How we end up like this? | Prisra
Não se fazia nem uma semana que Tara encontrava-se em Gael. Ainda era tudo bastante complicado para a mesma entender o que se passava naquela cidade e principalmente entender o fato que não teria como voltar. A curiosidade da mesma havia levado-a até ali e não havia mais volta. A Urich tentou respirar fundo. Ela havia passado por um treinamento e servira o exercito uma cidade pacifica deveria ser fácil de se viver. Seus instintos quiseram com que ela logo procurassem pelas pessoas que estavam com mais cara de estar no comando para perguntar como ajudar, mas ainda não havia feito aquilo. Estava tentando entender o que era aquela cidade antes de qualquer coisa. Lembrava-se da explicação do garoto que a ajudara, mas ainda assim era muito confuso. Uma cidade como aquela ou o fato de ter se teletransportado. Era tudo tão confuso na mente da garota.
Ela precisava de uma aspirina. Tentou se lembrar um pouco que sabia sobre os caminhos daquela cidade enorme. Não achava que teriam aspirina, mas ficou sabendo que possuíam muitas plantas e então talvez eles pudessem ter algo medicinal. Algum suco para acalmá-la. O coração de Tara batia como nunca havia antes. Tentara acalmá-la nos últimos dias, mas ficara cada vez mais difícil uma vez que sentia-se em território estranho. No exército ela aprendera a ter controle e fazer reconhecimento, mas aquela cidade deixava tudo aquilo impossível. Gael, como a cidade era chama nem mesmo estava no mapa. Era tudo tão complexo,a s coisas que escapavam as respostas normais deixavam a garota cada vez mais nervosa.
O caminho não fora tão complicado ficara feliz consigo mesma de ter lembrado do mesmo. Respirou fundo batendo no lugar improvisado para tratar dos machucados. Bateu na portinha. “Oi, alguém aqui?” Nesse momento agradeceu por não estar segurando nada, pois teria deixado cair. A pessoa de costas. Ela poderia jurar que era Prisca. Não, não podia ser. A amiga que nunca mandara mais mensagens para ela que havia denunciado sua família e nunca mais a procurado. Quando Tara precisou dela novamente após ter sido atingida quando confiara um segredo a ela, a mesma havia contado. Aquilo não era nem um pouco...normal? Quando as coisas voltariam a ir para os trilhos?
“Prisca?” Sua voz era falha e muito fragilizada talvez como vidro pronto para espatifar e ficar aos pedaços. Não, ela não poderia estar ali. Não poderia. Virou as costas para fazer o que melhor sabia: Fugir.















