Oscar Schmidt Baritone Ukulele
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Oscar Schmidt Baritone Ukulele
A circa 1925 Stella Concert Guitar. Was it played at the crossroads? . . . . #retrofretvintageguitars #vintagestellaguitar #oscarschmidt #vintageguitars #stellaguitar #stellaguitars #madeinnewjersey #fauxrelicsareforposers #realrelic https://www.instagram.com/p/CSj8e5yA0l3/?utm_medium=tumblr
1930 Sovereign 3/4 Acoustic Parlor Guitar by Oscar Schmidt
from: https://reverb.com
I'm getting REALLY good at #autoharp . . . #aprilfools 😎 . . . #music #musician #folkinstrument #girlslikeus #pnwgirl #seattle #washington #fingertattoos #tattoos #folk #oscarschmidt (at North Capitol Hill, Seattle) https://www.instagram.com/p/Bvue8fznP5w/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=xjyw09xiyjmr
Jammed a little tonight after restringing my #OscarSchmidt 4-string #acousticbass. Brought the 4×10 #Crate and #Marshall amp. Sometimes I forget how good that bass sounds with my setup. It's been a while. #andelynKaela #girlslikeus #transgender #grimgrin #bassguitar
Just arrived a circa 1927 Hilo Style 670 Hawaiian Acoustic Guitar, made by Oscar Schmidt!⠀ ⠀ ⠀ #guitarporn #guitarlove #ギター #guitar #guitare #guitarra #gitarr #gitarre #gitarren #guitarsofinstagram #retrofret #brooklyn #vintageguitars #vintageguitar #retrofretvintageguitars #gowanus #chitarra #gitar #기타 #oscarschmidt #hilohawaii (at Retrofret Vintage Guitars)
Oscar Schmidt foi um dos maiores atletas do nosso país e isso se reflete no legado que permanece relevante mesmo anos depois do seu afastamento das quadras. Descubra cinco obras para conhecer a trajetória do atleta por uma outra perspectiva. Imagem de capa: Otavio Dias de Oliveira/Folhapress #oscarschmidt #literaturanacional
Projeto que Oscar Schmidt viabilizou vence torneio escolar nacional
Mão Santa conheceu equipe de Ponta Porã há 19 anos Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil Publicado em 18/04/2026 - 09:59 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © PorãBask/Instagram A dois minutos de entrar em quadra, a equipe do Porãbask ficou emocionada e em silêncio na noite desta sexta-feira (17). Na final do basquete masculino dos Jogos Escolares Brasileiros (Jebs), na categoria sub-18, em Brasília, os rapazes da cidade de Ponta Porã (MS), representando Mato Grosso do Sul, souberam da morte do ex-jogador Oscar Schmidt. Para eles, o Mão Santa significa mais que um ídolo esportivo.
Oscar, para os jovens e para o treinador Hugo Costa, de 59 anos, é bem mais do que uma imagem na TV ou no computador. Foi o atleta que viabilizou, há 19 anos, o projeto social, que deixou de ter uma estrutura improvisada, ganhou um ginásio e voou longe. As emoções da final contra o time que representava São Paulo e a notícia triste da morte do ídolo misturaram-se em quadra. Porém, muitos outros sentimentos ainda estariam guardados com a vitória, por 74 a 63, e a subida inédita no lugar mais alto do pódio. O treinador Hugo Costa estava com os olhos molhados de emoção. Foi ele que criou, em 2004, o projeto social com o nome de “Meninos do Terrão”. Isso porque a quadra era improvisada no Jardim Irene, na periferia da cidade.
Do terrão ao ginásio
Em 2007, Oscar fez palestras na cidade, conheceu e se aproximou do projeto. Hugo Costa, que era fã do Mão Santa, de repente passou a chamá-lo de amigo. Passou a receber dele incentivo permanente para que o terrão virasse uma quadra com estrutura e fosse coberta. Oscar pedia recursos para o projeto em todas as palestras que fazia. “A gente comprou o terreno e ele ajudou a construir o ginásio. Inclusive, o ginásio leva o nome dele”. O treinador lamentou a coincidência de ser campeão no dia da morte do seu maior incentivador. “Nós disputamos mais de 20 jogos escolares. Sempre chegamos perto. Foi a primeira vez que fomos campeões. Que seja uma homenagem a ele”.
Reprodução: Oscar Schmidt e o professor de basquete Hugo Costa, de Ponta Porã (MS) - PorãBask/Instagram
Periferia
Oscar, segundo o treinador, deixou a ele o aprendizado de ser obstinado para chegar ao objetivo. “Muita gente pensa que basquete não seria para pobre. Nem para periferia. O Oscar ensinou para a gente que é possível fazer basquete em qualquer lugar”. E mais do que formar jogadores, o objetivo do projeto tem sido alcançado: formar pessoas. “São homens formados em educação física, em medicina… várias profissões. Eu tenho contato com todos até hoje”. Ele explica que a presença do clube na comunidade mudou a face do lugar. Transformou em referência esportiva. “Acho que o papel do profissional de educação física é este: educar a criança por meio do esporte para que seja responsável e disciplinada. O esporte pode ensinar isso”, afirma.
No pódio
Ao subir no pódio, lembrou dos treinos, do tempo longe da família e do seu papel de educador. “Eu disse aos meninos que eles nunca mais vão esquecer esse momento. Vão passar aos filhos deles”. Antes de pensar em filhos, o que o estudante Rafael Cardozo, de 17 anos, pensou ao subir no pódio foi na mãe, que cria sozinha ele e o irmão mais novo. Tão logo houve o apito final, conseguiu avisá-la. “Tenho que agradecê-la por tudo”. Abraçou também o professor. Ele está no terceiro ano do ensino médio e pensa em fazer faculdade de gestão hospitalar. O basquete também está nos planos como diversão. “Quero chegar lá no topo. E é preciso trabalhar pra chegar lá”, diz. A morte de Oscar mexeu com o jovem. “Sabemos como ele era importante para o Brasil e para o nosso projeto”. Também estava tocado com a ocasião o cestinha da partida, o pivô Samuel Menezes, de 17 anos, (com 30 pontos no jogo). Ele está no terceiro ano do ensino médio e quer chegar ao curso superior de educação física. “Quero ficar no esporte”.
Cestinha
No pódio, lembrou dos treinos diários e no esforço dele e dos colegas. Abraçou amigo por amigo já com a medalha no peito. Ligou para a mãe, que é dona de casa, e para o pai, que é ourives. O rapaz recordou da notícia da morte do ídolo e que costuma assistir aos jogos antigos de Oscar pela internet. “Só temos a agradecer a ele. Hoje eu fui o Mão Santa do meu time”, sorriu. Depois da vitória, a quadra estava tomada por sorrisos e outras emoções. Nada de silêncio. Edição: Graça Adjuto