Uma visão comum durante o inverno de muito frio, chuva e neblina na Enseada do Pântano do Sul, enquanto os pescadores embarcados, apesar de não saírem tão frequentemente para alto mar como em dias de sol, continuam os trabalhos nos barcos, complementares à pesca propriamente dita. Ao entardecer até madrugada a dentro, o costão também é ocupado por pescadores individuais com caniço e molinete, principalmente para a pesca do peixe-espada (Trichiurus lepturus) atraídos por iscas artificiais ou sardinhas e boias luminosas. Essa espécie faz-se presente ao longo do ano todo, bastante capturada pelo cerco fixo flutuante, que podemos ver na direita da foto como boias que se prolongam do costão para dentro do mar.








