Pierre Teilhard de Chardin, S.J.
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Pierre Teilhard de Chardin, S.J.
Glad to see Friday. #friday #Sunrise #prairiescape #piltdownman (at Matanzas Beach, Illinois) https://www.instagram.com/p/BzQGA7VFDOW/?igshid=131f9vtcjrvkz
East Sussex Skulduggery: Museum Misdemeanours #2
By David Dennis
‘Please sit down Mr Dawson. My name is Holmes, Sherlock Holmes.* Welcome to Lewes Police Station. This burly gentleman is Police Constable Truncheon, here to observe.’
‘Why am I here? Do I need a solicitor?’
The fucken motherfucken Piltdown Man! Thought this shit was a hoax! # hoax #piltdownman #horseshit (at The University of Winnipeg)
@Regrann from @roni_rone_tyronleung - #piltdownman #africanamericansaintafrican #africanamericansarentafrican - #regrann
Nesta quarta parte de nossa série "Elo perdido", nos preocupamos em falar das tentativas fósseis que foram comprovadamente fraudadas no meio científico. Tentativas de se ligar esqueletos e fragmentos de ossos a suposta evolução humana, que muitas vezes não passam de pura imaginação.
HOMEM DE NEBRASKA A partir de um dente imaginaram-se as coisas mais espantosas. Aliás, os evolucionistas possuem uma fértil imaginação, assim como os artistas que conceberam os mais diversos “retratos” dos pseudo-antepassados. O fóssil foi descoberto em 1917 e apresentado em 1922 como um dos ancestrais primitivos do ser humano (Hesperopithecus haroldcookii). Os artistas convidados para desenharem o “Homem de Nebraska” imaginaram e pintaram quadros que nada tinham a ver com a realidade. Aliás, a realidade era desconhecida, pois a partir de um dente que realidade se poderá imaginar? Para além disso, fizeram questão de o pintar juntamente com a sua família. Figura 1 - Ilustração do Homem de Nebraska O “Homem de Nebraska” foi apresentado como evidência de Evolução humana. Em 1925, em face do aparecimento de outros fósseis, verificou-se que, afinal, aquele dente pertencia a uma raça de porcos extinta! O “Homem de Nebraska” foi despromovido de ancestral humano a porco! Por esta altura, há ateus que dizem: “Os erros foram descobertos por cientistas e não por religiosos!“. Esta afirmação é estapafúrdia por duas razões: 1º) Assim como não esperamos que seja um cientista a cozer no forno o pão que nós comemos ou a consertar os bombitos do nosso carro, também não será um padeiro ou um mecânico a descobrir os erros da “ciência”. Cientistas inventam histórias com fósseis, cientistas retratam-se das histórias com fósseis. 2º) Na medida em que o religioso que acredita na criação de Deus é o primeiro a dizer que nunca houve esta coisa de homens-macaco ou homens primitivos (também conhecida por Evolução), ele está um passo à frente dos cientistas que inventam estas histórias. Sem precisar de fazer testes, o crente já sabe de antemão que todas as histórias de homens-macaco são uma grande balela. Há também quem se desculpe com o facto de que “a Ciência auto-corrige-se“. É por isso que eu prefiro confiar no Deus da Bíblia… Ele não precisa de um manual reeditado a cada 3 anos! Tantas histórias em volta de um único dente! Tanta imaginação de evolucionistas, artistas e editores. Por fim, desvenda-se o mistério: um porco! Este nem sequer era um macaco ou bicho semelhante. É mais um episódio que mostra bem o desespero dos evolucionistas em tentarem encontrar, a todo o custo, alegados ancestrais primitivos. Quando se tenta encontrar evidências de algo que não existe dá nisto… erros grosseiros! De um dente, montaram a mandíbula. Da mandíbula, montaram o crânio. Do crânio, montaram o esqueleto. Do esqueleto, fizeram pele, cabelo e até a sua namorada ou esposa (agachada no desenho). Fizeram a famosa exposição sobre a evolução em Dayton, Tennessee, chamada de Scopes Trial, quando o Homem de Nebraska foi apresentado como prova incontestável da evolução. Quando William Jennings Bryan protestou contra os argumentos apresentados e pela insuficiência, riram-se dele ridicularizando-o. Em 1927 descobriram a fraude: O dente era de uma raça de porcos chamado Peccary HOMEM DE PILTDOWN Em 1912, Charles Dawson, homem de leis e geólogo amador, descobriu os restos de um crânio, perto de Piltdown, Sussex. Mais tarde juntou-se-lhe Arthur Keith e o Dr. Arthur Woodward do Museu Britânico, um dos maiores peritos da História do Homem. Continuaram com as escavações obtendo uma espantosa colecção