💪✨ Empreender no Brasil sendo mulher: coragem, resiliência e inspiração que transformam negócios
💪✨ Empreender no Brasil sendo mulher: coragem, resiliência e inspiração que transformam negócios
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No Brasil, onde abrir e manter um negócio já exige determinação, empreender sendo mulher é um ato de coragem diária. Desde 2023, o Dia Nacional da Mulher Empresária — celebrado em 17 de agosto — reconhece a força feminina no mundo corporativo. Mas, além…
#VidasNegrasImportam 5 Filmes Dirigidos por Mulheres Negras para Você Curtir e Refletir
Felizmente as mulheres vêm ganhando mais espaço no cinema e isso inclui a direção. Esse fato se reflete também quando o assunto é representatividade negra. O número de diretores negros comparados à diretores brancos circulando nos circuitos comerciais é muito pequeno. E o de mulheres então? Nem se fala! É ínfimo!
Por isso eu trouxe hoje cinco filmes maravilhosos que foram dirigidos por mulheres negras e que com certeza valem umas horinhas do seu tempo. Que tal aproveitar enquanto a quarentena não acaba para conhecer o trabalho dessas mulheres incríveis?
A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees), 2008
Atormentada pelas lembranças da morte de sua mãe e abusada por seu pai, Lily Owens (Dakota Fanning), uma menina de 14 anos, foge com sua amiga e enfermeira Rosaleen (Jennifer Hudson) para uma pequena cidade na Carolina do Sul, que guarda respostas do passado de sua mãe. Lá, elas conhecem as irmãs June (Alicia Keys), August (Queen Latifah) e May (Sophie Okonedo), que as acolhem e ensinam tudo sobre apicultura, mel e a Madona Negra. Lily também descobre que a verdade sobre sua mãe está mais perto do que ela pensa.
Confesso que vi esse filme há anos, mas nunca me esqueci das lições valiosas que ele passa. É um drama muito delicado e tem todo o charme dos anos 60. A história, maravilhosamente conduzida pela estadunidense Gina Prince-Bythewood, é baseada no romance homônimo de Sue Monk Kidd.
Belle, 2013
Dido Elizabeth Belle (Lauren Julien-Box) é filha do capitão britânico John Lindsay (Matthew Goode) com uma escrava africana. Após a morte da mãe, Dido vai morar com o tio, Lorde Mansfield (Tom Wilkinson), para ser criada como uma dama da aristocracia.
Mesmo enfrentando vários preconceitos durante a vida, Belle (Gugu Mbatha-Raw) vive feliz e protegida, ao lado de sua prima e melhor amiga Elizabeth Murray (Sarah Gadon).
Mas a moça começa a entender as dificuldades que o mundo guarda para alguém de sua cor quando passa a ser cortejada por Oliver Ashford (James Norton), percebendo o descontentamento de sua família e, mais ainda, quando toma conhecimento de um polêmico caso na corte presidido por seu tio: o caso do navio Zong, um verdadeiro massacre que resultou na morte de mais de cem escravos, cujos donos exigiam seguro, alegando que se tratava de “carga danificada”.
Belle começa então uma jornada em busca de sua identidade: por que durante toda a vida nunca esteve em pé de igualdade com os que compartilhavam de sua classe social e nem com os que compartilhavam a cor de sua pele?
Apesar de super premiada, essa obra-prima da britânica Amma Asante ainda é pouco conhecida. Eu sou suspeita pra falar, já que é simplesmente um dos filmes da minha vida. Além de uma lição de História, tem um romance à la Jane Austen que, pra mim, é arrebatador.
Foi inspirado numa história real, que deu origem à uma pintura de Belle ao lado de sua prima Elizabeth, concebida em 1779 pelo escocês David Martin. Você pode conferir essa pintura aqui.
Eu Não Sou Uma Bruxa (I’m Not a Witch), 2017
Depois de um incidente banal em sua aldeia local, Shula (Maggie Mulubwa), de 8 anos, é acusada de feitiçaria. Um breve julgamento a considera culpada e ela é levada à guarda do estado e exilada para um campo de bruxas no meio de um deserto. Lá, ela participa de uma cerimônia de iniciação onde aprende as regras em torno de sua nova vida como bruxa. Como os outros residentes, Shula é amarrada a um carretel com uma fita. Dizem-lhe que se cortar a fita, será amaldiçoada e transformada em uma cabra.
Eu sou uma pessoa que adora todo tipo de filme, inclusive de terror, suspense e drama, então estou acostumada com maldades, sangue e entranhas. Esse filme não tem sangue e nem entranhas, mas consegue ser um dos mais cruéis que eu já vi. Concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro no ano passado, além de ter ganhado diversos outros prêmios. A zambiana Rungano Nyoni consegue com sucesso nos tirar da zona de conforto! Vale cada segundo!
Rafiki, 2018
O ditado diz que “boas meninas quenianas se tornam boas esposas quenianas”, mas Kena (Samantha Mugatsia) e Ziki (Sheila Munyiva) anseiam por algo mais. Apesar da rivalidade política entre suas famílias, as garotas começam a andar juntas e rapidamente se envolvem amorosamente. Apoiando-se mutuamente para perseguir seus sonhos em uma sociedade conservadora, as duas meninas serão forçadas a escolher entre felicidade e segurança.
