Conheça o que é desconhecido, por que o novo é sempre bom.
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Conheça o que é desconhecido, por que o novo é sempre bom.
De certo, devo admitir minha falta de consistência. Espécie de vácuo que perdura em beiranças, em vendavais e transcende palpitares e ecoa entre varais magníficos do silêncio. Prazer, sou o vento, que esmigalha teus pensares. Teleporto-me de um lado para outro sem que possam me encontrar, desvendar, meu real querer. Prazer, sou teu sentir frugal, que de sensível nada tenho, que de desesperado eu berro, que de reafirmado jamais serei. Permuto. Prazer sou enredo que desvai, você não me encontra e de você nada sai, eu vou voar, eu vou te esquecer, vou voltar, quando você crescer. De frugal de fugaz, de permanente e ausente, eu serei assim, a me permitir, te fazer sentir.
Loquaz Outonal.