Sem nada …
Sem nada … O amor não tem campainhaQuando passa, é um comboioSem maquinista nem freio,Despedaça-nos, destroça-nos, Ferra-nos a meio sem avisar,É fatal o golpe e profundo,Mais terrível que da morteA dor, não é religião nem Crença, contraditório à sorteAmar é o ter, como companhiaDa orelha esquerda a caraDo meio, metade olhando-se Metade se consente, a minha faceGirando sobre ela…
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