Moradia R8 | Construção | Outubro de 2019
Fotografias tiradas da Moradia R8 aquando das visitas à obra ao longo do mês de Novembro de 2019. - Construção das lajes dos pisos 1 e 2.

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Moradia R8 | Construção | Outubro de 2019
Fotografias tiradas da Moradia R8 aquando das visitas à obra ao longo do mês de Novembro de 2019. - Construção das lajes dos pisos 1 e 2.
Lula Anuncia Modelo do RS para Financiamento de Moradias em Minas Gerais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o financiamento de moradias para famílias que perderam suas casas nas fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais seguirá o modelo implementado nas enchentes do Rio Grande do Sul há dois anos. Em declaração após reunião com prefeitos de Juiz de Fora, Ubá e Matias Pereira, o presidente assegurou apoio integral da União às cidades…
Kim Jong Un inaugura moradias para vítimas de enchentes
Pyongyang, Coreia do Norte, 23 de dezembro de 2024 (Rodong Sinmun) – O líder norte-coreano Kim Jong Un visitou a província de Phyongan do Norte, severamente afetada por enchentes em julho, para participar da cerimônia de conclusão das novas moradias para as vítimas. Durante o evento realizado no sábado (21), Kim fez um discurso no qual pediu desculpas pelo atraso na entrega das residências, que…
País tem 300,8 mil pessoas em situação de rua, mais de 80 mil em SP
Reprodução: © Rovena Rosa/Agência Brasil Maioria é negra, do sexo masculino e tem entre 18 e 59 anos Publicado em 12/07/2024 - 20:27 Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil - São Paulo ouvir: Um levantamento feito pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/POLOS-UFMG), revelou que 300.868 pessoas vivem atualmente em situação de rua em todo o Brasil. Em dezembro de 2023, esse total era de 242.756 pessoas. Segundo o estudo, uma em cada três dessas pessoas vive no estado de São Paulo, somando 126.112. Só na capital paulista, que lidera o ranking de capitais, há 80.369 pessoas nessa condição. Isso representa um aumento de quase 24% em relação a dezembro do ano passado, quando a cidade tinha 64.818 de pessoas morando nas ruas. Em entrevista à Agência Brasil, Robson César Correia de Mendonça, do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo, confirmou que o número de pessoas vivendo na cidade de São Paulo vem aumentando, principalmente na região central da capital. “Isso está ficando cada vez mais complexo. A falta de políticas públicas está saltando aos olhos, e a população em situação de rua vem sendo oprimida. A Guarda Municipal está cada vez mais truculenta com a população de rua. Isso só mostra o descaso que está havendo com essa população”, disse. Para Mendonça, a solução para esse problema passa pela criação de políticas públicas voltadas para essa população. “Enquanto não houver uma política séria, enquanto não houver um político que tenha vergonha na cara, vamos seguir da maneira como está”, acrescentou. O levantamento, que foi divulgado hoje (12), é feito com base nos dados de junho do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios. No estado do Rio de Janeiro, que aparece na segunda colocação no ranking, a população em situação de rua soma 29.816 pessoas, sendo que a maioria, 21.023, está na capital. Em Brasília, capital do país, 8.353 pessoas se encontram nessa situação de vulnerabilidade. Segundo o coordenador do observatório, André Luiz Freitas Dias, o aumento expressivo nos registros de pessoas em situação de rua no CadÚnico se deve tanto ao fortalecimento dessa base de dados como porta de entrada e principal acesso às políticas sociais no país – como o Programa Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) – quanto à ausência ou insuficiência de políticas públicas voltadas especificamente para essa população, tais como moradia, trabalho e educação.
Perfil
De acordo com o levantamento, 69% das pessoas em situação de rua que estão registradas no CadÚnico são negras. A maioria dessas pessoas é também do sexo masculino (85%) e se encontra na faixa etária entre 18 e 59 anos (87% do total), sobrevivendo com até R$ 109 por mês (85%). Dessa população, 14% apresentam alguma deficiência e a maior parte (42%) tem ensino fundamental incompleto.
