@wgs_junsu
FACECLAIM: Kim Sunwoo - The Boyz
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 14 de setembro de 1998, 23 anos (incompletos).
NACIONALIDADE: Wangshuer.
ETNIA: Sul-coreano
GÊNERO: Masculino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Bissexual.
ATIVIDADE: Ajudante na fazenda Nulgupjisin.
LOCALIZAÇÃO: Dalian.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Smut.
TRIGGERS: N/A.
PERSONALIDADE: Junsu durante a infância era aquele tipo de criança curiosa, que sai desmontando tudo por aí ou quebrando coisas. Ele jurava que não era proposital, era tudo acidente: um grande desastrado – ou genial, depende do ponto de vista. Um pouco inquieto fisicamente falando, ficar parado não era muito com ele. Já sobre seu interior, a personalidade simples, possuía um viés mais reservado e quieto, mas que aos poucos, conforme criava confiança, começava a se soltar mais, basta que se sinta confortável para tal. Hoje em dia é um grande falador, afinal, aprendeu a lidar com os muitos turistas, com comerciantes – nesse caso, não tinha saída – e com os moradores da ilha. Basicamente não existe tempo nem humor ruim, e se existir, ele engole tudo sozinho: não é muito de seu feitio falar sobre seus sentimentos, mas é claro, exceções existem e nem todo mundo é de ferro, né?
Costuma ser um pouco impulsivo ou até mesmo ingênuo, ou melhor, essa “impulsividade” é fruto de sua ingenuidade. Por ter crescido em um ambiente bucólico, carrega a simplicidade de quem não almeja muitas riquezas ou ambições, o seu maior foco é a paz mental, espiritual e local. Desde que esteja em harmonia com a natureza e os animais, isso basta. É bastante cauteloso, cuidadoso e responsável, ainda mais quando o assunto é resumido aos irmãos. Mas apesar de sua cautela, é uma pessoa bastante sincera, podendo ocasionar em algumas palavras sem filtro. Mil e uma utilidades: ajuda na fazenda da família e na vizinhança sempre que pode, muitas vezes se sobrecarrega com afazeres ou problemas que não são seus e sempre surta, por isso acaba abusando daquele cigarrinho vez ou outra.
JUSTIFICATIVA: TW: Traição.
Buscando uma maior independência para seus negócios, a família Lee se mudou para a Ilha. Comparando os preços de terrenos e instalações para o cultivo, foi notável que na época era mais rentável do que o espaço que a família originária da área rural de Daegu usufruía. Além do mais, o sistema sempre é cruel: apenas os grandes latifúndios possuem vez em certas regiões, ou mesmo conflitos diretos e indiretos por terras. Sabe-se bem como o poder pode subir à cabeça de alguns. Somando tudo isso à boa fama do cultivo de frutas de Wangshu, os Lee resolveram deslocar seus negócios para outro local, pouco após sua independência.
Lee Junsu era só mais um entre os 4 irmãos, com o diferencial de que teria nascido na ilha e não em Daegu como os mais velhos. Como era de se esperar, cresceu ajudando em tarefas simples na fazenda da família, intitulada “Nulgupjisin”, em homenagem à deusa coreana dos grãos e sementes. A fazenda tivera seus primórdios em Daegu e era fruto do esforço de seus bisavós, que mais tarde o avô como filho mais velho herdara. O senhor Lee continuou seus negócios, e mais tarde, confiou os cuidados à sua filha, mãe de Junsu, junto aos outros filhos, tios e tias do nascido em Wangshu. Era uma família grande, bem longe de ser aquele típico padrão comercial de margarina. Tinha alguns tios e tias que também trabalhavam por lá, mas o foco de seus conflitos familiares começa quando, na verdade, o casamento de seus pais era uma farsa. Pelo menos do lado paterno: o homem traía a esposa, possuía problemas com alcoolismo e mais tarde, para alimentar seu vício, furtava os ganhos da família que haviam embaixo do colchão do casal – até porque gente do sítio não costuma confiar em conta bancária. Além do mais, o próprio homem assumiu embriagado em uma das brigas do casal que “teria casado com a Lee apenas porque estava interessado nas terras de cultivo”. O pequeno Junsu sempre escutava tudo calado.
Como nem todo mundo é de ferro, uma hora aquela situação se tornou insustentável para a sua progenitora, que mesmo a contragosto da família e sabendo que iria criar uma “má fama” por ser a única divorciada entre seus parentes – e mesmo entre o pessoal campestre, cujo tradicionalismo é predominante – culminou em um divórcio. Desde então, o pequeno Junsu de sete anos de idade nunca mais avistou seu pai por aí.
O bom é que depois da tempestade sempre vem a calmaria, né? E o conforto do garoto era os braços de seus avós. Sempre os acompanhava nas atividades da fazenda, ora aprendendo dicas de plantio e o poder medicinal de cada planta, flor ou semente com a sua avó, que inclusive possuía um arsenal de livros sobre plantas medicinais, sendo uma grande entusiasta do assunto, mesmo sem nenhuma formação. Ora acompanhando as invenções improvisadas de orquidário de seu avô, ou aprendendo como se dirigia um trator com ele. Sem dúvida, os avós foram e são pessoas bastante presentes na vida de Junsu até hoje.
