Zambézia espera produzir duas mil toneladas de algodão na presente campanha agrícola. Para tal estão a ser envolvidas mais de setecentas famílias que junto das empresas algodoeiras na província estão ser doptadas de técnicas de modo a aumentar a sua produção na presente campanha agrícola. O Director adjunto do instituto do algodão em Moçambique, Gabriel Papaseco disse a dias a nossa reportagem na cidade de Quelimane, que esta produção ira representar um incremento de vinte por cento quando comparado com a campanha finda 2012/2013 em que a província da Zambézia produziu mil e oitocentas toneladas de algodão. Segundo a fonte para além do sector familiar estão também a trabalhar junto das comunidades as empresas algodoeiras que operam na Zambézia , nomeadamente, a Polombique, Mocotex e Olam, que estão a fazer o fomento da cultura do algodão nas comunidades para além da assistência técnica e distribuição da semente. A província da Zambézia possui três fabricas de descaroçamento do algodão, localizadas nos distritos de Mocuba, Morrumbala e Alto Molocué que garantem por outro lado a compra desta cultura e também a transmissão de técnicas para que as famílias possam aumentar o seu nível de rendimento tendo em conta os níveis de padrão internacional os quais são exigidos pelo principais compradores estrangeiros. Actualmente os produtores do sector familiar estão a produzir quantidades reduzidas, criando deste modo um desconforto para quem esta inteiramente ligado a produção do algodão na Zambézia. Gabriel Papaseco disse ao nosso jornal que as famílias estão actualmente a produzir seiscentas quilogramas de algodão por hequitar sendo que este numero é muito baixo para quem produz apenas o algodão e que o sector esta a trabalhar diante das empresas produtoras de algodão de forma a dar mais subsidio as famílias para que estas possam elevar o nível de produção por hequitar até pelo menos duas vezes mais ou então ante mil quilogramas por hequitar pois isto iria melhorar o nível de vida das famílias camponesas. "Nos queremos que o algodão volte aos patamares que atingiu após a independência em Moçambique, mais para tal sabemos que o sector familiar deverá ser ainda cada vez mais investido, por forma a trazer bons resultados e garantir o mercado para que estes possam expor de forma competitiva os seus produtos " disse o Director adjunto nacional do instituto do algodão em Moçambique para quem o seu sector, ainda não intervém diretamente nas comunidades por varias limitações do mercado, que agora assegura-se ser aberto e livre. Dados em nosso poder indicam que o governo estabeleceu como preço mínimo de compra do algodão do sector familiar por quilogramas onze mil e setenta e cinco centavos o algodão da primeira linhagem e doze mil e setenta centavos o algodão da segunda
Zambézia espera produzir duas mil toneladas de algodão na presente campanha agrícola. Para tal estão a ser envolvidas mais de setecentas famílias que junto das empresas algodoeiras na província estão ser doptadas de técnicas de modo a aumentar a sua produção na presente campanha agrícola. O Director adjunto do instituto do algodão em Moçambique, Gabriel Papaseco disse a dias a nossa reportagem na cidade de Quelimane, que esta produção ira representar um incremento de vinte por cento quando comparado com a campanha finda 2012/2013 em que a província da Zambézia produziu mil e oitocentas toneladas de algodão. Segundo a fonte para além do sector familiar estão também a trabalhar junto das comunidades as empresas algodoeiras que operam na Zambézia , nomeadamente, a Polombique, Mocotex e Olam, que estão a fazer o fomento da cultura do algodão nas comunidades para além da assistência técnica e distribuição da semente. A província da Zambézia possui três fabricas de descaroçamento do algodão, localizadas nos distritos de Mocuba, Morrumbala e Alto Molocué que garantem por outro lado a compra desta cultura e também a transmissão de técnicas para que as famílias possam aumentar o seu nível de rendimento tendo em conta os níveis de padrão internacional os quais são exigidos pelo principais compradores estrangeiros. Actualmente os produtores do sector familiar estão a produzir quantidades reduzidas, criando deste modo um desconforto para quem esta inteiramente ligado a produção do algodão na Zambézia. Gabriel Papaseco disse ao nosso jornal que as famílias estão actualmente a produzir seiscentas quilogramas de algodão por hequitar sendo que este numero é muito baixo para quem produz apenas o algodão e que o sector esta a trabalhar diante das empresas produtoras de algodão de forma a dar mais subsidio as famílias para que estas possam elevar o nível de produção por hequitar até pelo menos duas vezes mais ou então ante mil quilogramas por hequitar pois isto iria melhorar o nível de vida das famílias camponesas. “Nos queremos que o algodão volte aos patamares que atingiu após a independência em Moçambique, mais para tal sabemos que o sector familiar deverá ser ainda cada vez mais investido, por forma a trazer bons resultados e garantir o mercado para que estes possam expor de forma competitiva os seus produtos ” disse o Director adjunto nacional do instituto do algodão em Moçambique para quem o seu sector, ainda não intervém diretamente nas comunidades por varias limitações do mercado, que agora assegura-se ser aberto e livre. Dados em nosso poder indicam que o governo estabeleceu como preço mínimo de compra do algodão do sector familiar por quilogramas onze mil e setenta e cinco centavos o algodão da primeira linhagem e doze mil e setenta centavos o algodão da segunda
Zambézia espera produzir duas mil toneladas de algodão na presente campanha agrícola.
Para tal estão a ser envolvidas mais de setecentas famílias que junto das empresas algodoeiras na província estão ser dotadas de técnicas de modo a aumentar a sua produção na presente campanha agrícola.
O Director adjunto do instituto do algodão em Moçambique, Gabriel Papaseco disse a dias a nossa…