Outro lado
Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura de São Paulo questionou o levantamento feito pelo observatório da UFMG. “A prefeitura respeita a pesquisa da UFMG, porém considera para suas políticas públicas o Censo População em Situação de Rua, produzido pela prefeitura de São Paulo em 2021, que é de conhecimento público, resultado de um minucioso trabalho de campo feito por mais de 200 profissionais e realizado a cada quatro anos. Já a universidade em questão utiliza dados do CadÚnico, que são cumulativos e autodeclaratórios”, observa, em nota. O censo feito pela prefeitura em 2021 apontava 32 mil pessoas vivendo nessa condição na capital paulista. O próximo censo deverá ser realizado em 2025. A administração municipal informou ainda que, desde 2021, investiu R$ 7,2 bilhões no atendimento social à população. “Somente em 2023 foram aplicados R$ 2.311.226.279,88, um aumento de 29% em relação ao orçamento do ano anterior (R$ 1.784.757.857,66). Neste ano já foram executados R$ 1.159.020.784,37, de janeiro a início de julho de 2024”, informou a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS). “Para os serviços de acolhimento e atendimento para a população em situação de rua na capital, os valores investidos nos últimos quatro anos somam R$ 1,7 bilhão. Nesse mesmo período foram criadas aproximadamente 12 mil novas vagas de acolhimento na cidade, o que representou um aumento de mais de 75% em vagas de acolhimentos para a população em situação de rua”, diz a nota da secretaria municipal. Edição: Juliana Andrade
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País tem 300,8 mil pessoas em situação de rua, mais de 80 mil em SP
Reprodução: © Rovena Rosa/Agência Brasil Maioria é negra, do sexo masculino e tem entre 18 e 59 anos Publicado em 12/07/2024 – 20:27 Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil – São Paulo ouvir: Um levantamento feito pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/POLOS-UFMG), revelou que…
Estudo indica que um em cada mil brasileiros não tem moradia
Reprodução: © Imagem de Arquivo/Agência Brasil No ano passado, 236,4 mil pessoas viviam em situação de rua no país Publicado em 15/09/2023 - 10:57 Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil - Brasília ouvir: Dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania revelam que, em 2022, 236,4 mil pessoas viviam em situação de rua no país – um em cada mil brasileiros. O relatório População em situação de rua: diagnóstico com base nos dados e informações disponíveis em registro administrativo e sistemas do governo federal traz informações referentes a essa população disponíveis nos cadastros nacionais.
O documento atende pontos de decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que recomenda a elaboração de um diagnóstico da população em situação de rua, convergindo nas diversas atividades a serem desenvolvidas dentro da Política Nacional para a População em Situação de Rua. A pasta contabiliza atualmente 246 centros de referência especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop), totalizando mais de 578 mil atendimentos.
Perfil
O diagnóstico aponta que, do total de mais de 236 mil pessoas vivendo nas ruas das cidades brasileiras, 62% estão na Região Sudeste, sendo o Distrito Federal a unidade federativa com maior percentual – três entre mil pessoas vivendo nas ruas. O perfil dessa população é majoritariamente composto por homens (87%), adultos (55%) e negros (68%).
Violações
Em relação às violações de direitos humanos, o estudo revela que homens negros e jovens correspondem às principais vítimas desse tipo de violência. Pessoas pardas (55%) e pretas (14%) somam 69% das vítimas, e a faixa etária mais atingida é de 20 a 29 anos (26%), seguida dos 30 a 39 anos (25%). Quanto ao tipo de violência, 88% das notificações em 2022 envolviam violência física, sendo a violência psicológica a segunda mais frequente (14%).
Articulação
Entre as conclusões, o relatório mostra que a articulação interministerial para a construção de políticas públicas para pessoas em situação de rua deve envolver as pastas do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; do Trabalho e Emprego; da Educação; da Saúde; da Justiça e Segurança Pública; e das Cidades.
Fortalecimento
Além disso, o documento classifica como primordial fortalecer a atuação dos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de outros equipamentos, serviços, programas e projetos de assistência social básica, visando a prevenir situações de vulnerabilidade e risco e fortalecer vínculos familiares e comunitários. O relatório destaca ainda a atuação dos serviços de proteção especial na reconstrução de vínculos, na defesa de direitos e no enfrentamento das situações de violação. Outros pontos de destaque se referem ao fortalecimento do acesso a emprego e renda, a direitos básicos como documentação e educação, além de um olhar para o uso de drogas como problema de saúde pública.
Denúncias
O Disque 100, vinculado à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, funciona 24 horas por dia, sete dias da semana e registra denúncias de violações, além de disseminar informações e orientações sobre a política de direitos humanos. Denúncias também podem ser feitas por meio do WhatsApp (61) 99611-0100, de videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e pela Ouvidoria. Edição: Graça Adjuto
