psycho wendy ♡
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
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we're not kids anymore.
noise dept.
Cosimo Galluzzi

⁂

祝日 / Permanent Vacation
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@castitas
psycho wendy ♡
Peek a boo starter!
Digite happiness para ser encorajado por Sora depois de algum momento muito triste (up to 1)
Digite gimme that gimme that ice cream para que Sora pague um bolo de sorvete para o seu personagem (siah)
Digite automatic para ter Sora como sua carona e talvez tentar ensiná-la a dirigir, já que ela não faz ideia como isso acontece (hyejin)
Digite dumb dumb para um flashback onde Sora está paralisada por causa do crush e só consegue se comunicar através de letras de Michael Jackson (hayoon)
Digite one of these nights RFA remix para trabalhar até tarde demais com Sora na organização (e aí a gente pode ir para baladinhas ou ter um momento emo, o lado velvet permite as duas coisas) (a hell lot of people)
Digite russian roulette para deixar Sora bem chateada, a ponto dela querer apontar uma arma para as heart b-b-beats do seu personagem (up to 1)
Digite lookie lookie ma supa lookie lookie lookie para fazer um flashback no primeiro dia da Sora na RFA (seun)
Digite grito de tarzan da seulgi para ir em um zoológico e passar o dia com Sora (jooheon)
Digite peek a boo para brincar de se esconder com Sora e resgatar memórias de infância (eunbi)
E aperte o ♡ caso queira algum starter que não esteja listado.
trashdorole:
❛ ——— se aproveitar de você? anyo. pode até não parecer, mas eu tenho algum resquício de decência, meu anjo. dizem que é algo que nem todos podem ter, uh? quase uma raridade com tanta gente estúpida por aí. pergunto-me às vezes se vale à pena desperdiçar algo tão raro com algumas pessoas, mas você é uma daquelas que vale a pena ser decente.❜ mesmo que esteja destilando todo o charme adjunto a prepotência aquela sentença, ele não deixa de ser honesto para com outrem. sora ainda é alguém que tem consideração, o respeito sendo algo tão raro e extraordinário em seu vocabulário. não está aí para agradar alguém em específico para atuar de frente a ela ou a qualquer outra pessoa, pois por mais desbocado que possa ser aquele ao menos é sincero com cada pronúncia. ❛ ——— satã amar você? uh. deixe-me pensar.❜ realmente está pensativo quanto a hipótese ao enxergar a si mesmo como um demônio, a resposta daquela indagação brincando em sua mente tão ardilosa. ❛ ——— não acho que satã possa amar alguém, mas que ele se diverte às suas custas? eu tenho certeza. você não fez nada para merecer isso, noona? ❜ apoia a mão direita sobre a mesa para sustentar o rosto, a expressão impecável está para analisar a natureza daquele sorriso a adornar os lábios alheios. ❛ ——— há quem diga que nós nunca somos provados com algo que não somos capazes de suportar. já está prestes a desistir de um tormento que sequer começou? ❜ embora esteja igualmente na defensiva ao respondê-la, o coreano não deixa de articular aquilo em uma suavidade tão própria aos seus diálogos com a outra. ❛ ——— a verdade é que o caos existe dentro de nós mesmos, uh? não há porque culpar satã por suas supostas provações, meu anjo. ninguém está obrigando você a enfrentá-las. você pode simplesmente desistir como os covardes o fazem. mas você sabe o que acontece? você perde o seu diferencial e torna-se como a maioria. ❜ a naturalidade que está para dizer aquilo sequer é questionável, pois a essência ríspida o impede de ser tão sensível quanto almeja com certas declarações. ❛ ——— ninguém irá obrigá-la a fazer algo que não deseja, sora.❜ sopra adjunto a uma riso deleitoso ao averiguar a própria sentença, o olhar desinteressado divaga pelo estabelecimento até retornar em curiosidade para o contorno alheio. ❛ ——— sem mentiras? o meu sabor favorito é menta. já provou o quão refrescante pode ser? sei que muitos irão comparar a creme dental, mas um grande vai se foder a quem pensa isso. menta tem um sabor de infância e um ar de nostalgia tão bom quanto este seu sorriso bonito. ❜ elogia desta vez sem resquício algum de malícia ou persuasão; dizeres tão sinceros e verdadeiros ao poder diferenciar o primeiro sorriso do segundo. ❛ ——— eu sei que você será uma excelente médica, meu anjo. é por isso que hoje será por minha conta, uh? preciso demonstrar a gratidão em nome dos civis por termos uma médica tão bonita e talentosa zelando pelo bem-estar de seus pacientes e todo aquele marketing altruísta. ❜ revirou os olhos em um riso divertido ao elogiá-la como costumava fazer quando adolescentes: genuinamente encantado.
