Ela sorriu por fim, fraco, mais para si mesma do que para qualquer outra coisa. Não era tão ruim. A dor, definitivamente, não era tão ruim quanto a desconfiança e o medo de não entender o que estava acontecendo. O psicológico estava muito mais afetado. E se o seu estava assim, Callie nem imaginava como @niikcndros poderia estar. Seu orgulho não importava mais, nem briga alguma, nem incerteza, nem nada. Tudo que queria era vê-lo bem. A mulher se levantou e olhou ao redor. Se certificou de que toda a família estava bem, desviou o olhar de Seojun, estava nervosa com a situação dele e não sabia direito se confiava nele ou não. Suspirou de leve ao ver Nik, mais afastado. Ele não parecia tão ruim. ‘Você foi a última a levantar, Calipátira, alguém o ajudou’ A consciência pesou. Ela respirou fundo e foi até ele. Tocou seu rosto, usava o anel que ele lhe dera há tantos anos atrás. Nunca o tirava do dedo do média. Nunca. “Você está bem” não perguntou, apenas afirmou, querendo assegurar aquilo pra ele e para si mesma. “Nós todos estamos bem, ok?” disse baixinho, em um carinho suave no rosto. “Precisamos ir embora, Nik, agora. Não podemos esperar e ver o que vai acontecer e-” ela travou por um segundo. Sabia bem o que diria, tinha certeza daquilo. “Precisamos estar juntos. Quero que venha para a mansão, sí? Só por hoje, amica mea” as palavras em latim carregavam carinho e suavidade - coisa que há muito ela não demonstrava. “Por favor” murmurou com os olhos brilhando preocupados, observando cada reação dos músculos do rosto alheio