Repente
É assim que,
De repente,
Num nordestino Repente
O lirismo tome a gente
Pra escrever de corpo e mente
Essa poesia ardente
Como o calor do verão fervente
E doçura de sol poente
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Repente
É assim que,
De repente,
Num nordestino Repente
O lirismo tome a gente
Pra escrever de corpo e mente
Essa poesia ardente
Como o calor do verão fervente
E doçura de sol poente
Minha poesia não é inteligente
eu escrevo besteira
por que é besteira o que se sente
um bom lirista pouco mente
e não enfeita a poesia inteira.
Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo.
Carlos Drummond de Andrade