Minha fênix
Teu corpo é tão quente ao ponto de me queimar mesmo sem encostar em mim. A sua transa se resume no palhaço vendo o circo pegando fogo, Gozado ou não Literalmente ou não Mas este é você Enrolando meu cabelo com as mãos e aplaudindo de pé os meus cantos gemidos enquanto rebolo no palco do teu sexo Minha alma, minha carne.. Seria normal gritarem por redenção mas a sua atuação faz com que elas implorem perdição Eita beijo que corta lentamente e profundamente meu seios e anseiosa A faísca de sua língua me ora me seduz, ora me vicia e muitas vezes é o soro da cura o meu gozo que molham suas palavras Meus olhos vidram em suas faces prazeirosas e seu sorriso procura ver a minha lucidez ao sentir entre as pernas as pólvoras do que não posso e não consigo descrever a sua origem Seria um pecado eu dizer que não gosto e um desperdício te imaginar feito cinzas em um fim de noite. Minha fênix, é dessas cinzas que você renasce e queima, lava e atiça minhas regalias É só por isso que te deixo voar em meu ventre, em minha vida..












