Mis príncipes 🛐✨💗🤕


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Mis príncipes 🛐✨💗🤕
La batalla durante la cual el ejército polaco mató a la mayor parte del ejército enemigo tuvo lugar el 11 de noviembre de 1673 en el Chocim/Ucrania hoy/ La masacre terrible duró tres horas, cubrían el suelo 40 000 muertos otomanos, entre ellos la mitad de los cipayos y 8000 jenízaros.
10 otomanos que no sabías que necesitabas hasta ahora
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Da brutalidade do Otomanos à estranheza do Child Abuse
Em mais um sábado de idas ao SESC Belenzinho pra ver música extrema, fomos eu e o Igor no último dia 12 de novembro conferir o projeto brasileiro do Otomanos e o norte-americano Child Abuse. Aquela coisa linda de SESC, né? Ingresso barato, bebida e comida boa e o ambiente com uma acústica muito boa para as guitarras pesadas e baterias explosivas. O público pequeno se reuniu na frente do palco depois da sopinha barata do SESC e curtiu bastante.
O Otomanos é um projeto da junção das bandas D.E.R. e do Test. A parada é bem conceitual no álbum: em um fone de ouvido toca uma banda e no outro, toca outra e quando você põe os dois juntos, vira uma coisa só, o caos controlado pelas baquetas do incrível alienígena (só pode ser) chamado Barata.
O Otomanos fez a galera ir pra um lado e pro outro!
A gente já conhecia o projeto e queria ver como seria essa mistura ao vivo no palco do SESC. Primeiro tocou o D.E.R., depois o Test e depois todo mundo junto, dando vida ao Otomanos. Duas fitas no chão da plateia faziam a divisão entre cada um dos sons: se você fosse no canto esquerdo ouvia uma banda, se fosse no direito, ouvia outra e se ficasse no meio das duas fitas, escutava tudo embolado. Deu super certo! A interatividade de ir e vir de um lado pro outro da plateia fez com que todo mundo se descolasse pra tentar entender melhor o que estava acontecendo e ouvir o que estivesse querendo mais ouvir. A apresentação foi muito interessante e quem esteve ali presenciou algo totalmente diferente e muito bem executado. O show teve aproximadamente 45 minutos e logo depois veio o Child Abuse.
Primeiro o D.E.R.
Depois o TEST
O trio americano que tem um dos nomes mais bizarros da cena (porra, Abuso Infantil é de foder) parecia fazer jus à nerdice que apresentava nos vídeos online. Liderados pelo multi-instrumentista e compositor Tim Dahl, a mistura de grindcore, jazz, noise, death metal e tudo mais que possa parecer estranho foi a atração principal daquela noite tocando o álbum Trouble in Paradise. Os três integrantes da banda usaram um moletom cinza, com capuz na cabeça e apresentaram sons que se pareciam muito entre si. Era uma junção de Devo com Primus, aquela loucura de free jazz, com bateria de ritmo quebrado e baixo fazendo loopings o tempo todo. O vocal mesclava do gutural para os gritos e falas esquisitas “a La” Mark Mothersbaugh e o teclado fazia uma cama diferente pra cada música. Inegavelmente pudemos deixar de notar a qualidade dos músicos daquela banda, mas o público parecia tentar entender cada som e “bangear” nos ritmos quebrados, o que nem sempre era um sucesso.
Child Abuse e o pequeno público no SESC Belenzinho
Também foram mais 45 minutos de show e os presentes deixaram a casa com uma sensação de que a primeira apresentação foi mais legal e mais interessante que a principal. O Otomanos deixou todo mundo de boca aberta enquanto o Child Abuse fez a galera prestar bastante atenção. Foi uma boa noite para ter experiências sonoras novas e sair dali cheio de ideias na cabeça.
Texto: Filipe Maia Fotos: Filipe Maia e Igor Giroto
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