❛ ——— tem certeza que eu serei a única pessoa que ficará molhado, sora?❜ arqueia a sobrancelha direita ao sorrir em provocativa a mais velha, as íris acompanham o tracejo dos lábios alheios por alguns instantes. ❛ ——— de fato, eu cresci. você pode me chamar de satã e pedir para que eu seja mais misericordioso com você. quem sabe eu não escuto as suas preces, uh? mas para ser honesto eu não estou aqui por você, noona. não seja tão convencida desta forma. pense pelo lado positivo: ao menos estou sendo sincero com você, noona. sem mentiras ou deboche. você pode simplesmente levantar e sair, mas algo me diz que você está exatamente onde queria estar, uh? ❜
— Obrigada pela consideração, dongsaeng, você não sabe o quão reconfortante é escutar que você será decente comigo. Me faz ficar mais tranquila, de verdade. — Depois de tantos anos treinando, a garota se considerava o tipo de pessoa que podia enxergar além da arrogância daquelas palavras, vendo a verdadeira intenção do rapaz ao proferi-las. Apesar de ser um tanto cega — um tanto apenas, já que boa parte do véu de inocência que repousava sobre sua visão havia sido arrancado de si — para más intenções, conseguia ver as vontades antagonistas, as boas ações mascaradas com camadas de prepotência para disfarçá-las e, assim, preservar a fama de má pessoa perante o público. Era melhor dessa forma, para Donghae, era uma boa coisa ser enxergado como um menino mal educado: assim, não tirariam onda com a cara dele, como faziam na época de escola, como fizeram com Sora ao demonstrar tamanha inocência. O mundo era cruel demais para aqueles com bom coração. — O que eu fiz durante toda a minha vida que possa merecer uma resposta dessas, Donghae-yah? Eu fui uma boa menina a minha vida inteira, fiz minhas orações como mandava a Bíblia e, mesmo assim, Deus tirou de mim a minha mãe e continuam a aparecer questões e mais questões, cada uma mais complicada do que a outra. Sem contar em todos os sapos que eu engoli para fazer as coisas da maneira mais correta. Já que ser uma menina que segue a moral cristã não adiantou muita coisa, não vejo problema em sair um pouco da linha que esperavam para mim, sabe? Talvez agora eu realmente mereça todo esse martírio para eu aprender, mas vou lidar com ele. E não vou desistir, por que eu faria isso? Eu não sou como a maioria e você sabe bem. — Era interessante a forma que, toda vez que falava com Donghae, um lado defensivo nascia em si, aflorando timidamente em seu coração. Começava a apontar os seus limites, deixando de ser a menina inocente e indefesa que um dia fora. Com as palavras do maior, cresceu o seu sorriso, se é que aquilo era realmente possível. — Sorvete de menta é uma delícia! — Disse, quase soando como uma criança. Podia tentar de tudo, mas a curiosidade e inocência em seu modo de olhar e agir sempre voltavam em alguma hora, dando as notas e os tons de cor do cerne da mais velha. — Quem chama sorvete de menta de pasta dental nem é gente, Donghae, eles estão perdendo o melhor sabor de todos depois do de Matcha. Sorvete de chá verde é uma delícia, só é meio amargo em comparação aos outros, até entendo a rejeição. — Queria dizer que não julgava muito as opiniões alheias mas, bem, seria uma mentira. — Yah, eu deveria te ajudar! Eu comi tudo isso e ainda pedi sorvete, você não deveria lidar com essa conta sozinho. — Disse, um pouco receosa de deixar toda a conta nas costas do mais novo. Apesar de ser um ato que considerava cavalheirismo, Sora não achava tão aprazível assim a sensação de ser carregada nas costas de outro alguém. Acabou esquecendo o desconforto logo após, rindo da piada descarada do mais novo. Como conseguia ser tão impuro com tão pouca idade? Via aquilo mais como