dos personagens, cai em clichês e repetições, desperdiçando o potencial de uma história que, no papel, soa como uma fanfic envolvente. Todavia, esse não é o maior problema. E, sim, a falta de substância para sustentar suas 700 páginas.
@/sketchsanmin no Instagram
A trama se arrasta em um ciclo de conflitos mal resolvidos, sem oferecer evolução significativa para os personagens ou a história. Elementos típicos de histórias jovem-adultas — como stalkers, rachas clandestinos, violência e sexo explícito — são jogados na narrativa sem critério ou pesquisa, resultando em um mundo pouco convincente e situações apelativas. A impressão é que Kelly M. tentou estender uma ideia que funcionava no formato de fanfic, mas que, como livro, carece de direção, propósito e construção de mundo.
Personagens: Um Enigma Mal Construído
Ryen Rodrigues é uma protagonista inconsistente. Seus traumas e segredos são mencionados, mas nunca explorados com profundidade. Em um momento, ela é assolada por inseguranças; no outro, se apresenta como confiante e sedutora, sem qualquer construção que justifique essas mudanças abruptas. Após 700 páginas, o leitor ainda não sabe quem Ryen realmente é, sendo forçado a preencher os vazios de uma narrativa que não se sustenta.
Kellan Royal, o par romântico, é igualmente raso. Descrito como misterioso e “inesquecível”, ele é, na verdade, inseguro e sem carisma, com invisíveis traços de sociopatia que nunca são bem desenvolvidos. Seu desdém por Ryen, que deveria criar tensão no romance, soa forçado e não evolui para algo mais profundo. A relação entre ele e ela, que prometia ser intensa e complexa, é reduzida a diálogos vazios e repetições emocionais, sem química ou crescimento que justifique o impacto pretendido.
@/sketchsanmin no Instagram
O único personagem que desperta algum interesse é Christian Yun, que, ofusca os protagonistas. Sua presença, no entanto, apenas evidencia a falta de desenvolvimento de Ryen e Kellan, reforçando a sensação de que a autora priorizou tropos sensacionalistas em vez de criar personagens emocionalmente ricos.
Execução: Uma Fanfic que Não Amadureceu
Desenfreados é um exemplo claro de como uma fanfic promissora pode falhar ao tentar se transformar em um livro sem a preparação adequada. A transição do Wattpad para o formato publicado exigiria um trabalho cuidadoso de edição, construção de mundo e desenvolvimento emocional, mas o que vemos é o que venho repetindo desde o início desta resenha: uma narrativa que carrega os vícios de sua origem — exagero, repetição e falta de coesão. A extensão desnecessária do livro amplifica esses problemas, e a existência de uma segunda parte, quando a história poderia ter sido resolvida em um ÚNICO VOLUME, é desanimadora.
Confesso que não sou fã do gênero dark romance, mas a curiosidade despertada pelo burburinho em torno da fanfic me levou a dar uma chance à obra, tanto em sua versão original quanto como livro. Infelizmente, a decepção se repetiu.
Respeito quem acompanhou Desenfreados desde o Wattpad e encontrou prazer na história, mas, como livro, a obra não se sustenta. Kelly M. prometeu uma narrativa intensa e emocionante, mas entregou um amontoado de clichês mal trabalhados e personagens sem profundidade (além de gatilhos desnecessários, já que o maior vilão da história tentava estuprar a protagonista ainda quando ela era jovem). Não tenho interesse em continuar com o segundo volume, mas torço para que a autora aprenda com os erros deste primeiro livro e apresente algo mais consistente no futuro.
Para quem procura um romance com personagens bem construídos e uma trama que vá além dos clichês sensacionalistas, Desenfreados não é a melhor escolha. É uma promessa que, infelizmente, não se cumpre.
Calliope Seshat, 2025
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