Há borboletas em meu estômago,
todas mortas.
Não é possível mais sentir a brisa gelada e agradável do mundo.
Agora apenas seres putrefatos se abrigam em meu estômago.
Sinto falta de quando me perdia em nas lembranças dos dias felizes, agora esquecidos de vez.
Ninguém mais pega na minha mão.
Ninguém mais é capaz de aquecer a minha alma.
Queria estar ardendo em paixão, mas só as dores desse mundo é que queimam em mim.














