Nadegocentrismo
Nade, nade, nade! Continue a procurar Daqui a pouco o redondo Sol já vem brilhar Na adega bebia um homem, a fitar Nádegas que apeteciam o seu olhar
Seu lúbrico desejo era apenas tátil Sua respiração concentrada e jugular Enquanto tocava um álbum da máquina portátil Sua feição era simples de interpretar
“Bum” das percussões “Bum” da batida do seu coração Era música do seu desejo;
Sentia a química das suas pulsões Sentia na adega uma grande atração Depois de cada gole, caia em gracejos.












