"Ona jest poryta, popsuł ją ten biały towar
Więc uważaj ziomek, bo od kreski się zaczyna a potem zaczynasz już tylko siebie marnować"
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"Ona jest poryta, popsuł ją ten biały towar
Więc uważaj ziomek, bo od kreski się zaczyna a potem zaczynasz już tylko siebie marnować"
Llegaste cuando ya me había acostumbrado a esta amarga vida, donde amor era solo algo de lo que me contaban y después me tocaba consolar a mis amigas, y darles consejos como si eso las fuera a ayudar en realidad, ya me había acostumbrado tanto a este estilo de vida que no esperaba nada, que viniera a cambiar lo que ya existía, ¿sabes que difícil fue para mi encontrar esta estabilidad emocional que tengo o por lo menos presumía tener?, me enoja saber que caí en tu trampa, que prometo no enamorarme y rompí mi promesa cuando te conocí, ¿cómo lograste ablandar algo que no era posible? Te odio por hacerme creer que eras diferente, pero te odio por enseñarme todo, menos olvidarte.
Aquel chico que conocí por una divina causalidad ha alegrado mi vida, aunque aveces suele llenarme de tristeza, es hermoso cuando desborda azul o amarillo los colores que me hacen feliz, sacandome de la monotonía y con ello alegrando mi día.
Vivimos en una sociedad donde mentir se volvió rutina, Tracionar en monotomia, y Tracionar es la ropa de hoy en día...
-I'm Daniela
Que aburrida se ha vuelto la vida.
LØUIS BLUE
Do tédio à exultação na monotonia
É curioso notar a facilidade com que nos entediamos. É como se somente algo estrondoso pudesse nos resgatar da inércia. Funciona mais ou menos assim: a gente não se sente estimulado por quase nada, isso nos leva a resistir a quase qualquer atividade, o que produz um sentimento de inutilidade, o que empobrece nossos olhos diante da vida, que faz tudo parecer sem sentido, que não nos estimula a nada, que nos deixa numa condição estéril... Funciona como um sistema retroalimentado.
Há quem atribua o tédio à monotonia, às atividades rotineiras. É como se o tédio existisse porque todos os dias o despertador toca às 6 da manhã, por causa do trajeto para o trabalho (o mesmo horário, o mesmo ponto, o mesmo ônibus lotado, o trânsito de sempre...), ou porque todos os dias a louça precisa ser lavada, ou porque amanhã tem aula de novo e porque várias outras coisas se repetem e repetem, mais uma vez e de novo.
Em “Ortodoxia”, G. K. Chesterton faz uma declaração bastante interessante sobre exultar na monotonia e nos dá pistas de como vencer o tédio:
“Mas talvez Deus seja forte o suficiente para exultar na monotonia. É possível que Deus todas as manhãs diga ao sol: ‘Vamos de novo’, e todas as noites à lua: ‘Vamos de novo’. Talvez não seja uma necessidade automática que torna todas as margaridas iguais; pode ser que Deus crie todas as margaridas separadamente, mas nunca se canse de cria-las. Pode ser que ele tenha um eterno apetite de criança; pois nós pecamos e ficamos velhos, e nosso Pai é mais jovem do que nós. A repetição na natureza pode não ser mera recorrência; pode ser um BIS teatral. O céu talvez peça BIS ao passarinho que botou o ovo.”
Meu palpite é que o tédio não existe por causa da monotonia, mas, sim, porque não temos a vida em alta estima, porque tantas vezes somos incapazes de nos interessar autenticamente pelo mundo em que vivemos e pelo outro. A vida se torna surpreendentemente interessante quando nos alegramos com aqueles que estão alegres, quando choramos com quem está chorando, quando colocamos nossos recursos à serviço da nossa comunidade, quando nos fazemos vulneráveis ao outro, quando trabalhamos pela paz da nossa cidade, quando descobrimos uma árvore “nova” no caminho de sempre, quando temos uma causa pela qual lutar, quando somos gratos pelo dia ter amanhecido para nós mais uma vez...
"Lubimy ten stan, gdy nas zabiera na nockach
Przyśpieszone tętno, syf w głowie
Oczy mamy wyjebane, ćpanie wpada w krwiobieg"