Muitas vezes nós acabamos sendo mesquinhos de alma e guardamos picuinhas, coisas que nos falaram, coisas que nos fizeram e deixamos de guardar o BEM..
Claro que coisas ruins acontecem algumas vezes, pessoas nos distratam, pessoas não nos valorizam, acontece, mas não guarde coisas pequenas no coração.
Existe tantas coisas lindas que Deus esta fazendo que as pessoas talvez já fizeram por você e a gente às vezes escolhe guardar aquilo que não foi bom, sabe? A gente tem que se desprender de picuinhas, de coisas que não vale a pena guardar as quais a gente não pode mais se prender e sermos mais generosos.
Sejamos mais generosos de coração!
Perdoemos as pessoas, não queiramos levar tudo a Ferro e Fogo, não guardemos picuinhas no coração, sejamos mais generosos, vamos pra frente sem ficar nos prendendo em coisas que vem para roubar a nossa Paz.
Deus nos quer livres, felizes, caminhando pra frente!
Que desça sobre você a benção de Deus Todo Poderoso.
Hoje faz cinco anos que uma decisão do atacante Alan Kardec fez os então presidentes de Palmeiras e São Paulo, respectivamente Paulo Nobre e Carlos Miguel Aidar, começar uma rusga cujo nível foi bem abaixo do esperado para dirigentes de dois dos maiores clubes paulistas e brasileiros. Tudo começou quando o pai de Kardec, que o representava nas negociações com o Palmeiras, comunicou ao clube que não aceitaria a oferta para ser contratado em definitivo após o empréstimo de um ano.
A negociação já vinha se arrastando havia alguns meses, mesmo com o interesse de outros clubes sendo divulgado pela imprensa. Segundo o pai de Kardec, os números que os dois lados ofereciam eram bastante próximos, mas demorou-se para chegar a um acordo. Quando finalmente este acordo foi alcançado, com o diretor executivo José Carlos Brunoro e o gerente de Futebol Omar Feitosa, eles foram consultar Nobre, que recusou o valor, preferindo uma oferta de cinco mil reais a menos por mês (o que correspondia a 2,3% do salário). “Parece que queria pisar, humilhar, brincar… chateou muito.”
O São Paulo tinha acabado de eleger Carlos Miguel Aidar como presidente, e ele quis contratar um dos principais jogadores do rival como “cartão de visitas” da nova gestão. O novo homem forte do futebol são-paulino, Ataíde Gil Guerreiro, então, deu início às negociações com os representantes de Kardec, e um acordo foi alcançado em poucos dias. (João Paulo de Jesus Lopes, ex-vice-presidente de Futebol do São Paulo, também explicou ao Lance! que nenhuma conversa com Kardec tinha sido iniciada em sua gestão.) Segundo ele, foi o novo VP, Ataíde Gil Guerreiro, que começou com as negociações. Quando o acordo com o São Paulo estava quase acertado, o pai de Kardec procurou o Palmeiras e avisou que não fecharia mais com o clube.
A oferta são-paulina era absolutamente legal do ponto de vista jurídico, pois a legislação em vigor previa que qualquer jogador estava livre para negociar com qualquer clube a partir de seis meses antes do fim do contrato — o de Kardec iria vencer em junho. Apesar disso, quando ficou sabendo das negociações com o São Paulo, Nobre ficou possesso e deu uma entrevista coletiva, em 28 de abril de 2014, falando de um suposto comportamento “sorrateiro” e “antiético” do rival, a despeito do que dizia a legislação.
Pior ainda: o presidente palmeirense acusou, com todas as letras, o São Paulo de ter “tentado roubar” o estádio do então Palestra Itália em 1942, uma história que nunca foi comprovada — na minha opinião, após extensa pesquisa, a história não procede. Nas palavras de Nobre: “Desde os anos 40, quando tentaram roubar o Palestra do Palmeiras, quando influenciaram para mudar o nome do clube de Palestra pra Palmeiras, a relação é muito ruim. A relação é péssima desde os anos 1940 e com certeza com essa administração que entrou não vai ser diferente.” (Isso sem falar na relação entre as diretorias, que sempre foi amistosa. Exemplo.)
No dia seguinte à entrevista de Nobre, Aidar achou por bem dar uma resposta, em outra coletiva. Com um cacho de banana (!), em alusão a uma prática de racismo contra Daniel Alves, na Espanha, que tinha ocorrido naquela semana, ele comentou as declarações do dirigente rival. Em vez de rebater as acusações infundadas sobre 1942 e ignorar a polêmica com Kardec — afinal, o São Paulo não fizera nada de errado —, ele preferiu jogar combustível na discussão.
Várias das respostas de Aidar soaram arrogantes demais. Na pior delas, ele soltou: “A manifestação do presidente Paulo Nobre chega a ser patética, se assemelha com o tamanho do clube ultimamente.” Mas ele não parou por aí. Embalado por uma declaração na semana anterior, em que descrevia Kaká como “alfabetizado”, com “todos os dentes na boca”, “bonito” e que “fala bem”, o dirigente são-paulino ainda prosseguiu: “Perder o atleta para um concorrente estremece relação? Se isso acontecer, mostra de novo a pequenês da atitude deles.” E fechou com chave de ouro lata, quando um repórter lhe perguntou se ele também tentaria as contratações de Fernando Prass e Wesley, também do Palmeiras: “Não sei, mas é uma boa ideia pensar nisso.”