de dentes, ossos e utensílios pré-históricos. Teillard de Charlin também se juntou a esta equipa e Woodward anunciou as conclusões da mesma: tinham encontrado parte de um crânio de uma criatura, meio homem, meio macaco, que vivera há 500 mil anos! Estaria, assim, comprovada a teoria darwiniana de que o homem e o macaco possuíam um antepassado comum. Dawson, que tinha sido o primeiro a encontrar e avaliar o achado, ficou famoso em todo o mundo. Os fragmentos ósseos do Eoanthropus dawsoni estiveram expostos no Museu Britânico, durante 41 anos, como sendo o antepassado comum do homem e do macaco. Ninguém previa que o erro, engano ou vigarice, iria ser descoberto em 1953, já com novas ferramentas como o contador Geiger. Em 1953, depois de um exame minucioso, John Winer e Samuel Oakley, descobriram que o crânio era de um homem moderno, enquanto a mandíbula era de um símio. Afinal, tudo aquilo não era mais do que um crânio humano com mandíbula e dentes de chimpanzé. Tudo preparado com bicarbonato de potássio e sal de ferro para lhes dar um aspecto de objectos fossilizados. O “Homem de Piltdown”, que até era em parte uma mulher, em lugar dos 500 mil anos que lhe foram atribuídos inicialmente, só tinha 50! E já estava há 41 anos em exposição. Figura 2 - Homem de Piltdown e a reconstrução imaginária É possível que apenas um deles (Dawson) tenha executado a vigarice e os outros três tenham sido enganados. Os homens enganam-se, erram e até alguns, menos escrupulosos, dão um “jeitinho” à Evolução! Sim, porque qualquer pessoa se pode enganar na classificação ou avaliação das coisas; agora tingir ossos ou pintar caveiras humanas e juntá-las com mandíbulas de chimpanzé, já não constitui um erro ou engano; são fraudes premeditadas. Desde 1912 até 1953 aquela falsificação esteve patente no Museu Britânico como uma verdade científica. Quarenta e um anos de fraude! Os evolucionistas chamam a atenção para o fato do homem que efetuou a descoberta ser um amador na área. E pergunto eu: E foram precisos 41 anos até se descobrir que aquilo era tudo um embuste? Um antepassado nosso, uma descoberta tão importante, só mereceu verdadeira análise ao fim de 41 anos? Com este exemplo se vê que há maior preocupação em encontrar vestígios de evolução do que propriamente analisar a verdade! Figura 3 - Homem de Piltdown e a reconstrução imaginária Quanto terão sofrido os que acreditavam em Deus e na Criação? Certamente que nesse período os cristãos foram humilhados pelos adeptos da Evolução. Agora pensem: quantas fraudes, quantos enganos e erros são exibidos para contestar a Criação de Deus? Certamente que estes erros e fraudes não são ensinados nas escolas. Isso poderia prejudicar a campanha evolucionista. O que é necessário é ridicularizar e desacreditar a Bíblia, negar a existência de Deus. MEIAS VERDADES FRAUDOSAS Quando encontramos evidências que foram totalmente fraudadas como o Homem de Nebraska, ou o Homem de Piltdown podemos com certeza descartar toda a fonte de informações que foi apresentada. Porém o problema é quando evidências verdadeiras se misturam com tentativas de fraudes. Neste caso fica mais difícil ainda de discernir a origem do fóssil e quais os reais "objetivos" das descobertas. Vamos dedicar um post exclusivo para falar de outras descobertas mais significativas, mas podemos destacar algumas descobertas verdadeiras com detalhes falsificados : (Homem de Neandertal) - Há 150 anos, as reconstruções do homem de Neandertal eram encurvadas e muito parecidas com um “homem-macaco”. Agora se admite que a postura curvada é supostamente fruto de uma doença, e que o Neandertal é apenas uma variação da espécie humana. Ramapithecus - Outrora amplamente reputado como o ancestral dos humanos, agora se percebe que era meramente um tipo extinto de orangotango (um macaco). Pithecanthropus (Homem de Java) - Antes achava-se que era uma espécie nova, agora chamado Homo erectus. Muitos vestígios dessa espécie têm sido encontrados em todo o mundo. Eles são menores que a média dos humanos de hoje e têm uma cabeça apropriadamente menor (assim como o cérebro). Porém, o tamanho do cérebro está dentro da variação das pessoas de hoje, e estudos feitos no ouvido médio têm mostrado que o Homo erectus foi igual ao que somos. Resquícios têm sido encontrados na mesma camada e em grande proximidade ao Homo sapiens comum, o que sugere que eles viveram juntos.