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Oldrich e Bozena
A história de Oldrich e Bozena é uma lenda checa sobre o duque da Boémia Oldrich (Oldřich), que se apaixonou por uma lavadeira chamada Bozena (Božena), no início do século XI. A lenda foi registada pela primeira vez pelo cronista medieval Cosmas de Praga na sua obra Chronica Boëmorum.
O duque Oldrich, que já era casado mas não tinha herdeiros legítimos, estava a caçar perto da cidade de Peruc. Perto de um poço, que hoje é conhecido como a Nascente de Bozena, viu uma bela e simples lavadeira a lavar a roupa e ficou de imediato enfeitiçado pela sua beleza. Oldrich abandonou a caça e levou Bozena para Praga.
A lenda destaca a baixa origem social de Bozena, contrastando com o seu papel crucial na linha dinástica dos Přemyslidas, uma vez que se tornou a mãe do filho de Oldrich, Bretislau I (Břetislav). O filho ilegítimo de Oldrich e Bozena, Bretislau, viria a ser um futuro duque e um herdeiro necessário para a dinastia, que estava em risco de extinção.
A lenda é vista como uma história romântica, mas também como uma narrativa política sobre a importância de Bozena para a linhagem real.
O casamento ilegítimo de Oldrich e Bozena é uma parte central da história, com algumas crónicas a relatarem que a primeira esposa do duque, de quem ele não tinha herdeiros, foi repudiada.
O seu filho Bretislau acabou por suceder a Oldrich e expandiu os territórios da Boémia, garantindo a sobrevivência e a prosperidade da Casa de Přemysl.
A lenda de Oldrich e Bozena tem sido um tema popular na arte, literatura e teatro checos desde o século XVIII, tornando-se um símbolo do romance e da identidade nacional checa. A sua popularidade deveu-se, em parte, à interpretação de que o duque preferiu uma simples rapariga checa a uma princesa alemã, o que ressoou com o sentimento nacionalista checo.
A lenda inspirou vários artistas checos proeminentes, especialmente durante o Renascimento Nacional Checo no século XIX.
František Ženíšek tem na sua pintura a óleo "Oldřich e Božena" (1884) uma das representações mais famosas e icónicas da história, exibida na Galeria Nacional de Praga. A obra capta o momento do seu primeiro encontro na nascente de Peruc.
Antonín Machek é outro artista romântico checo que pintou "Oldřich e Božena" em 1816, uma obra que também se encontra na Galeria Nacional de Praga.
Josef Mánes criou estudos preparatórios para uma pintura de Oldrich e Bozena, demonstrando o seu foco nos detalhes e na composição, com ênfase nas expressões e no envolvimento emocional das figuras. Os seus trabalhos iniciados em 1848 culminariam na pintura final, de grande escala, que foi posteriormente concluída por František Ženíšek em 1884.
Petr Maixner (1831-1884) também representou a cena do encontro do casal. A pintura "Oldřich e Božena" de Petr Maixner está também localizada na Galeria Nacional de Praga.
Josef Navrátil pintou dezasseis cenas de lendas históricas e peças de teatro (incluindo "Oldřich e Božena") no interior do Museu Postal de Praga por volta de 1847.
Venceslav Cerny (Václav Černý), artista do final do século XIX e início do século XX, também criou retratos e representações das figuras de Oldřich e Božena, conhecidos pelo seu estilo expressivo.
Adolf Liebscher (1857–1919) pintou uma versão da lenda de Oldřich e Božena, intitulada em checo "Príncipe Oldřich e Božena".
A história foi adaptada em várias obras literárias e peças de teatro, desde as crónicas medievais até aos tempos modernos.
Cosmas de Praga foi a fonte original da lenda na sua Chronica Boëmorum (início do século XII).
A crónica medieval de Dalimil popularizou a interpretação da união como uma escolha patriótica de Oldrich, por uma esposa checa em vez de uma nobre estrangeira. A Crónica de Dalimil (em checo, Dalimilova kronika) é a primeira crónica escrita na língua checa, datando do início do século XIV. É uma obra medieval de grande importância histórica e cultural para a Boémia.
A crónica narra a história da Boémia desde os seus míticos inícios (incluindo lendas fundadoras como a de Oldřich e Božena, mencionada anteriormente) até aos eventos contemporâneos do autor, no início do século XIV.
František Hrubín adaptou o tema a uma peça de teatro em 1968, que foi encenada no Teatro Estatal de Brno.
30 de Novembro de 2025
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