O OVNI em forma de “vírus” avistado durante a Onda de Assis
Durante a onda de OVNIs em Assis no início de 1995, cidade do Oeste do Estado de São Paulo em que, por coincidência, desenvolvia na Universidade Estadual Paulista (Unesp) a primeira dissertação de mestrado no Brasil sobre o Fenômeno OVNI, entrevistei, entre inúmeras outras, aquela que foi a testemunha do primeiro caso da onda, a costureira Maria Aparecida Pugliese, então com 45 anos.
Na madrugada de 5 de janeiro, acometida pela insônia, ela resolveu sentar-se no quintal dos fundos e não demorou para que sua cadela começasse a latir furiosamente em direção ao céu, onde pairava um enorme objeto oval que fazia movimentos alternados e que parecia feito de “metal transparente”. Segundo ela, quando o OVNI girava, alguns “ganchos” pendiam para baixo.
No desenho feito por Maria, o objeto, curiosamente, assemelha-se a um “vírus”, isso mesmo, um estranho prenúncio feito 25 anos antes da atual pandemia.
O OVNI emitia lampejos que ofuscavam seus olhos e um chiado intermitente (como o de um rádio mal sintonizado) que penetrava em seu cérebro. Por um breve período sentiu a mente paralisada, com a impressão de que alguém a comandava. O OVNI, multicolorido, de esverdeado passou a lilás mais claro e depois para um alaranjado muito forte (esta cor foi a que mais lhe atacou a vista). O objeto de repente aumentou sua luminosidade (fez um “zoom”) e quando ela piscou os olhos sumiu como se tivesse apagado.
Durante várias dias os olhos de Maria sofreram coceira, ardência e lacrimejação. Curiosamente, as goiabas de uma árvore do quintal, mesmo fora de época, amadureceram antes do tempo.
A onda tomou vulto em 7 de janeiro, quando um objeto foi avistado ao mesmo tempo em todos os arredores da cidade, mas como diria Rudyard Kipling, isso já é outra história que contarei na matéria completa sobre a onda que irei publicar qualquer dia desses.












