O Estado foi capturado pelo poder econômico!

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States

seen from France
seen from Russia

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from France
seen from United States
seen from United States
seen from Pakistan
seen from Philippines

seen from United States
seen from China
seen from Philippines
seen from United States
seen from China

seen from United States

seen from Malaysia
O Estado foi capturado pelo poder econômico!
Necessidades econômicas sempre foram o motor das relações humanas enquanto sociedade, desde os tempos do escambo até mais recentemente quando moedas passaram a ser cunhadas novamente para facilitar as trocas no final da Idade Média e transição para Idade Moderna. Foi neste período que as grandes diferenças entre os afortunados, que passaram a acumular grandes quantias de dinheiro em seus burgos, e os que não gozavam de poderio econômico começaram a se colocar em evidência. De certo tratou-se de um grande passo a frente em relação a séculos passados em que apenas nobres possuíam influência na máquina da sociedade. A volta do comércio e o Renascimento, artístico, econômico e político, trouxe junto de si o enriquecimento dos burgueses e como consequência um levante de mudanças no cerne da sociedade europeia. As revoluções que buscavam acabar com o absolutismo foram apenas o início, já que com a primeira Revolução Industrial consolidou-se o poder do burguês no topo da pirâmide social, tornando-se sem sombra a classe mais influente de todas. Entretanto enquanto as máquinas à vapor enriqueciam os detentores dos meios de produção, aqueles que de fato produziam, se viam a cada dia mais miseráveis. O proletariado acaba por representar a personificação das desigualdades geradas pela detenção de dinheiro, e todos os privilégios que alguém que o possui tem em relação a quem não. Atualmente, muitas pessoas vivem na agradável ilusão de que o dinheiro é apenas uma comodidade. De educação a saúde, a qualidade de vida minimamente decente se encontra atrás de uma porta que só será destrancada, se for paga para faze-lo.
O video do canal Nerdologia aborda um tema que muitas vezes associamos inicialmente a palavra “Economia”, o Dinheiro. Com o passar do tempo, foram diversos os objetos que as sociedades retinham valor significativo para trocar por outras coisas. No inicio as pessoas produziam objetos que eram trocados por outros para facilitar ou saciar suas necessidades e desejos da vida cotidiana. Não demorou muito para que essa troca iniciasse um costume que adotamos até os dias de hoje, as transações feitas com moedas que eram pré-aprovadas pelos lideres das cidades da época. Independentemente no que seja baseado, as moedas de troca sempre foram meros objetos inanimados sem custo real, sendo seu valor apenas simbólico concedido pelas necessidades da evolução do nosso sistema econômico-social.
Batalha dos Guararapes, 1879 - Victor Meirelles
A invasão Holandesa ocorreu, pois o rei portugues Dom Sebastião sumiu durante a batalha de Alcácer-Quibir e como não havia sucessores para o trono de Portugal, decidiram deixar o comando para a Espanha, rival de Holanda. Com essa brexa, Maucício de Nassau viu uma oportunidade de investimento do mercado de açúcar brasileiro, que esta "abandonado" devido à tensão política governamental de Portugal e Espanha, e então, se instalou no nordeste brasileiro. Nassau foi um dos grandes investidores econômicos desse mercado, e lucrou muito com isso antes da estabilidade política portuguesa, que expulsou os holandeses durante a batalha da Inssurreição Pernambucana.
A fotografia (Tuca Vieira, 2002), capturada para a revista Folha de São Paulo, reflete a segregação socioespacial de um apartamento de luxo em contraposição à uma favela localizada no bairro de Paraisópolis, São Paulo. A imagem possui como objetivo não somente evidenciar as discrepâncias sociais e econômicas presentes no país, mas também levantar pautas críticas a má distribuição de renda no Brasil. Conhecida nacionalmente, a figura está presente em diversos livros didáticos país afora, além de estar presente em diversas exposições no Brasil e no exterior.
“¿Para qué engañarse? Vivimos en una democracia secuestrada por el poder económico, esto todo el mundo lo sabe. ¿Fueron los gobiernos los que decidieron hacer del empleo precario algo que se convertiría en “normalidad” social y el contrato basura en operación corriente? ¿O ha sido el poder económico que, en nombre y para mayor gloria del santísimo Lucro, lo ha impuesto a los gobiernos y a toda la sociedad? ¿De dónde cayó esa plaga? ¿Del cielo o de los señores del dinero?"
- José Saramago