Não há mar com mais lágrimas que meus olhos Nem amar mais impraticável do que o que guardo no peito Não há desespero maior que o causado pela desesperança Nem espera mais ansiada que a do passado obstinado Não há realidade que sobreviva a este sonho Nem imaginação para um resultado dissemelhante Transito por estes graus comparativos E permaneço entre estes graus superlativos Enquanto a minha sobrevivência é garantida pelo ontem.
por Afonso Baldez
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fonte: Aquém do Eu












