Gosto quando vejo coisas que as pessoas não esperem que eu veja. Me sinto um passo a frente, com uma carta na manga. Ao mesmo tempo me sinto traída, me sinto idiota por ter acreditado nelas. É um sentimento confuso, um alivio agoniante, onde você não sabe se quer matar ou se quer morrer. Se errada é você de acreditar, ou se são eles de esconder. É um sentimento libertador. A verdade é libertadora! Mas é uma liberdade que faz com que você se enfie em baixo da pedra mais próxima.
Conhecer as pessoas é bom, mas sinto falta do tempo em que eu não me preocupava com verdade e simplesmente degustava de uma liberdade imaginária.