uma brincadeira do que uma provocação séria, afinal, teria que dar um corte maior caso considerasse aquilo uma investida de verdade. — Não preciso, você está mais para duendezinho travesso do que Satã, sabia? Aish, você não deveria dizer para a pessoa que te acompanhou nessa refeição que não está aqui por ela, mas, bem, pelo menos seguiu a sua promessa. Obrigada, dongsaeng, eu acho. — Achou muito estranha a colocação do mais novo mas apenas a aceitou calmamente, sem refletir muito sobre o assunto. Apesar de ter sido uma provocação com outro cunho, Sora não poderia deixar aquilo passar em branco: a suavidade em suas palavras era acompanhada de honestidade, um traço marcante de qualquer conversa entre os antigos colegas de classe: — Me diga por que eu não estaria aqui, Donghae? Você é meu precioso dongsaeng que cresceu mais do que deveria e sempre fala coisas divertidas, então, é de se esperar que eu goste de sua companhia. Honestamente? É claro que estou feliz exatamente onde eu estou, não podia ser nem um pouco diferente.
— Ah! Eu ainda não tomei sequer um gole do meu café! O que você quer?!
Ah, Sowonie, você ainda não tomou café? Será que então eu posso tomar contigo? Não queria nada demais, é sério, só aproveitar um pouquinho a sua companhia... se for possível, óbvio, eu posso esperar até mais tarde para falar com você se for o caso! Só não quero atrapalhar, de verdade.
trashdorole:
❛ ——— não imaginei que fosse tão ingênua, uh? está me confundindo com outra pessoa, sora. eu sou adepto da verdade e somente a verdade. deveria conhecer mais deste princípio agora que está livre. ❜ a verdade é que ele não tem preferência quanto as nuanças de sora. qualquer que seja a essência manifesta através da oratória está para entretê-lo, diverti-lo ao ponto de rir em combinatória de escárnio e regozijo. ❛ ——— o que posso fazer se a senhorita está devorando todo o resto sozinha, uh? eu preciso tomar o partido das coisas se quiser que algo aconteça. ❜ a extravagância verte daquela sentença tão simplória, da qual ele tem quase certeza que ela saberá interpretá-lo e rejeitá-lo. embora tenha orgulho próprio aquilo é totalmente previsível ao coreano. ❛ ——— então você realmente planeja me jogar no rio han? esperava um programa um tanto quanto mais refinado, mas se os seus gostos são tão peculiares assim por que não? apenas tenha consciência que irei puxá-la junto comigo. you know. a queda nunca é solitária. ❜ replica ao degustar do frango ele mesmo, afastando-se da mais velha ao sorrir em provocação. ❛ ——— sorvete? huh. eu posso conseguir isso ‘pra você. o que eu não posso fazer, afinal? só não me peça para ser menos abusado, porque certamente irei decepcioná-la com isso.❜ piscou em satisfação ao bebericar do próprio soju, os lábios umedecidos com a língua ao analisá-la. ❛ ——— você está pensando muito em sacrifício. o que é isso, sora? yah. tão simbolista. qual o significado do sorvete? seria você me dando um gelo? ❜
— É como todas as músicas de white aegyo, meu querido: uma garota tem que se proteger antes que os oppas do mal venham se aproveitar delas. No meu caso, são dongsaengs enviados do Satanás, não sei porquê. — Ao invés de gesticular com as mãos, o que se mexia enquanto falava era o par de hashis, livres de comida mas repletos de momento. — Acho que o Satã me ama, o que me diz? — A garota sorriu leve, orgulhosa de sua própria brincadeira. Apesar do coisa ruim ser um nome poderoso em sua religião, aos poucos ele perdia a sua importância para a garota: o inferno são os outros, Sartre dizia. Até mesmo o filósofo havia sido apresentado em um debate com o seu demônio da luxúria pessoal e, por onde olhava, ele não parecia lhe deixar em paz. Talvez fosse a sua própria