Berhubung Ang Ang Ang Viral Jadi Sejauh Ini Hatiku Hanya Untuk Asli Lumajang Asli Malang Asli Tangerang Jangan Sedih HTS

seen from United States
seen from China
seen from Italy

seen from India
seen from Russia
seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from Russia
seen from United States

seen from United States

seen from Australia

seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from Jersey
seen from South Korea
seen from Australia
seen from Denmark
Berhubung Ang Ang Ang Viral Jadi Sejauh Ini Hatiku Hanya Untuk Asli Lumajang Asli Malang Asli Tangerang Jangan Sedih HTS
One time I was playing that ‘Concentration 64′ game (look it up) because I had nothing better to do, and the category was ‘songs’. I said ‘Our Lawyer Made Us Change The Name Of This Song So We Wouldn’t Get Sued’ and then everyone just stared at me. They hesitated. Haha I win.
Do you want us to start asking? Making you aware of the situation?
I am aware, and asking that if any of them think that could you please tell them no.
Sabe aquela música que não sai na sua cabeça e você, por isso, ouve loucamente, "no repeat"? Então. A primeira "No repeat" é Reel Around The Fountain, The Smiths. Ouvindo sem parar, a semana inteira. Primeira música, do primeiro disco (The Smiths, 1984). Coincidência divertida.
The Smiths.
Mais uma dupla dinâmica do rock. Morrissey e (Johnny) Marr.
Morrissey, ahh o Moz...! Diga o quiser sobre ele, mas é uma das maiores vozes do rock. Com um fraseado único, impossível de imitar. Ele deixa uma marca tão forte que é quase impossível fazer um bom cover de Smiths. O único que eu já vi fazer bem, mantendo a estrutura da música, foi o Johhny. Tá, o Mark Ronson fez bem também, mas é um mash-up, e a versão é tão diferente, que não conta nessa análise. E isso sem entrar nas letras. Essas ficam para um post futuro. Mas ahh, as letras. Mais que um letrista, um poeta.
Tirando o Moz, tem uma coisa no som do Smiths, que é difícil de dizer o que é, mas ela está lá e ela faz toda a diferença. Muitos foram influenciados, muitos tentaram copiar. Os primeiros fizeram sucesso e bebem da fonte até hoje. Os segundos, bom, falharam veementemente. Essa coisa se chama Johnny Marr. Um guitar hero que não se importava de ficar em segundo plano. Já deu canja em várias bandas (Modest Mouse, The Cribs) e se lançou ano passado em carreira solo (ouve. Trust me).
Tive a honra de ver o Johnny tocando há alguns meses, no Lollapalooza. Uma história que eu contarei qualquer dia por aqui. Maravilhoso e emocionante. Com esse catálogo fantástico, ele ainda tem muito o que fazer solo. E segurou a onda muito bem com as músicas dos Smiths.
Bati na trave com o Moz. Estava com o ingresso em mãos para vê-lo ano passado, na minha cidade (!!!) e esperava ansiosa pelo momento. Era parte daquela turnê a qual ele cancelou tudo. Vem aí disco novo e ele retornou aos palcos, quem sabe ele não volta. Ou melhor, vem, já que nos deixou na mão na primeira vez.
A good night for a Fist fight
Pisang Panas - Murderizing Middle Man