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Governador Tarcísio de Freitas anunciou o lançamento do programa Casa Paulista - DivulgaçãoA iniciativa, voltada para famílias de baixa renda, deve gerar milhares de empregos e reduzir o déficit habitacional na região.Piracicaba, uma das 67 cidades contempladas pelo novo programa de habitação do Governo de São Paulo, o Casa Paulista, deve receber 768 novas unidades habitacionais. O governador Tarcísio de Freitas anunciou a liberação de R$ 258,1 milhões para financiar 20 mil moradias destinadas a grupos familiares com renda mensal média de R$ 2,4 mil."Nossa missão é desafogar o mercado imobiliário, reduzir o valor do aluguel e oferecer a chance da casa própria para quem ganha pouco", disse o governador. A iniciativa, de acordo com ele, beneficiará não apenas os futuros proprietários, mas também aqueles que trabalharão nas construções.Os empreendimentos serão realizados pela iniciativa privada, com financiamento da Caixa Econômica Federal. Estima-se que cerca de 66 mil empregos diretos e indiretos serão gerados durante as obras, impulsionando a economia local.O programa Casa Paulista foi projetado para transformar o panorama habitacional de São Paulo, com foco nas cidades com grande déficit habitacional e áreas de risco. Marcelo Branco, secretário estadual, ressaltou que a parceria do governo paulista traz ganhos significativos para a população.O subsídio oferecido pelo Estado facilita o acesso à casa própria para famílias com renda mensal média de R$ 2,4 mil. Sem esse auxílio, apenas grupos familiares com renda média de três salários mínimos, equivalente a R$ 4 mil, teriam condições de adquirir habitações nos mesmos empreendimentos.As construtoras e incorporadoras que fazem parte do programa foram selecionadas em junho pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e aprovadas pela Caixa Econômica Federal. A demanda é aberta a todos que se enquadrarem nos critérios do programa e receberem aprovação da Caixa.Este é o terceiro anúncio do Governo de São Paulo em 2023 voltado para facilitar o acesso à casa própria por meio de subsídio. O programa Novo Casa Paulista promove a diversidade entre as faixas de renda dentro de um mesmo condomínio, sem necessitar de investimentos por parte das prefeituras.Dentre os critérios de seleção, a distribuição das unidades habitacionais priorizou cidades com maior número de domicílios em áreas de risco, maior número de domicílios em favelas ou aglomerados subnormais e maior população.Conheça nossas mídias sociais:Facebook: https://www.facebook.com/pirapopnoticiasInstagram: https://www.instagram.com/pirapop_noticiasWhatsApp: https://chat.whatsapp.com/KWamPqnT7GBID42fLMlm1HYoutube: https://www.youtube.com/channel/UCrWfubY4QWA68LP_soBpLygMais notícias de PiracicabaPara saber o que acontece em Piracicaba e Região Metropolitana, acesse nosso site e os outros canais!Site: https://pirapop.com.brFacebook:https://www.facebook.com/pirapopnoticias Instagram: https://www.instagram.com/pirapop_noticiasWhatsApp: https://chat.whatsapp.com/GsJ6s2s1tR6JD65zFm6bk5Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCrWfubY4QWA68LP_soBpLyg
Gustavo Pompeo também relatou a reclamação de munícipes sobre a falta de manutenção e segurança em uma praça localizada no Parque Santa Cecília - Guilherme LeitePara o vereador, demora em tramitação de projeto de lei sobre regularização de moradias no Bosques do Lenheiro traz prejuízos a moradores.A demora na liberação da entrega definitiva de escrituras de imóveis, na região do Bosques do Lenheiro, foi tema de discurso do vereador Gustavo Pompeo (Avante) na noite de quinta-feira, 29, na 38ª Reunião Ordinária.De acordo com o parlamentar, algumas das residências localizados no bairro foram adquiridas por intermédio da já extinta Emdhap (Empresa Municipal de Desenvolvimento Habitacional de Piracicaba) cujas atribuições, recentemente, foram incorporadas pela Semughet (Secretaria Municipal de Habitação e Gestão Territorial).Ainda segundo o parlamentar, mesmo com as casas quitadas, os moradores não conseguem vendê-las e realizar a transferência definitiva da escritura da propriedade, pois ainda não há lei municipal que permita esse registro em cartório.Ele reproduziu em plenário um áudio encaminhado por um munícipe chamado João (não mencionou o sobrenome): “Ele sabia que ele tinha quitado a casa e a colocou para venda. Ele achou comprador, o comprador foi lá, ele fechou o negócio, mas ele não tem escritura no nome porque na lei ainda não foi colocada a triangulação, passada do que era da Emdhap para a Prefeitura, para depois criar a Semughet”, falou.De acordo com o vereador, o Executivo demorou cerca de sete meses para encaminhar a referida lei à Câmara e, agora, com o recesso parlamentar de julho, ele teme ainda mais morosidade na obtenção da escritura definitiva: "sete meses… agora, o projeto está na Câmara, que vai entrar em recesso hoje. Mais 30 dias para aguardar, para depois, quando voltar, a gente aprovar em primeira discussão, em segunda discussão, o prefeito homologar a Lei e começar a valer para o cartório poder entregar", pontuou.Gustavo Pompeo também relatou a reclamação de munícipes sobre a falta de manutenção e segurança em uma praça localizada no Parque Santa Cecília. "Já entramos diversas vezes em contato com os secretários para fazer manutenções, seja na questão da iluminação, poda nas árvores propriamente dita. Infelizmente, as informações que estamos tendo é que está havendo muitos furtos e os moradores solicitam um policiamento maior naquela região, pois hoje eles estão com medo de serem assaltados na praça", concluiu o parlamentar.Com Assessoria de ComunicaçãoConheça nossas mídias sociais:Facebook: https://www.facebook.com/pirapopnoticiasInstagram: https://www.instagram.com/pirapop_noticiasWhatsApp: https://chat.whatsapp.com/IbhgJV9OmuPGafDggyAZyxYoutube: https://www.youtube.com/channel/UCrWfubY4QWA68LP_soBpLygMais notícias de PiracicabaPara saber o que acontece em Piracicaba e Região Metropolitana, acesse nosso site e os outros canais!Site: https://pirapop.com.brFacebook:https://www.facebook.com/pirapopnoticias Instagram: https://www.instagram.com/pirapop_noticiasWhatsApp: https://chat.whatsapp.com/GsJ6s2s1tR6JD65zFm6bk5Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCrWfubY4QWA68LP_soBpLyg