cabeça pregando peças, tão dependente de uma mentira que não sabia mais operar em modo verdadeiro. — Já que você é adepto da verdade, então quero saber, sem mentiras... — Fez suspense, como se fosse perguntar algo muito sério em seguida. — ... qual é o seu sabor favorito de sorvete? — E sorriu, um riso aberto e que tinha a capacidade de iluminar toda uma sala. Momentos onde a sua inocência se mostrava andavam um pouco em falta mas ainda existiam, mesmo que as circunstâncias teimassem em apagar a luz interna da universitária. — Em minha defesa, serei uma médica muito requisitada e, por isso, preciso de energia para atender os meus pacientes. Sabia que dar a luz é um baita de um trabalho? Como é que você quer que eu atenda minhas pacientes se eu estou com fome e sem energia?! — Fingiu-se de profundamente ofendida e, para vingar-se, roubou um dos pedaços de comida que estavam dando sopa no prato alheio. — Sim, eu vou te jogar no Rio Han, mas eu não vou cair com você, óbvio. Pff, que história é essa, a única pessoa a ficar molhada aqui vai ser você, tá bom? — Acabou por revirar os olhos, repousando os hashis quando terminou de comer. — Pedir para você ser menos abusado seria a mesma coisa que pedir para o Satã ser misericordioso. Você cresceu, Donghae, ficou mais alto e mais abusado, não acho que dê para mudar isso. — Ela deu de ombros, afinal, não é como se importasse tanto assim para as investidas tão idiotas do mais novo. — Aish, eu posso até estar te dando um gelo, mas é um gelo doce como o sorvete. Você ainda está me vendo aqui, certo? Tem gente que nem isso. Pense pelo lado positivo, dongsaeng!
a starter for @castitas
A insensibilidade provinda dos últimos acontecimentos não era algo que havia iniciado prontamente; tinha todo um motivo, uma estrutura, um wombo-combo de merda e desastrosidade que, é claro, tinha que acontecer com ele. Taehee já tinha essa concepção de que muita bosta ia acontecer com ele. Era como se ele fosse uma privada: só caía ali o que não prestava, realmente. Vez ou outra tinha um aromatizador para amenizar ou um desinfetante para tirar as impurezas, mas sempre — sempre — haveria merda. Com a mão no queixo e a cara de doente eterna, o Jung fazia o incessante e irritante batucar com a ponta dos dígitos na madeira da mesa, sentindo o calor de seu chocolate quente no queixo e não dando uma foda para tomá-lo. Era assim que ele se sentia ultimamente: sem vontade nem de fazer as coisas que mais gosta. Se arrependia um pouco de ter saído da casa da mãe por isso, porque com ela pelo menos teria a aventura de discutir, mas sozinho, em seu flat, só precisaria da companhia de Hayoon para ficar mais confortável. Mas aí que estava: ela não podia ficar com ele cem por cento do tempo, o que era tristonho para ele, ao mesmo tempo que lhe dava liberdade para andar nu na casa nova sempre que quisesse. A sineta do estabelecimento tocar foi a deixa para que ele quase pulasse da cadeira, alarmado para ver se era quem esperava. E quando não achou o rosto harmonioso de Sora, simplesmente voltou à mesma posição. Acontece que a presença sentida por trás, apesar de ter sido ignorada, era exatamente a dela. Ao perceber, tomou um susto e cobriu o peitoral instintivamente — após tremelicar por milésimos de segundo, afinal ele realmente havia se assustado. “Aigoo, desgraçada! Você quer me matar? Eu quase perdi minhas próteses.” Ajeitou a blusa como se com uma desculpa para fazer jus ao que havia dito, logo soltando seu sorrisinho — que ele tanto lutou para esconder. “Achei que ia me deixar aqui plantado, que nem um helianthus annuus bem bonitinho, eternamente.” Quando na verdade só estava ali há dez minutos — atrasado, por um acaso. “Eu estudo, viu, menina?!”
