𝑰𝑵𝑺𝑻𝑨𝑮𝑹𝑨𝑴 𝑼𝑷𝑫𝑨𝑻𝑬! CONRAD&PANDORA.
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𝑰𝑵𝑺𝑻𝑨𝑮𝑹𝑨𝑴 𝑼𝑷𝑫𝑨𝑻𝑬! CONRAD&PANDORA.
rough touch
31. Mun chooses. (My muse clutches their hand tightly around your muse’s mouth to silence them.) + Spies AU
Roupas claras, um crucifixo sobre a clavícula, o olhar inocente: construía a imagem de santa com poucos atributos, conceito este que divergia enormemente da essência suja da espiã. Os desavisados não sabiam o que tão pura menina poderia estar fazendo no meio de algo tão nefasto, sem se dar conta do jogo em que caíam ao se aproximar de tão belo e falso anjo. O último vislumbre de pureza certamente era um atrativo para aqueles que se consideravam poderosos o suficiente para contaminá-lo, todavia, não era nada mais nada menos que um ponto de luz no meio de um oceano escuro: a armadilha perfeita para devorar e pisar no ego alheio.
“Don’t make me leave like this - Please.” (bear e dwi) pq sofrer é o que há -lully
Apesar do maxilar travado, o queixo de Dwight tremia enquanto cerrava os dentes com tamanha força que chegava a doer. Queria socar alguma coisa. Queria desesperadamente esmurrar o punho em algo que o fizesse esquecer daquele maldito buraco no peito, que o consumia de segundo em segundo. Outra briga, outra discussão e mais várias palavras odiosas trocadas. Era sempre assim. Todas as vezes. Mas estava cansado. Cansado de ser acusado constantemente de trair a única pessoa que amara de verdade na vida. Cansado de ver como Bear de fato acreditava naquilo e quanto tal possibilidade matava o outro também. Matava aos dois, de forma vagarosa e torturante. Era tudo intenso demais para Dwight, que sempre fora uma criança chamada de ‘psicopata’ pelos colegas pelo simples fato de que ele não sentia tanto quanto as outras pessoas. Sim, era só uma brincadeira besta de mau gosto, mas seus pais de fato o levaram ao médico por causa disso. Não havia nada de errado com ele. Nada. Ele simplesmente era lógico demais, racional demais e sentimentos não faziam sentido em sua cabeça. Aprendeu, porém, a mascará-los. Aprendeu que mostrar os dentes num sorriso dócil o faziam querido e que dizer ‘eu te amo’ era a mentira mais contada de todas. Como uma máquina, ele copiou tudo o que via, manipulou quem convivia e ganhou um emprego que o fazia sentir-se útil realmente. Mas apesar dos sorrisos e doces palavras, os olhos de Dwight continuavam frios feito gelo, sem sentimento ou emoção alguma. Olhos que só sorriram para Bear. Que só choravam para Bear. E que só amavam Bear. O homem metros a frente, que estava parado perto da porta e com suas malas na mão, fora o único capaz de fazê-lo entender que ‘eu te amo’ poderia ser algo genuíno. Não havia ninguém no mundo como ele e Dwight sabia que tudo de si só tinha a capacidade de amá-lo. Podia ser uma geada com todo o resto, mas com Bear ele era genuinamente doce e carinhoso como podia. Contudo, não podia deixar aquele círculo vicioso os matar de vez. Estava farto de ambos se reconstruírem apenas para que se quebrassem no instante seguinte. Precisava dar um basta. Sendo assim, Dwight formou uma barreira invisível entre ambos, não permitindo que as lágrimas de seus olhos rolassem. Ergueu seu queixo e fechou a expressão, não demonstrando absolutamente nada. ━ Get. Out. ━ Disse pausado, com a voz alta e firme. Precisava quebrá-lo uma última vez, para que Bear não retornasse mais, para que Dwight não pudesse machucá-lo de novo. ━ Do not come back here ever again.
Respirou baixo e pausadamente antes de esbravejar: ━ GET OUT!
kiss
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere | everywhere.
Pior do que perder alguém que tu ama, é ver a pessoa fazendo tudo exatamente igual com outra
Iago Adailton
kiss
Kiss over the heart: I am connected to you + kiss on the forehead: Parental/Familial love
Às vezes tudo o que precisava era de um porto seguro, onde pudesse ancorar e se proteger da tempestade. Nem sempre tinha pensamentos bons e, mesmo que o sorriso estivesse presente, as chances daquilo ser apenas uma fachada para evitar perguntas eram altas. Seguia a vida desta forma, engarrafando tudo o que podia por não conseguir se abrir tão facilmente até uma certa organização entrar em seu caminho. Era um exagero dizer que tinha duas ou três amigas durante seu tempo de ensino médio justamente por ser tão tímida com aqueles que não conhecia direito, coisa que rendeu certos problemas com uma bully fortona e briguenta. Chegava a ficar sem ar ao pensar nos péssimos momentos que passara sem Haneul lhe pondo para cima, sentimento que só piorava ao lembrar que Miyeon estava onde quer que olhasse devido à RFA. Apertou mais um pouco, inconscientemente, o rapaz que estava entre seus braços. Esta era a parte ruim de participar do grupo beneficente: era só ficar sozinha com a morena para todas as emoções ruins retornarem, agravadas pelo fato de ainda não conseguir se defender de modo apropriado da lutadora. O nó na garganta se formava pelos vocábulos não ditos, pelos pedidos de ajuda que não conseguia proferir de jeito nenhum. Aparentava estar bem e continuaria a fazê-lo pelos seus outros amigos, aqueles que tinha orgulho de falar sobre. Nunca esteve cercada de tanta gente e mesmo depois de meses, só começara a se acostumar por agora, achando a sensação um tanto acolhedora. Continuou o abraço com o amigo, amigo, que palavra boa de se dizer!, deixando apenas o cheiro de sabonete lhe confortar como precisava. Estava segura, nenhuma criatura podia lhe atingir naquele momento. Aos poucos, a ansiedade diminuía, junto da vontade de chorar e a tremulação nas mãos. Todo mundo tinha dias ruins, certo? Antes que ousasse a falar com Sungmin, virou o rosto para frente, deixando um curto e quase imperceptível beijo sobre o casaco do menino. — Kamsamnida. — Não precisou fingir dessa vez, o grato sorriso era todo verdadeiro. Mesmo querendo ficar mais um pouco por ali, soltou o jovem e deixou-o respirar. — Abaixa, Sungmin-ah. — Esperou que o mais novo acatasse a ordem, ficando na ponta dos pés para alcançar sua testa. Queria que ele soubesse do contato, afinal, não tinha sido lá muito espalhafatosa alguns momentos antes. Deixou outro beijo, agora em sua cabeça, sorrindo satisfeita por fim.
Só que os pais servem para acolher, não amedrontar.
Espalhei-me
Vadia.