Não é que eu não acredite mais no amor, no romance. É a exaustão de não ter aprendido a não me perder no outro pra me sentir valorizada e amada. Antes de tudo eu preciso compreender muito mais sobre mim. Das coisas que eu deixei de lado e esqueci. Da criança que não foi acolhida e que teve que se adaptar a diversos ambientes pra poder conviver com todos, sobreviver a todos. Agora eu sou a mulher que deve olhar pra essa criança e dizer: "eu amo você, eu entendo você, eu vou cuidar e estar com você em todos os momentos da sua vida. Nós vamos seguir juntas, e nunca mais você vai se sentir sozinha."
E isso tem uma força tão... surreal. Algo tão singelo e tão pequeno. Mas que seria o mundo pra ela. Então.... Eu serei o meu mundo inteiro.