— Se eu tivesse feito você perder suas próteses, juro que comprava novinhas para colocar no lugar. — A frase repleta de brincadeira não teria sido falada por uma Soso de um ano atrás, deixando explícita a mudança da garota em um curto período de tempo. A menina religiosa e pouco aberta para palavras de humor parecia estar bem distante daquela nova garota, que agora carregava poucos traços de inocência em comparação, afinal, Jiho havia roubado parte dela no dia de seu aniversário. Mais uma memória que se tornara ruim com o amargor do término, mais uma data estragada por conta de um mal — quer dizer, péssimo — entendido. — Eu estava tentando ficar bonita, oppa, passar as noites chorando deixam a minha pele ressecada e com olheiras. Imagina se eu saio assim na rua? Vão me expulsar por denegrir a imagem da RFA. — Fazer piada da própria dor havia sido um mecanismo que copiara de outros, Taehee incluso em tal grupo: rir mesmo no meio da desgraça era algo que lhe apetecera, afinal, trazia leveza depois de ter tantas merdas acontecendo em sua vida de forma progressiva. Quando achava que as coisas iriam melhorar, Deus lhe dizia que não, mandando-lhe mais provações que não pareciam ter fim para o seu caminho. — I’m a I’m a babyface, I’m a I’m a babyface! Na verdade, não sou, mas as pessoas precisam acreditar nisso. — Cantou a música de WJSN no ritmo, uma de suas favoritas do grupo. — Estuda, Taehee? Que mentira, você enrola no dia antes da prova que eu sei. Seus amigos me contaram que você prefere jogar League of Legends ou Overwatch ao invés de estudar, sabia? Eu sei de tudo! — Finalmente sentou na frente do rapaz, sem muita culpa de ter atrasado tanto tempo assim. — Se eu jogasse eu seria main Mercy, meio óbvio, não é? Mas eu não jogo, eu só vejo drama e série mesmo. Inclusive, você deveria estar jogando agora, o que te levou a sair e ver a luz do dia? Está tudo bem com você? — Apesar de ter aprendido a conviver com o rapaz e responder suas provocações, Myung Sora se importava profundamente com Taehee e deixava tal fato explícito, seguindo os conselhos do próprio coração. Mesmo estando profundamente machucada, não deixava de lado o seu bom cerne, cuidando de todos que pareciam minimamente feridos, emocional ou fisicamente. — É só dizer os nomes que eu bato em quem tentou fazer algo com você! Quer dizer, eu peço para o Jaesun bater, você sabe que das minhas mãos só saem cura. Ah, é isso que você precisa? Do you need healing, Taehee-yah?
trashdorole:
◜ * ˖ ◍ ˙ ˖ não vislumbra como conduta ofensiva a decisão alheia de ignorá-lo. cujo termo ressoa hiperbólico demais para realmente interpretar como menosprezar. ele simplesmente desconsidera o assunto anterior para respondê-la, os lábios viperinos desdenham riso jocoso. ❛ ——— gostaria de dizer que é a primeira vez para fazê-la se sentir especial, but you know. este é o meu lugar favorito desde que éramos adolescentes, uh? ❜ aproveitou-se do fato de estar sentado do lado dela para se aproximar, o frango preso ao hashi ao oferecer para ela. ❛ ——— mas aposto que você não provou este aqui ainda, uh? eu pedi especialmente para você. ❜ encara os lábios daquela em certo deleite, cujas íris retornam aos olhos angélicos em seguida ao sorrir para ela. ❛ ——— ‘come on baby. eu sei que você vai gostar. ❜
— Nah, não precisa mentir para mim. Se eu descobrir que está mentindo, irei te jogar no Rio Han para ser comido pelos micro-organismos que ali vivem. — Apesar de ser uma brincadeira do outro, Sora estava na d e f e n s i v a. Depois de tantos meses sendo enganada, qualquer mentira branca se igualava a uma tragédia em seu diagnóstico. Talvez melhoraria seu estado em alguns meses, mas estava cedo demais para dizer tal coisa. — Especialmente para mim? Está comendo isso mais do que eu, yah, eu vou mesmo te jogar no Rio Han. — Assim que percebeu a aproximação do mais novo, atentou-se. Não era burra e nem cega, ou seja, conseguia captar muito bem as intenções daquele abusado, afinal, já era grandinha o suficiente para entrar naquele jogo e não vacilar graças às suas experiências anteriores. — Sabe o que eu gostaria mesmo? Um pouco de sorvete e espaço pessoal, afinal, você está perto demais de mim por causa de um pedaço de frango. Sabe como deve ser triste para ele ser morto e usado de desculpa para um momento desses? Honre o sacrifício do bichinho e o coma sem ser um abusado, sabe, a memória dele será mais respeitada dessa forma.