Essa obra, baseada no conto Jambula Tree, da ugandesa Monica Arac de Nyeko, foi o primeiro filme queniano a ser exibido num festival internacional. Apesar de abordar um assunto sério (e importantíssimo), a queniana Wanuri Kahiu soube dosar o drama com a delicadeza da descoberta do primeiro amor. Simplesmente poético!
Obs: Para quem não sabe, a palavra rafiki faz parte do idioma suaíli e significa “amigo”.
Café com Canela, 2019
Margarida (Valdinéia Soriano) vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta (Aline Brune) segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.
Esse filme na verdade é feito “a quatro mãos”, uma parceria entre os mineiros Ary Rosa e Glenda Nicácio. Apesar de não se tratar de um filme de estúdio, qualquer desconforto causado aos não acostumados com essa filmagem mais simples (parece bobagem, mas infelizmente esse preconceito existe) é logo dissipado por esse drama delicioso que trata do luto, da amizade e da alegria de viver. Eu queria entrar na tela e ser amiga desses personagens, principalmente da Violeta. Puro amor!
E aí, vocês conhecem alguns desses filmes?
Além de trazerem mulheres negras na direção também vemos a grande representatividade no elenco, já que, com exceção de A Vida Secreta das Abelhas (que mesmo assim é co-protagonizado por várias...), todos são protagonizados por mulheres negras, todas excelentes atrizes, diga-se de passagem.
Nem todos os filmes abordam diretamente o racismo, mas todos nos fazem refletir sobre alguma coisa e, com certeza, nos entretêm também.
Bom filme pra vocês! ;)
Hoje tive a infelicidade de saber que fizeram comentários racista mais uma vez atacando a @majucoutinhoreal e a @thelminha_assis e me entresteço com isso. Mas, as mulheres ainda irão continuar lutando provando suas capacidades por algumas gerações a frente. Assim foi até hoje e será difícil aceitarem nosso poder,nossas conquistas,nosso empoderamento... Sei o quanto ainda sofro com o máchismo,com a indiferença,com o preconceito e a minha geração já mostrou que não teremos limites. Mas, a educação dos homens é retrógrada, sei que aprenderão assim e que os jovens e as crianças de hoje serão homens mais evoluídos em relação ao máchismo e ao derrespeito em relação as mulheres. #naoaomaxismo #aopreconceito #mulheresnocomando #empoderamentofeminino #ninguemsoltaamaodeninguem #juntossomosmaisfortes https://www.instagram.com/p/B-ctvQtBJ6q/?igshid=6ojaiqedh65a
#AdeliaSampaio: vanguardista que tomou as rédeas de um assunto marginalizado, adaptou uma história real e trágica que estampou as capas dos jornais de outra época. Adélia e sua obra (#AmorMaldito) nos agraciaram na última edição do #FestivalMixBrasil, uma honra! Deusa sim! <3 #MulheresNoComando (em Festival Mix Brasil) https://www.instagram.com/festivalmixbrasil/p/BuxNw0FgA4M/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1hzmx7p3oim4v
💃 #HebeCamargo completaria hoje (sim, 08 de março!) 90 anos. A WarnerBross divulgou o trailer do longa biográfico da apresentadora, que conta com a nossa queridíssima #RenataBastos interpretando #RobertaClose! Assista ao trailer: https://youtu.be/-wszp43lfBw A estreia está prevista para agosto. #MulheresNoComando (em Brazil) https://www.instagram.com/festivalmixbrasil/p/BuxB7sYg-g0/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=17sv8uwyv0l0a
🦸♀️ #MarisaOrth: poderosa atriz, cantora, humorista e "instrumentista" de gongo. A cada edição do #FestivalMixBrasil, Marisa traduz o anseio popular e decide se as obras submetidas ao #ShowDoGongo serão exibidas até o final ou se serão sumariamente ~gongadas~. 10/10 em tudo que faz! <3 #MulheresNoComando (em Festival Mix Brasil) https://www.instagram.com/festivalmixbrasil/p/Buw2iBuHjuE/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1wvf67ydeqeov
#SuzyCapó: cofundadora do #FestivalMixBrasil, Suzy foi uma das principais disseminadoras da temática da diversidade sexual no audiovisual. Uma das maiores cabeças pensantes do movimento, além de uma pessoa muitíssimo querida. Ela agregou muita gente. Suzy forever! <3 #MulheresNoComando (em Festival Mix Brasil) https://www.instagram.com/festivalmixbrasil/p/BuwkTIdAIRz/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1ozp04b5fag84
🦸♀️ #JosiGeller: diretoríssima do #FestivalMixBrasil, é a executiva-mor do Mix. Mor legal, mor inteligente, mor humorada, mor organizada, mor alinhada com tudo e todos. Agradecidxs e abençoadxs somos! <3 #MulheresNoComando (em Festival Mix Brasil) https://www.instagram.com/festivalmixbrasil/p/BuwCDoJAegW/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=o520ylqvz2b5