Se Nobre já estava possesso antes, agora devia estar espumando pela boca. No mesmo dia, soltou um comunicado em que dizia: “Venho a público lamentar e repudiar a postura arrogante do presidente do São Paulo. […] Esquece o infeliz dirigente que, no passado, para não fechar as portas, seu time já foi ajudado financeiramente por várias torcidas, inclusive a nossa.” Sim, além de ter citado o episódio sem comprovação de 1942, ele ainda usou a distorção de um torneio amistoso promovido pelo São Paulo em 1938 (que ficaria, décadas depois, conhecido como “Jogo das Barricas”, apesar de não ser um jogo, não ter tido contribuição obrigatória das torcidas adversárias e de nem sequer haver registro das tais barricas), como se fosse um torcedor desinformado qualquer.
Na mesma nota, Nobre anunciou que estava rompendo “qualquer relação política com o São Paulo enquanto o senhor Aidar [estivesse] à frente da entidade”. O dirigente alviverde convenientemente esqueceu os casos das contratações de Antônio Carlos e Cafu pelo Palmeiras, nos anos 1990, estas, sim, de maneira “sorrateira” e “antiética”, mas não se esqueceu do rompimento de relações com Aidar.
Reprodução O Estado de S. Paulo.
Menos de dois meses depois da troca de farpas pública com Aidar, os dois dirigentes encontraram-se em uma reunião política, e Nobre recusou-se a cumprimentar seu desafeto. Ele manteve essa postura não só até o fim de seu mandato, mas segue com provocações até hoje, como fez após a vitória palmeirense no Choque-Rei válido pela primeira fase do Campeonato Paulista, no mês passado: o ex-presidente gravou um vídeo em que provocava Aidar. “Quando o Carlos Eduardo fez aquele golaço”, provocou Nobre, “me fez lembrar daquele infeliz dando uma entrevista em 2014, falando do tamanho do Palmeiras e comendo banana. Pois é… o mundo é redondo.” A frase seguinte é uma daquelas descidas de nível desnecessárias a quem já ocupou um cargo tão importante em um clube tão importante.
Desta vez, Aidar fez o que deveria ter feito em 2014 e avisou, em uma rápida entrevista à ESPN, que não iria comentar o assunto, porque estava “fora do ar”: “Desde quando saí do São Paulo, me determinei a não falar.” A postura é um pouco diferente da que teve enquanto ainda estava no comando do São Paulo. Ele até passou a se abster de provocar Nobre diretamente, mas não se conteve totalmente e contratou o volante Wesley ao fim do contrato deste com o Palmeiras, numa provocação tão clara quanto inútil para o São Paulo: em dois anos e meio no Morumbi, o atleta, que já era questionado no Parque Antarctica, entrou em campo 83 vezes, sendo apenas cinquenta como titular, marcando dois gols.
Foto: Eduardo Viana/Lance!.
Kardec teve uma passagem mais produtiva pelo São Paulo, mas passou longe de ser um jogador por quem uma briga como esta valesse a pena, ainda mais no nível com que os dois presidentes conduziram a discussão. Ao longo de 99 jogos pelo Tricolor em pouco mais de dois anos, Kardec marcou 25 gols, mas sofreu com contusões, especialmente em 2015, quando ficou limitado a 28 partidas, um total menor do que os jogos que ele disputou com a camisa são-paulina nas metades de 2014 e de 2016 que passou no Morumbi.
Tentei não me pronunciar sobre o assunto, deixei que meu noivo resolvesse, mas ta cansando isso já cara. Que inferno. Vamos falar disso de novo. Eu tenho noivo. Isso, NOIVO. Leu? Então. E ele é ciumento, marrento e irritado. E essas coisinhas, essas perguntinhas anônimas só para irritar ele já passou dos limites. Na boa, vão procurar o que fazer velho. Eu tenho uma vida com ele e adoraria não ter que ficar brigando com ele toda vez que isso acontece. Porque ele se irrita e sim, acabamos brigando. E já cansou isso. Então, parem. PAREM de encher o saco de Bi e nos deixem em paz! WTF
Então, aqui eu decidi que posso! Estava precisando de um espaço para desabafar coisas relativas ao blog e a vida em geral, mas não queria fazer isso no próprio blog ou outros canais. Acho super chato quando um blog que tem uma certa proposta foge a ela e fica postando picuinhas.
Minhas picuinhas e outras coisinhas serão postadas aqui!
A picuinha de hoje é meio boba, mas as vezes me irrita bastante: "blogueiras" que retribuem comentários em seus blogs com comentários no meu post falando do post delas ou de qualquer outro assunto, menos o assunto do post! Argh
O que elas pensam que isso traz de bom? Porque obviamente vou parar de comentar no blog delas, pois claramente ela "tá se cagando" para o meu blog, tem a cara de pau de vir comentar dando resposta a algo que não perguntei ou complementando um comentário que eu tenha feito em seu post. Ela ignora completamente o meu trabalho e só valoriza o dela, oi?!
E nisso aí eu nem estou incluindo as peças que comentam só para pedir para seguir ou para divulgar sorteio. Essas já são de senso comum serem marmotas!
Mas imaginem a cena: Vou toda linda comentar sobre o post da bunita e essa, que se acha, vai ao meu blog retribuir a visita, pq de outra forma nem passaria perto, e comenta sobre o que? SOBRE O POST DELA MESMA!
A Helena, algumas nem fazem de maldade, querem ser atenciosas e dar uma satisfação... Eu não engulo essa, a não ser que apessoa passe, comente o post e em seguida responda alguma pergunta que eu tenha feito. Mas caso contrário, vai ser mal educada e desrespeitosa assim lá no seu blog mal feito! kkk