Apesar daquela pergunta ser claramente direcionada para ela, Sora preferiu ignorar completamente aquelas palavras ao invés de respondê-las. Às vezes era mais fácil passar por louca do que se comprometer e, bem, preferia passar batido e evitar mais aborrecimentos para si. — Ah, você já provou o ramen daqui? — E, com isso, deu uma garfada generosa, enchendo a sua boca de comida. Não podia falar de boca cheia, certo? Rezou internamente para que a pessoa desconsiderasse o questionamento anterior e a permitisse fazer a pêssega em paz, sem maiores dores de cabeça.
hvyunwoo:
O trajeto de Incheon para Seoul nunca havia sido tão longo.
Lembrava-se de ter visto o sol nascer através das janelas do trem noturno, do bater sequente de seu pé contra o assento da frente e do olhar impaciente da mulher de meia-idade sentada ao seu lado. Não a culpava. Se estivesse em seu lugar, também se incomodaria com a própria inquietação.
Contudo, era uma tarefa árdua manter a calma, quando dizer que a notícia recebida apenas hora antes fosse inesperada seria mero eufemismo. Era devastador e quase irreal, e não foi muito tempo depois de receber a ligação que poderia ser visto de malas (precariamente) feitas, deixando a casa da família e despedindo-se sem muitas explicações. “É uma urgência” ele diria, com o semblante vazio mas voz e mãos trêmulas, depois de depositar um rápido beijo sobre o topo da cabeça da mãe e garantir-lhe de que nada de ruim estava acontecendo. Grande mentira. Apenas acontecia de não possuir o tempo para prolongar-se em seus assuntos para a matriarca; em poucos o minutos, o último trem estaria deixando a estação, e tinha de estar nele.
Quando chega ao hospital, os raios de sol o aquecem. Sem uma única hora de sono para tornar toda aquela situação mais suportável, havia visto muitos de seus colegas de associação naquela tarde com familiar melancolia, e então lembrava-se do porquê de toda aquela familiaridade: a última vez que estivera envolto daquelas paredes brancas e frias fora no dia em que perderam Rika. É uma realização perturbadora a que se chega quando se encontra sozinho observando o corpo adormecido de Sora, até ver a movimentação e os olhos abrindo-se em prova mais pura de sua vitalidade, e sente como se houvesse respirado pela primeira vez em tempos. Entre todas as coisas, Myung Sora só poderia ser mesmo uma peça única, na melhor das maneiras possíveis. O sorriso e a alegria que transborda de seu ser não parece condizente com o cenário em que se encontra, e por isso, tenta conter o próprio nó na garganta ao testemunhar aquela visão tão dualística, não desejando prejudicar sua positividade com os próprios ânimos baixos. Havia, inúmeras vezes, falsificado emoções que não lhe pertenciam; era disso, essencialmente, do que tratava-se seu ofício. Porque, então, naquele dado momento, não deixar o choque e a melancolia que vinha carregando consigo por todo aquele trajeto não transparecerem lhe parecia uma tarefa impossível?— Em carne e osso, dongsaeng. ’ Garante, inclinando o corpo para frente sobre a cadeira que havia sido posta ao lado de sua maca. A destra envolve-se à mão da mais nova, apertando-a suavemente, como para confirmar-lhe a sentença que acabava de enunciar. Igualmente, desejava tocá-la pois queria relembrar-se de que podia, e diferentemente da última ocasião em que estivera ali, Sora ainda estaria em carne e osso à sua frente por um longo, longo tempo. — Eu sinto muito. ’ As palavras escapam de sua boca naquele tom mórbido do qual imediatamente se arrepende, e por um momento, pergunta-se se haviam sido ditas apenas em sua cabeça. Os lábios então se curvam no melhor sorriso que seria capaz de realizar, e prossegue, procurando amenizar um pouco do peso de suas palavras prévias. — Eu… eu deveria ter te trazido um enorme buquê com um monte de flores bonitas. Sinto muito por isso. Aish, que péssimo Romeo… Mas elas estarão aqui da próxima vez que acordar. É uma promessa. ’
Mesmo com a progressiva perda dos efeitos daquele entorpecente, a jovem não conseguia processar de forma correta o toque em sua mão por conta da falha de seus sentidos, que estavam encobertos por uma nuvem de neblina chamada soro fisiológico e outras substâncias. Era um tanto desesperador sentir o quão seu corpo estava sendo inibido por tal tratamento físico, impedindo-a de ter uma resposta satisfatória para o contato com o outro: queria apertá-lo entre seus dedos e garantir que não iria perder a sua companhia, jamais. Enquanto piscava os olhos devagar, sentia levemente a palma pressionada na dela, como se fosse um convite para despertar do próprio torpor causado de forma artificial e encarar a realidade, onde sua mão continuaria sendo segurada por aqueles que importavam. Ah, como era bom mirar alguém que não teve quaisquer relações com os eventos anteriores, aqueles que quase causaram a sua morte. Pensar na arma apontada para si era como uma faca que cortava limites limpos, expandindo aos poucos a sua consciência.
