send “ ✿ ” for 2 headcanons for our muses’ relationship: madison & patrick edition.
na primeira vez em que o pat for chamar a maddie pra qualquer coisa que envolva conhecer a família dele, o nervosismo vai ser tão grande que ela vai desmarcar em pânico por inventar um compromisso que simplesmente não existe; e somando o medo de estar naquele ponto do relacionamento e de ter inventado algo pra ele, a maddie vai culpa vai deixar ela quase com indigestão. com isso, vai admitir pra ele que na verdade só estava surtando completamente, porque, da última vez em que chegou nessa fase em um relacionamento, tinha dezessete anos - até teve os seus namorados na califórnia e no arizona, mas nenhum tinha família morando sequer no mesmo estado. por isso, vai ficar muito nervosa de acabar falando bobagem - justamente por estar nervosa - ou de vivenciar uma das histórias péssimas com os sogros que alguma das amigas já contou - incluindo a mick.
a mãe dos irmãos burton sempre disse pra maddie que nunca deveria considerar estar em um relacionamento com um homem que não pudesse imaginar como o pai de seus filhos e, de um jeito ou de outro, levou isso pra vida a longo prazo. não teve nenhum relacionamento antes de pat que bateu a marca de um ano - viciada em não conseguir se entregar profundamente a ninguém -, e, por isso, não foram muitas as ocasiões em que realmente teve de se questionar isso antes de decidir se valia ou não investir em uma relação. no entanto, vendo como pat sempre foi com o sobrinho, maddie teve certeza de que a resposta era sim, e que era capaz de imaginar um futuro junto com ele.
send me “ soundtrack ” and i’ll tell you the song that plays when ours muses are on screen together.
falling forever, dua lipa: "are you good at holding on? i know the mind is quick to throw away the moment where this takes us, maybe i don't wanna know yet, 'cause for now, you're all i want - they say you got it, then it's gone"
nem tanto trechos específicos, mas todo o conceito da música de ter essa dúvida de longevidade em relacionamentos bons, que é justamente uma que o querido traumatizado sem uma única ida à terapia tem. o medo de dar tudo errado com a nossa queridíssima mick, de que uma hora ou outra tudo vai acabar dando ruim entre eles... (mas com um batidão)
love again, dua lipa: "so many nights, my tears fell harder than rain, scared i would take my broken heart to the grave; i'd rather die than have to live in a storm like before, but goddamn, you got me in love again"
também vou colocar essa na ask de outro ship nem preciso dizer o motivo, né? a mick sendo o único motivo do jack não passar o resto da vida solteiro e ranzinza, resmungando pelos cantos dos sete anos de palhaçada e chifre com a melissa rs
bed chem, sabrina carpenter: "but i bet we'd have really good bed chem; how you pick me up, pull 'em down, turn me 'round, it just makes sense"
autoexplicativo.
margaret, lana del rey feat. bleachers: "when you know, you know, it kinda makes me laugh, runnin' down that path, hhen you're good as gold"
eles vivendo o romance desde o dia #1 porque o jack ficou apaixonado na mick desde que se conheceram rs.
i don't wanna miss a thing, aerosmith: "i could spend my life in this sweet surrender, i could stay lost in this moment forever, every moment spent with you is a moment i treasure"
outra que também vai pra ask de outro ship nem preciso dizer o óbvio, né? a mick fazendo o jack virar um romântico apaixonadíssimo unica e exclusivamente pra ela (pro resto ele segue fazendo pose de quem não liga).
i wanna be yours, arctic monkeys: "secrets i have held in my heart are harder to hide than i thought, maybe i just wanna be yours"
é mais pelo contexto da música, de querer ser qualquer coisa desde que seja pra ser dela.
bonus points: com certeza too sweet do hozier tocaria num edit de tiktok dos dois.
give me a character and i’ll give you 10+ headcannons: matthew sheridan.
matt não sabe quase nada sobre o pai além de um comentário ou outro que uma tia deixou escapar, mas, desde que viu uma foto antiga dele e de sua mãe, não conseguiu desver o fato de que são praticamente idênticos - a única coisa que acredita ter puxado dos sheridan é o tom de azul de seus olhos. sempre se sentiu incomodado por parecer com o pai, embora jocelyn nunca tenha feito - e nunca faria - um único comentário sobre isso; com isso, em vários momentos se sentiu um pouco deslocado em sua família, mesmo não sabendo haver razão para isso, e nunca quis comentar com a mãe por saber que a magoaria.
