Mantinha uma feição neutra na face para que tudo ornasse perfeitamente com a fantasia que vestia. Notou que algumas crianças desviavam dele com os olhos arregalados, algumas apontavam e andavam para trás, outras achavam “irado” e faziam com que o loiro perdesse a postura intimidadora para agachar e mostrar a maquiagem feita pela ex-noiva com certo orgulho do talento da mesma. Se pôs de pé, deixando cerca de madeira na qual estava encostado, e foi em direção a mesa de bebidas para pedir sangue de sapo ou qualquer outra bebida de nome peculiar. Suspirou brevemente após solicitar o drink e ajeitou a gravata borboleta suja de sangue falso. A música martelava em sua mente ainda que estivesse distante da pista, sentiu a necessidade que coloca-la como próxima parada assim que tomasse alguns goles e elevasse a mente para distrair a mente da nebulosidade que os negócios o mergulhavam. Quando retornou a olhar para a mesa do bartman, uma mão recolheu o copo que Flynn havia solicitado. Rapidamente o temporal se formou sobre ele — Que merd... Enfia esse copo no seu...