Depois que iniciou o seu processo, não detinha mais tanto desejo de acordar assim.
Traumas eram difíceis demais de serem silenciados de uma hora para a outra, tanto que as superações para tais incidentes poderiam demorar meses ou anos para acontecer. Via escrito em traços tristes o quão difícil era para Hyunwoo estar no hospital, o quão melancólico era voltar para um espaço onde cultiva-se a maioria das memórias ruins de alguém. Aquela jovem fazia medicina para ser a mudança naquele espectro, trazendo vida e felicidade para aqueles que cruzassem o seu caminho! Como poderia permitir-se deixar o outro naquele estado? O seu próprio trauma falava mais alto, impedindo suas ações de serem tomadas com clareza e significado. O que poderia fazer por ele? Sora, então, fez o que sabia fazer de melhor: sorriu no meio da tempestade, deixando que o seu melhor olhar carinhoso saísse de si.
— Estou muito feliz, oppa, porque você veio me ver. — A voz tranquila não combinava com o interior levemente conturbado, que acordava aos poucos de uma paralisia forçada. — As flores não iriam me fazer tão felizes quanto a sua presença, sabia? Você não precisa se culpar por nada, está tudo bem. Você é um perfeito Romeu, com ou sem elas. E não precisa prometer! Sua visita é mais preciosa do que qualquer outra coisa. — E, mesmo sonolenta, Myung Sora ainda conseguia dizer palavras de encorajamento. Era a sua cerne, afinal: ajudar, mesmo que isso custasse um pouquinho da própria vitalidade. Trazida de volta para aquele mundo, conseguia finalmente sentir em totalidade o aperto contra sua mão, retribuindo com a fraca intensidade que era capaz de criar. — Eu estava com medo de ficar sozinha aqui, Hyunwoo-yah… — Em um estado normal, Soso privaria o rapaz de conhecer seus receios, afinal, não achava justo que ele carregasse algo que não lhe pertencia. O trauma, então, falou mais alto, criando um sentimento inquietante em seu coração assim que teve uma faísca de memória dos eventos passados. — Tive tanto medo, mas tanto medo de que me esquecessem aqui... Eu não estou segura, não estou, as enfermeiras não vão me proteger. — Agora, a menina piscava com uma frequência maior do que a normal, para afastar as primeiras evidências de lágrimas em seus olhos. — Oppa... Oppa, eu não estou segura, por favor, não me deixa aqui sozinha.
Minha véspera de Ano Novo? Ah, não foi nada demais. Só assisti a queima de fogos com a Naga pela janela do apartamento. E você, passou com alguém especial?
Ah, não... Não vamos comentar da minha véspera de ano novo, ela não foi tão legal assim. Envolveu, hm, muito choro e besteiras, tanto que a minha bochecha está mais inchada que o normal. Não que você precisa saber disso, Nari-ssi, não quero te incomodar com essas bobagens! Quem é Naga? Oh... você adotou mesmo o filhote que estava prometendo adotar?!
