Acordar foi um processo lento. Tinha mel e lavanda e suor no ar, e uma presença tão sólida e morna à sua esquerda que Thomas considerou imergir-se no sono outra vez. Seu cérebro imediatamente protestou ao enviar um ronco vazio para o estômago. Ambos mel e lavanda escaparam de sua percepção, fazendo-o ligar as duas coisas ao sonho que lhe escapava da memória, intangível mas doce, deixando para trás uma suavidade que permeou os ossos do garoto. Aquele seria um bom dia. Reuniu forças para rolar na direção da supracitada presença morna, imediatamente murmurando em contentamento e estendendo um dos braços sobre o corpo do mais novo. E fácil assim, mel e lavanda e doçura estavam de volta. Descansou o rosto no pescoço alheio, afetuosamente roçando os lábios sobre a pele do local ao trazer o garoto mais para próximo de si, quase que de modo instintivo, na intenção de que as palavras não encontrassem obstáculos no caminho até os ouvidos dele. — Good morning, love.











