Do lápis e papel à Ciberdemocracia: os novos rumos da Educação.
Bora nessa progredir a mente? Ler, estudar, sem ninguém lhe cobrando... Ou você mesmo se cobrando? Kkkkkkk Galera, nada de se cobrar... realizar estas tarefas é como flutuar e navegar se sentindo dono de si... É isso mesmo... Aumentando o seu repertório de palavras, de assuntos, de compreensões, de, de, de... EVOLUÇÃO!!!! UHUUUUUUUUUU!!! Bora juntos? Como vocês poderão perceber, lá nas referências os textos aumentaram essa semana! E conversaremos um pouquinho sobre o Ciberespaço, a Ciberdemocracia, a Cultura Digital, Redes e Mídias Digitais.
Então, vamoooos nessa!! Diferenciando: O CIBERESPAÇO é o espaço da comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias dos computadores. A CIBERCULTURA é um novo modo como nos organizamos e agimos. E a CIBERDEMOCRACIA é a nova Consciência Política. E a CIBERNÉTICA? NO CASO? “... A ciência do comando e do controle, dito de outra forma, a ciência do governo...” (André Lemos, Pierre Lévi, 2011, p. 51). Vamos pensar... Há governança possível sem circuito de comunicação, sem espaço de circulação de informação?
Resposta já dada por vocês, agora nos digam: Vizinhos ou não-vizinhos? Quem tem vizinhos aí? Levanta os braços! Aêêêêêê!!!! Gente, independente de gostar ou não de tê-los... falar ou não com eles (deveriam pelo menos dar um: “Olá! Bom Dia, Buenas Tardes, Good Night, Thanks” ou balançar a cabeça minimamente que seja, pois, lembrando... isso se chama: EDUCAÇÃO!!!!) Sabiam que é daí que surge a chamada COMUNIDADE DE VIZINHANÇA? E que estes são os primeiros passos da Ciberdemocracia? Pois bem, querendo ou não nós temos direitos e deveres para cumprirmos em uma comunidade. Exato? Quem disser que não é exato... Sei não viu?
GALERA... PAREM TUDO E PENSEM: As escolas brasileiras estão fazendo os seus alunos serem críticos construtivos na sociedade? Ou muitas vezes repassando os conteúdos dos livros didáticos? Exemplo de um conteúdo sobre “A escola” no 2° ano do ensino fundamental: “O dinheiro utilizado pelo governo para a construção e manutenção das escolas vem dos impostos pagos pelas pessoas.” (Lucci, Elian Alabi, 2017, p.43). O MOMENTO É PARA TODOS EXATAMENTE TODOS OS CAMPOS E PROFISSÕES FAZEREM PENSAR E SE TORNAREM SERES ATUANTES NA NOSSA SOCIEDADE. Vixe! Falamos bonito, não foi? Não achou? Tudo bem! Buáááá! Hora de aplicarmos na prática os nossos diversos objetos de aprendizagens e aplicativos em uma real educação. Aêêê!! Agora vocês bateram palmas, né?
A popularidade das redes sociais fez nascer um novo espaço político: O ciberespaço, nos permitindo uma liberdade de expressão e de comunicação. Gracias, pois deste modo estamos aqui nos comunicando livremente. Liberdades econômicas (redes corporativas) liberdade de agir (publicações coletivas de fotos, músicas, vídeos) transformando-se em liberdade política. Fazendo o uso das redes sociais nas práticas escolares (isso é bem percebido que vocês já fazem! Só temos a dizer: NOSSOS PARABÉNS!), como o uso de aplicativos, a exemplo do WhatsApp, onde os discentes só têm a ganhar na sua aprendizagem com essa inserção.
No livro WhatsApp e Educação, dos autores Cristiane Porto (Genteeee vamos puxar a casquinha desta autora, pois ela é a nossa professora querida desta disciplina e vamoooos? Vamooos? Mostrar a foto dela aí embaixo!!! Aêêêêê!!! Compostura! Voltando 1, 2, 3.... ) e Kaio Eduardo Oliveira e Alexandre Chagas , fazem uma abordagem do uso da tecnologia digital inserida no processo educativo possibilitando aprendizagem através da interação com uma experiência de app-learning utilizando o WhatsApp Messenger, onde o Professor, passa a ser o mediador da experiência, propondo oportunidades de aprendizagem e estabelecendo conexões com os alunos e com os dispositivos, transformando esse contato em uma experiência agradável . É disso que precisamos para as nossas escolas: A INOVAÇÃO SE FAZER CHEGAR!
Bora finalizar nosso texto? Fazendo uma reflexão sobre o artigo de David Buckingham - Cultura Digital, Educação Midiática e o Lugar da Escolarização. , pois ele nos apresenta que "A infância contemporânea está permeada, em alguns sentidos até definida, pela mídia moderna". E aí, será? Para ele a escola não terá a revolução tecnológica esperada e sim apenas a modificação do ambiente. Vocês concordam? Deem suas opiniões a respeito. Deixem nos comentários. Vamos pensar sobre o futuro das nossas escolas!!! Até semana que vem! Um forte e caloroso abraço!!!! FOMOOOOOOOOOOOS!!!!!!!!!