Sei que fui um escroto no último ano, mas, sinceramente, você foi uma das melhores coisas que me aconteceram e eu espero que nunca fique longe de mim — nem me deixe sozinho. Sou grato por tudo o que você fez por mim; infelizmente eu sou uma lástima para te apoiar quando precisa, da maneira como toda pessoal normal faria, mas juro que dou meu melhor sempre! Vamos continuar caminhando juntos, okay? Não quero perder você, senão Satanás vem me buscar.
She possesses an innocence so destructive, she put angels to shame.
zosraus (via halcyonwrites)
❝The Major Arcana Tarot cards form the foundation of the Tarot deck and consists of twenty-one numbered cards and one unnumbered card (the fool). They represent a path to spiritual self-awareness and depict the various stages we encounter as we search for greater meaning and understanding. In this way, they hold deeply meaningful lessons.❞ (source)
RFA as MAJOR ARCANA (two updates):
JUNG TAEHEE as THE MAGICIAN ➳ The Magician is associated with the planet, Mercury and carries with it skill, logic, and intellect. The number of the Magician is one, the number of beginnings. The Magician is the bridge between the world of the spirit and the world of humanity. Above the Magician’s head is the symbol of eternity and around his waist is a snake biting its own tail, another symbol of eternity. The Magician Tarot card typically appears in a Tarot reading at a time in your life when you have the creative power and energy to create a new life cycle for yourself. You have the ability to take the power of the Universe and manifest your desires.
CHOI DAHYE as THE DEVIL ➳ The card of the Devil represents the hidden forces of negativity that constrain you and that trick you into thinking you are imprisoned by external forces ultimately out of your control. The Devil is an inner force within each of us. She represents our fears, addictions, and other harmful impulses. A sense of hopelessness can accompany the Devil. At the foot of the Devil stands a man and a woman, both chained to the Devil. They appear to be held here, against their will, but only closer observation, the chains around their necks are loose and could be easily removed. This symbolises that bondage to the Devil is ultimately a voluntary matter which consciousness can release.
this is for my secret santa... @codename-neo
WE ARE INFINITE AS THE UNIVERSE WE HOLD INSIDE — the first part of your secret santa gift!
uma pequena grande mensagem ooc aqui embaixo:
my secret santa is… 𝓉𝒽𝑒 𝓅𝓇𝒾𝓈𝓉𝒾𝓃𝑒 (listen to the soundtrack)
“She possesses an innocence so destructive, she put angels to shame.”
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Siah mantinha o sorriso no rosto, abraçando e tirando fotos com criancinhas que se diziam suas fãs, mas qualquer um que a olhasse com mais cuidado poderia perceber que a atriz estava quase surtando. Odiava altura, odiava coisas rápidas, odiava brinquedos radicais - e estava rodeada por tudo aquilo. Já era a terceira criança que pedia a companhia da Im para ir em algum dos brinquedos, mas dessa vez ela viu uma saída: outrx membrx da RFA ali, tão pertinho de si. Não demorou nrm cinco segundos e já marchava em sua direção, de mãos dadas com a criança. “ — Hey! Que bom que te achei… O que acha de acompanhar essa coisinha fofinha na montanha russa, huh? ”
— Ah, Siah, você é a coisa fofinha, não é? Adoraria te fazer companhia na montanha russa. — Sora abriu um grande sorriso — um tanto travesso, cortesia de ter passado tempo demais com Taehee — para receber a garota, que trazia consigo uma criança pequena e de olhos curiosos. Pessoas mudavam pessoas e a convivência com o mais alto era capaz de provar aquilo na prática, já que Sora, a que menos identificava traços e traços de personalidade, conseguia ver o desconforto da outra. Provocar um pouquinho só também era um ato roubado do garoto, que sempre tirava com a cara da mais baixinha. — Eu acho que seria muito triste se eu fosse sozinha com ela, sabe, ela te pediu para acompanhá-la. Crianças tem almas muito puras e são enviadas de Deus, a escolha de te ter como acompanhante deveria ser vista como o maior elogio de todos. — Com o rosto pacífico, continuou sua pequena e autêntica ladainha, já que acreditava piamente em tudo o que dizia. — Que tal irmos as três juntas, huh? Você não quer... desapontar o coraçãozinho dela, não é? Vamos todas, Siah, vai ser divertido!