6 de junho. O Jardim Lutzenberger.
Nossa, faz muito frio aqui em cima. Minha letra chega a sair pequena com a dor nos braços. Vou sair dessa, se é que já não sai. Não é justo só eu estar nessa história, sozinha, sem mais ninguém para atuar comigo, então, acho que acabou... Só eu estou no palco e ninguém esta assistindo, que tal fazer uma nova peça? Uma comédia talvez, sem os dramas.
Uma peça em que escevo, dirijo, contraceno e sou protagonista, com novos personagens e não deixar o elenco anterior se aproximar.
Sem brigas, sem falsidade, sem dor, sem os problemas estupidos criados por outros e sem o choro que deveria ter sido inexistente.
Uma nova trama cheia de conquistas. Deixar de ser alguém que se martiriza por outros, que tal?











