Os pecados aceitáveis são sutis porque nos enganam e nos levam a pensar que não são tão maus assim ou simplesmente que não são pecados, ou - pior ainda - porque nos induzem a não pensar neles de modo nenhum! A verdade é que alguns de nossos pecados requintados são tão sutis que os cometemos sem pensar; seja no momento, seja depois. Geralmente vivemos em estado de negação inconsciente de nossos pecados "aceitáveis”. Até certo ponto, nós cristãos de hoje somos influenciados pela filosofia do “sinta-se bem com você mesmo”. Em contraste, os cristãos puritanos do séc XVII tinham uma visão diferente deles próprios. Temiam a realidade do pecado que habitava neles. Todos aqueles pastores viam o pecado exatamente como ele é: uma força diabólica dentro de nós. Ralph Venning, autor de “The Sinfulness of Sin” descreve o pecado em palavras bem vívidas (no sentido negativo). Em apenas algumas páginas ele afirma que o pecado é vil, feio, odioso, maligno, pestilento, nocivo, hediondo, vingativo, venenoso, virulento, bandido, abominável e mortal. Essas palavras não descrevem somente os pecados escandalosos da sociedade, mas também os pecados “intocáveis” que toleramos em nossas vidas.
Trecho do livro: Pecados Intocáveis de Jerry Bridges










