Mapear, cartografrar e interpretar os penteados africanos, parte de uma análise iconográfica que explora a amplificação do conceito de simbologias e linguagem, segue pela linha de busca descritiva. Efetuando um trabalho de pesquisa de analisar as partes e reconstruir o todo. Trata-se de um exercício de rigor e disciplina, evitando o atalho que vai direto ao simplismo de dizer é apenas estético, folclórico ou politico, é muito mais que isso. É a busca inquieta e visionária daquilo que poucos sabem profundamente. Passando pela maiêutica socrática, a arte de interrogar o que se pesquisa. Uma vez exploradas as potencialidades do penteado, do cabelo e do corpo, passa-se à etapa iconológica, relacionando-o com o contexto histórico, social, econômico e cultural da sociedade aonde ele se encontra. Ampliando o diálogo interdocumental, pois os penteados conversam entre si e conversam com os textos. Entram em jogo os conhecimentos e a bagagem cultural de quem lê o penteado e ao mesmo tempo influem seus pressupostos filosóficos e visão de mundo, fazendo com que encontremos nos penteados aquilo que já tínhamos dentro, mas esperava algo que conseguisse olhar para esse dentro de outras formas e com outras ferramentas. Layla Maryzandra #histórianegra #penteadosafricanos #hairstyles #braids #histórianegradf https://www.instagram.com/p/B-uZTLPlUIF/?igshid=9si6xg6dsb5i














