Nov_2017
From a small animation I made last Friday for a video contest.
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Nov_2017
From a small animation I made last Friday for a video contest.
Mexefest já tem cartaz e horários completos
Confira aqui todos os artistas, as salas e os horários do Mexefest, que decorre a 24 e 25 de Novembro, em Lisboa.
De uma assentada, o Vodafone Mexefest anunciou os 25 nomes que, a juntar aos já conhecidos, fecham o alinhamento de artistas para o evento de 24 e 25 de Novembro. Entre os novos nomes podemos destacar projectos portugueses como Lavoisier, Conjunto Corona, Kilimanjaro ou Panado. Mas há mais, muito mais, com três cartadas fortes no campo do hip-hop: a angolana Eva RapDiva e os norte-americanos CJ…
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Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. 🎵 O Mexefest faz-nos vestir música. . . . #vodafone #vodafonemexefest #mexefest #mexefest2016 #garotadeipanema #viniciusdemorais #sambinhabom #music #t-shirt
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Primavera Sound: músicas para sonhar
A quinta edição da versão portuense do Primavera Sound lá passou e deixou saudades. Foram três dias bem cool no Parque da Cidade do Porto, horas e horas de boa música, e a certeza de que voltaremos em 2017. Como souvenir, deixo-te uma selecção do que de mais recomendável ouvi por lá, uma amostra da diversidade de géneros e estilos a descobrir. Sigur Rós – Óveður
Os Sigur Rós regressaram e muito se disse sobre a longevidade da banda. Com um disco na calha, o Primavera Sound foi um óptimo momento para ouvir música nova em palco. Uma sonoridade diferente, riscada e arriscada, que surpreendeu. Os islandeses são tradicionalmente étereos, mas em “Óveður” navegam por mares mais experimentais. Uma lufada de ar fresco que augura um bom futuro.
Cass McCombs – Big Wheel
Se eu sonhasse fazer uma roadtrip pela América, este “Big Wheel” seria a minha companhia de eleição. Cass é um dos cantautores folk mais geniais, que as massas ainda não descobriram. A sua música apela a todos. Num verdejante fim de tarde, com o sol a brilhar e o calor a fazer-se sentir, este temaço fez-me viajar imaginariamente até ao midwest árido e distante.
Shellac – Steady As She Goes
Sei que foi retirado do disco de 2007, mas facilmente poderia fazer parte da banda sonora dos anos 90. Noise misturado com garage, rock como já não se faz, fruto de um espírito inconformista perante o establishment. E um pouco de trivia: Steve Albini, voz da banda, é um célebre e influente produtor, tendo trabalho em álbuns míticos de Nirvana, Bush e outros deuses do rock à escala global.
Battles – Atlas
Nove anos depois, dois álbuns mais tarde, é nesta estreia que os Battles se superam. A interpretação ao vivo da música original melhora com a passagem do tempo, o coro vocal traz uma alegria inexplicável à sonoridade matemática e repetitiva. Entre bateria e guitarras, o que os nova-iorquinos fazem soa a tudo, excepto à instrumentação “clássica” da sua música.
Car Seat Headrest – Creep
A coqueluche da Matador Records e do indie em geral estreou-se em Portugal e eu não vi. Lá está, escolhas num cartaz bem recheado dá nisto. Contudo, antecipo com muita segurança que não foi uma oportunidade única, a relação com os portugueses está para durar e ainda os devemos ver num Mexefest ou até num Alive. Em pleno soundcheck, contudo, ouvi-o a fazer a sua versão da “Creep” dos Radiohead e gostei muito. Embora os autores do original até já tenham renegado o malhão que os trouxe ao mundo, a verdade é que é clássico rock intemporal. Aquela guitarra seca toca bem alto e dentro de nós, basta que deixemos.
Copy: Isabel Leirós para arte-factos.net