Ontem eu sonhei que eu ia comprar um sorvete daqueles fast food que sinceramente, tudo de lá tem mais ou menos o mesmo aroma e gosto, mas, que você acaba comendo mesmo assim.
Enfim, nesse sonho eu tinha feito o meu pedido. No entanto, tinha algo diferente no lugar. Era tipo um refeitório gigante só que as paredes, as mesas, as cadeiras, o chão, incluindo o balcão de atendimento eram cimentadas, isto é, sem tinta e sem azulejos. Após escolher o sorvete de tamanho médio, a atendente mede o sorvete (sim ela mediu em um copo de plástico) antes de passar para o “copo oficial” do doce. Fiquei indignada com aquela atitude, pois o sorvete já estava derretendo e ela iria me entregar assim mesmo.
De repente, fui teletransportada, agora, junto com um amigo para uma cidade. A cidade era silenciosa, normal, mas, tudo era meio azul-acinzentado, inclusive as arvoretas e as pessoas. Enquanto a gente andava pelas ruas, olhando os carros estacionados, voavam também uns lixos (normais, de uma rua suja) tudo da mesma cor. Em dado momento, encaramos as pessoas que estavam deitadas em um “mini bosque” e tinha um esparadrapo cortado e colado formando um “x” em cada olho. Sentíamos que essas pessoas estavam mortas.
Acordei.
Escrito em Abril, 2019.