Meu casulo e eu.
As vezes, ele pode ser espaçoso demais.
As vezes, sufocante demais.
As vezes, quente igual vulcão em erupção.
E as vezes... frio como o inverno.
As vezes, intenso e profundo como águas oceânicas.
As vezes, superficial como rocha.
No quentinho do conforto ou no desconsolo do desânimo, é nele em que eu me encontro.
Ele que me protege quando o mundo parece cair sobre mim.
Eu bem sei... Meu casulo é a minha proteção. Mesmo que seja minha maior prisão.
É nele em que eu vivo.
Mesmo sem ter razão.








