fragmento
II
A figura tépida de ti me assombra em momentos inusitados
seja em dia de sol ou dia de chuva,
apareces.
Busco a leveza e a calmaria de um lago
mas encontro barulho e vento.
Tu vens
pra onde vais?
Busco a ti com sede
e sempre te bebo com as mãos.
Minha mãe se presenciasse tal imagem
perguntaria:
Estas com as mãos furadas?
Eu logo acrescentaria que sim.














