-- Saudações, Herakles. Faz certo tempo desde a última vez que conversamos... como vai?
“Ando bastante ocupado com a crise do Euro, como acredito que você deve ter ouvido. Mas fora isso, ando bem. E você?”
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-- Saudações, Herakles. Faz certo tempo desde a última vez que conversamos... como vai?
“Ando bastante ocupado com a crise do Euro, como acredito que você deve ter ouvido. Mas fora isso, ando bem. E você?”
[Ask]
lymphata O italiano tentava não demonstrar dor, mas seus olhos o desmentiam, estavam lacrimejando porém lágrima alguma tentava lhe escapar do rosto. Aquela dor era suportável, mas obviamente era o suficiente para fazê-lo dizer um “ai”. Já sofrera coisas piores… muito piores, mas nenhuma proviera de uma planta. A movimentação da bielorrussa o despertou de seus devaneios profanos e ele passou a seguir seus movimentos, não muito após desvencilhando-se do arbusto. Riu da ameaça dela, sendo o primeiro a sair da desconfortável situação, tentando tirar rapidamente os espinhos que grudaram a suas calças para melhor se movimentar, eventualmente fazia caretas de dor. Ficando em pé propriamente estendeu as mãos para ajudá-la a sair de lá. — Ah, amore mio… Para fazê-lo terá que primeiro sair desta deplorável situação. — Sorriu debochado para Natallia. Fazendo voz de coitado continuou. — A culpa não me pertence se não aguenta conversar comigo. Quero apenas te conhecer melhor, afinal… Não seja tão fechada. Parece-se até comigo…
Deu um tapa a mão estendida, por fim pondo-se de pé por si própria. Seu corpo por completo doía e sua pele vibrava de raiva, parecia que a qualquer momento poderia rosnar para o outro.
“Cale a boca! Por Deus, parece que não tem a habilidade de ficar quieto nem por um instante!” Natallia falava mais alto que o costume, demonstrando que realmente estava a borbulhando e estava difícil de segurar sua raiva. O cara só trazia desgraça a si.
Sentia um impulso quase irrefreável de empurrar o outro de voltar aos espinhos, mas mais que provável que fosse parar lá outra vez, que nem acontecera agora -- mesmo que não de propósito.
“Argh, apenas me deixe sozinha de uma vez, infeliz.”
❊
Dizer que aquilo estava doendo seria um eufemismo. Somente respirando, Natallia sentia os espinhos espetando mais fortemente e para aqueles que conseguiram perfurar, adentrando mais. Era horrível e ela por alguns segundos evitou se mexer, até que seu consciente percebeu que tinha que se mexer para sair dali. Ela começou a fazer, mesmo que em todos os lugares possíveis, seu corpo reclamava.
“Eu vou pegar um desses ramos e te fazer engolir, bliadz.” Reclamava para o italiano que se encontrava na mesma situação que ela, em meio a uma moita de espinhos. Mas a culpa foi dele
-- Ciao, bella~ Um passarinho me contou que temos muito em comum e vim aqui investigá-la! -- O italiano curvou-se e beijou a mão da moça e sorri galante. -- Posso saber mais sobre você?
Menos de um segundo após ele ter beijado sua mão, ela já a limpava em suas roupas. Sua face já começava a se fechar em uma expressão fria e vazia.
"Não acredito ter te dado qualquer liberdade para me tocar, ainda mais com sua boca." Ela olhou o italiano de cima a baixo, demorando-se de propósito, "despeça seu passarinho, ele está errado.”
Você é o irmão gêmeo perdido do Andres? Porque ele tem a aparência de um gambá e você cheira como um.
"Tsc tsc tsc…"
"Remus ‘num soube educar as cria."
✖
✖: A trait they despise in people.
O Polônia repudia pessoas ou nações que utilizam da força, de sua influência ou da dependência de outros países de si para controlá-los. O ato de controlar um povo pelo medo, e não pela confiança, é algo no qual Feliks enoja, e sempre deixa isso bastante claro ao vivenciar alguma nação o fazendo.
Ei, grandalhão. Tá a fim de me ajudar? Me disseram que você é bem durão e faz qualquer coisa por dinheiro... Bem, eu não tenho dinheiro por enquanto, mas posso retornar favores. Que tal?
Sem dinheiro, sem favores, 'bastardino'. *cruzou os braços* Mas digamos que eu aceite, em nome do espírito de Natal.... quem é o infeliz que eu tenho que matar?