O INTERPRETAR
sobre 26.07.18 - Experiência do Sensível
Plante-se, antes de tudo, para entrar na sensação deste escrito. Ah, não pense que sou louco, ou pense, acredite, como quiser, só reforço: plante-se. Plantar-te porque estamos falando de Experiência do Sensível e aula com esse componente nunca cai na mesmice. Acho que esse é um ótimo trecho para te contextualizar, agora prosseguiremos.
Na aula do dia 26, naquela quinta-feira ensolarada, cheia de vida e interpretações, participamos de duas dinâmicas das quais ainda não havíamos tido o contato, quer dizer, não em um ambiente universitário, que foram desenhar e interpretar.
Desenhamos e interpretamos especificamente plantas e foi uma experiência bacana, diferente, MUITO DIFERENTE INTERPRETAR UMA PLANTA. Sério, fizemos isso e senti isso: WOW, QUE DIFERENTE, QUE LOUCO!
Para o desenho não houve tanta estranheza e nem nada, porque desenhar é intrínseco ao ser humano, nosso primeiro contato com o jardim de infância requer uma série de desenhos, de mini-interpretações nossas para com o mundo, e isso é natural, todos nós passamos por isso, a diferença, porém, está quando alguns permanecem no mundo de produção de desenhos enquanto outros vão perdendo o dom, a prática, a vontade. Poderia dizer, então, que retornamos a uma experiência sensível da nostalgia, fora os outros sentimentos que chegaram, pelo menos em mim, e posso reforçar que foi maravilhoso.
Não esquecendo algo muito importante que noite, devo escrever que a produção do cartaz com os desenhos de todo mundo da sala nos fizeram estar em um momento de união, pois estávamos fazendo algo em conjunto, uns ali, outros aqui, mas todos próximos e ligados àquele laço do papel, giz, pensamentos, conversas e risadas. Essa parte foi demais, adorei.
Agora ao ápice, a interpretação das plantas. Foi pedido para que nós observássemos por cinco minutos uma planta, galho, folha, árvore e etc, que nos fosse comum, depois disso, reunimos no fundo da Universidade e fizemos a interpretação das nossas plantas com movimentos corporais, fora que também tivemos que montar uma dança em grupo, ou seja, diversão, foi bastante interessante, e o melhor de tudo, jogamos toda a vergonha pra fora.