pelo mesmo motivo, nunca contou que foi atrás do pai no perídoo em que estava estava na faculdade. ele morava na califórnia e não era uma viagem tão longa do arizona; a parte mais difícil era encontrá-lo, e matt o fizera ao procurar nas redes sociais até encontrar o facebook do pai. doeu vê-lo com uma nova família - uma esposa e duas filhas - enquanto simplesmente fingia que matt não existia, e em mais de uma ocasião se perguntou o inevitável: será que elas sabiam que matt existia? acabou tomando coragem de ir atrás do pai no spring break do primeiro ano da universidade, mas o homem parecia extremamente incomodado em vê-lo - embora nem sequer o tenha reconhecido, a semelhança era inegável o suficiente para que o homem duvidasse. toda a conversa durou menos de vinte minutos, já que ele tinha medo de que a esposa chegasse em casa e matt ainda estivesse ali. nunca mais se falaram, e matt não tentou contato outra vez. era claro que fora um erro ir lá.
mark, seu padrasto, pode não ser seu pai biológico, entretanto, é o único que matt considera. ele o criou desde quando era criança, assumindo a responsabilidade de estar sempre apoiando matt e sendo um porto seguro para ele. se dão muito bem, e matt não o chama ou se refere a ele como padrasto, apenas pai. diz várias vezes que é o melhor homem que já conheceu, e tem certeza disso - não somente por o ter criado, mas por tudo o que fez pela mãe de matt desde que se conheceram.
gostar de esportes sempre foi algo natural para matt, que ia nas aulas de natação de uma piscina próxima à sua casa quando criança e jogava bastante futebol com outros meninos de sua turma ou da vizinhança. tentou entrar no time de futebol americano da escola logo no primeiro ano do ensino médio e conseguiu ua vaga, sendo o único do primeiro ano aceito. inclusive, já praticou boxe várias vezes ao longo dos anos - e teve um saco de pancada areia/treino em seu apartamento antigo, antes de ir morar com a ex-namorada e acabar se livrnaod dele. também sempre gostou muito de esportes da neve, sendo o snowboard seu favorito. no verão, adora fazer trilha, escalada, rafting e até asa-delta quando está viajando para algum lugar diferente; matt não tem muita frescura.
seguindo acima, matt no geral ama atividades ao ar livre. sai bastante pra correr e caminhar com o cachorro, maverick, e sempre planeja suas viagens de forma que consiga aproveitar bastante os lugares externos de onde esteja - não é do tipo de priorizar museus ou lugares de visitação interna, embora vá caso esteja viajando com alguém e a pessoa faça questão. falando nisso, viajar é uma de suas coisas favoritas e um ponto em que começou a focar quando começou a ganhar o seu salário. sua primeira viagem ao exterior foi durante a universidade, para uma praia no méxico em que foi de carro urante o spring break com alguns amigos. visitou nos últimos anos o havaí, vários países da américa latina, o canadá, a espanha e portugal.
sabe falar espanhol razoavelmente bem, inicialmente por ter feito aulas na escola e faculdade e por ter treinado mais durante algumas de suas viagens. também já teve uma namorada que toda a família vinha do méxico, então, o que não sabia acabou aprendendo por convivência e para tentar impressionar - embora a sua relação não tenha durado mais que um ano.
teve vários relacionamentos durante a vida - e atualmente reconhece que deve ter sido um péssimo namorado para boa parte ds garotas com quem se relacionou na escola, considerando que era apaixonado pela melhor amiga -, mas o mais longo e sério foi com grace chen, com quem ficou junto por dois anos e chegou a morar junto, até terminarem no final do ano passado. eram compatíveis em seus gostos, mas, para bem da verdade, matt sempre sentia que talvez pudessem se dar melhor se pudessem se desafiar em alguma coisa. ainda assim, ficou bastante magoado quando acabaram brigando e ela sugeriu darem um tempo, afirmando estar se sentindo sufocada e precisando de espaço para descobrir o que queria da vida e deles. como nunca acreditou que um tempo era algo além de um test drive de um término oficial - e considerando seus problemas de abandono -, matt não quis e decidiu terminar a relação.