Mas falando sobre “pessoas importantes e marcantes”, adolescentes sempre possuem uma paixonite ou outra, não é mesmo? Junsu se lembra de uma namorada que possuiu durante o ensino médio – algo bastante respeitoso e que parecia até romance de shoujo: desajeitado e acanhado, o máximo que poderia fazer era segurar aquela mãozinha com carinho. Porém, o destino os separou quando o vestibular chegou e ela resolveu trilhar seu próprio caminho. Porém, mesmo assim, há males que vem para o bem – ou melhor, não sabia ao certo se essa frase poderia se aplicar nesse caso. Após essa paixonite aguda e passageira, Junsu conheceu um garoto durante uma das férias de verão. Era um turista, bonito, bom de papo, parecia tão carismático e foi aquele “match” instantâneo. O problema é que... Era um outro homem. Como. Assim. Um. Homem. Estava. Sendo. De. Seu. Interesse? Era muito peculiar lidar com essa sensação, porém, teve certeza de que não era de todo ruim quando o famigerado primeiro beijo aconteceu. Mas é aquela coisa... Foi só um rolinho de verão e nada mais, ou pelo menos é o que ele se permite botar na cabeça. Aliás, é um fato que ele esconde a sete chaves da família.
PRESENTE: O garoto de Dalian havia se tornado um homem que tomava mais a frente do serviço bruto do que sua mãe no momento, que ficava com a parte mais administrativa e burocrática da fazenda. Ainda possuía o restante da família ajudando, principalmente seus irmãos. Mas ele tá por aí, sempre plantando algo ou distribuindo alguma curiosidade sobre ervas, plantas medicinais (até porque o Instituto de Pesquisa Vó Lee é o mais confiável do Universo). O seu escapismo é cuidar da natureza tal como ela providencia tudo ao ser humano, portanto, o respeito máximo à terra e aos animais é um de seus ideais. Inclusive, todo bichinho que ele vê perdido por aí, acaba resgatando e levando para a fazenda. Um grande defensor da área em que sua família havia se instalado, acredita no absurdo que queiram devastar a natureza local de Dalian para construir... Mais prédios. Ai, prédios... Ele até suspira longo quando se lembra do assunto. Faria o possível e o impossível para defender a região.
Desapegado de bens materiais e qualquer luxo, e apesar disso, sua vida sendo hardworking até demais, não é raro que o vejam por aí vagando por outros bairros para fazer entregas de legumes, frutas e verduras para comércios e estabelecimentos, afinal, ele é um grande faz-tudo da família. Para ele, é um orgulho levar por mais uma geração os ensinamentos dos avós e da mãe e não carrega isso como um fardo. Não sabe dizer ao certo se sua paixão veio pelo costume ou porque era uma questão de honra. Sobre seu progenitor: Junsu não possui notícias desde os seus sete anos de idade. Não é do tipo de guarda rancor, mas espera que o karma lide bem conforme merecido.
DESEJOS: O maior desejo de Junsu é virar o Superman e conseguir ajudar todo mundo da Ilha ao mesmo tempo. É, ele adoraria não se cansar tão fácil ou mesmo deixar seu vício com a nicotina de lado, mas a própria sobrecarga e o perfeccionismo, juntos à sua empatia, o afundam cada vez mais em algo que lhe faça “relaxar”: e é exatamente isso que o fumo é para si, um refúgio. Sabe que de certa forma é hipócrita vender algo “saudável” quando nem mesmo ele é, de todo, saudável. Pretende ver os irmãos mais novos crescendo em um bom caminho, assim como os mais velhos obtendo sucesso em seus afazeres. Além do mais, como é um dos filhos mais comprometidos com a herança que passou por gerações, não possui outro foco a não ser desejar o cultivo da terra para o futuro: pretende continuar com os negócios da família e até mesmo tem pensado em meios para expandir as vendas locais e externas. Mas como fazer tudo isso sem se cobrar demais? É um desafio que ainda terá de descobrir.
Além do mais... Ele deseja do fundo do coração, da alma e de tudo, que a área natural de Dalian não seja devastada pela ganância humana.
Hope everyone is healthy and doing well during this difficult time :)
Not sure if there are still active followers but I just found out the kid 10 준수 we loved created a youtube channel and I am happy to see him grow well and still very hilarious (LOL)
Lee Jong Hyuk's Son Lee Taksu Wants to Become a K-pop Idol and Actor
Lee Jong Hyuk’s Son Lee Taksu Wants to Become a K-pop Idol and Actor
Actor Lee Jong Hyuk‘s son Lee Taksu has big dreams of being a star like his father, and it sounds like he’s working hard to make them come true!
12-year-old Lee Taksu is no stranger to the spotlight, as he often made appearances on the reality show “Dad! Where Are We Going?” when Lee Jong Hyuk and his younger son Lee Junsu, who were regular members on the show, were seen at home or went on family…