embora aparentemente ser uma pessoa bastante confiante - e em vários pontos realmente seja -, tem várias inseguranças relacionadas a si mesmo. se importa o suficiente com a opinião alheia sobre si para não ter tomado coragem de ir atrás do que realmente queria - juntamente com o medo de levar um fora - na escola, com libby, e se preocupava muito naquela época sobre como não poderia ser o que ela queria em alguém por ser burro demais para ela - mesmo uma parte sua mais racional sabendo que libby nunca pensaria isso. também tem uma questão com abandono, que cresceu ainda mais de seu encontro com o pai biológico. as suas inseguranças nesse ponto o fazem ter o tipo de pensamento de que é mais fácil ir embora que ser largado, como aconteceu com o fim da amizade dele e de libby - quando achava que era só questão de tempo para ela cansar dele.
gosta especialmente de filmes de ação e suspense e, para todos os fins possíveis de esteriótipo, realmente viu todos os velozes e furiosos e seus spin-offs. o nome de seu cachorro, maverick, saiu justamente do personagem de top gun, um filme que matt gosta muito. já fez a libby assistir vários junto com ele - de arrasto, com certeza - e, na escola, mesmo sabendo que faria muito sentido chamar algum de seus outros amigos, sempre fazia questão de levá-la consigo no cinema - embora não tenha nunca ido adiante com os seus planos de beijá-la no meio de um filme, para a sua infelicidade.
só disse eu te amo romanticamente para uma pessoa na vida, sua ex-namorada, grace, mas é um fato que libby foi o seu primeiro amor e o sentimento mais forte que sentiu por qualquer pessoa em sua vida. nunca superou completamente o e se deles e, em vários momentos ao longo dos anos, se correou de vontade de ir atrás de descobrir mais sobre ela, sabendo que seria só uma pesquisa nas redes sociais ou uma pergunta para qualquer um dos irmãos dela que mataria todas as suas curiosidades. porém, não queria comprovar o seu medo de vê-la com o tipo de cara que sempre acreditou que seria perfeito para ela, então sempre acabou desistindo.
“então você tá com essa cara de desgosto exatamente por quê?” devolveu o questionamento. poder enxergar o que wes não seria capaz de disfarçar de jeito nenhum em suas feições era excelente, e emily não poderia estar achando a situação mais irônica. wes estava saindo com madison - às escondidas dos amigos, achava, mas não entendia muito bem aquele relacionamento estranho deles -, havia lhe dado o tipo de fora mais canalha possível - sem nem ter a coragem de olhar em sua cara e, pelo menos, ter um mínimo de decência para vir com um discurso de não é você, sou eu, que teria sido melhor do que todo aquele silêncio dele - e, mesmo assim, estava se prestando a agir daquela maneira tão infantil somente por emily ter mencionado o primo dele outra vez. era até engraçado, na realidade. e a única parte quase boa de terem convivido tanto naqueles últimos meses era justamente o quão bem conhecia o semblante irritado de wes. aquele era completamente diferente, e só o vira uma única outra vez - quando estavam viajando para portland. “só disse que o matt me seguiu de volta e você fez essa cara. nem é como se eu tivesse chamado ele pra sair, ou vice-versa, e você tá igual quem comeu e não gostou.” fez uma careta. “não acho que você estaria com ciúmes de mim, só constantei o absurdo.” se fez de desentendida. provocá-lo quando estava em uma posição melhor era completamente maravilhoso. não poderia deixar de fazer isso uma única vez, ele merecia completamente. era até ridículo se prestar a ficar com o mínimo de ciúmes dela. “sabe, a mãe de vocês disse que ele não confirmou ninguém que vá levar de par no casamento. talvez eu aproveite e convide ele, então, pra aproveitar que já vamos estar os dois e assim não vai atrapalhar a organização das mesas.” ponderou. então, voltou seu olhar diretamnete para wes outra vez e abriu um sorriso que certamente o irritaria. “o que acha?”