ANÁLISE DO DISCURSO CRÍTICA E SEMIÓTICA: HETEROGENEIDADE MOSTRADA E CONSTITUTIVA, PAPEL SOCIAL, PRODUÇÃO/DISTRIBUIÇÃO/CONSUMO E ARQUÉTIPO
Juliana de Matos Romito – RAC52750-5
Lucas Matheus Parras Luque Vogt Montes – RA C7375C-3
Rafael Júnio Silva – RA C67CIG-0
Turma: LL4A02/LL5A02
Campus: Vergueiro
Trump ataca imprensa "desonesta" e defende histórico do governo
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/02/16/a-imprensa-esta-fora-do-controle-diz-trump.htm
Do UOL, em São Paulo
16/02/201716h03
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a imprensa americana está sendo "desonesta" e prestando um "desserviço" à população do país ao cobrir o início de seu governo, em pronunciamento nesta quinta-feira (16) na Casa Branca.
"Raramente algum presidente fez tanto pelo país como eu estou fazendo em tão pouco tempo", afirmou o presidente. "A imprensa se tornou tão desonesta que se não falamos sobre isso vamos prestar um enorme desserviço ao povo americano."
"A mídia está tentando atacar nosso trabalho porque estamos tentando fazer o que prometemos", acrescentou Trump. "Eu ligo a TV, leio os jornais e vejo histórias de caos. Não há caos. Esse governo está operando como uma máquina bem afinada."
Trump está sob intensas críticas nos últimos dias, especialmente em razão da renúncia de seu assessor de segurança nacional, Michael Flynn, após a constatação de que havia mentido sobre contatos que manteve com autoridades russas.
Depois, a Casa Branca reconheceu que Trump sabia que Flynn havia mentido semanas antes da renúncia.
Segundo Trump, a maneira como Flynn tratou o caso não era aceitável, embora ele estivesse apenas "fazendo seu trabalho" ao fazer contato com os russos.
"Eu não tenho nada na Rússia. Não tenho empréstimos na Rússia. Não tenho negócios na Rússia. Essa história de contatos com russos é uma piada", afirmou Trump.
"Rússia é 'fake news' [notícia falsa]. É coisa inventada pela imprensa", acrescentou.
Trump afirmou ainda que "herdou uma zona nos EUA e no exterior" de seu antecessor, BarackObama.
"O Estado Islâmico está crescendo como um câncer, é uma dessas zonas que herdei", disse.
O presidente afirmou que anunciará, na próxima semana, uma "nova e muito abrangente ordem executiva para proteger nosso povo".
Secretário do Trabalho
Trump indicou ainda nesta quinta o cubano-americano Alexander "Alex" Acosta para ser seu secretário do Trabalho, o primeiro hispânico de seu gabinete.
Acosta "tem uma carreira impressionante", disse Trump em coletiva de imprensa, acrescentando que "será um secretário do Trabalho fantástico".
Ex-procurador da Flórida, Acosta chegou a integrar a divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça durante o governo George W. Bush (2001-2009). (Com agências internacionais)
Parte inferior do formulário
Veja também
· Trump culpa imprensa "falsa" e vazamentos ilegais por renúncia de assessor
· Trump promete encorajar "grande acordo de paz" entre israelenses e palestinos
· Trump nega conexões 'sem sentido' com a Rússia e culpa campanha de Hillary
· Trump soube há semanas que assessor mentiu sobre contatos com russos
· Como os comediantes americanos se transformaram na oposição mais feroz a Trump
HETEROGENEIDADE MOSTRADA E CONSTITUTIVA
Podemos mostrar os dois tipos de heterogeneidade, e isso depende apenas do ponto de vista que o individuo apresenta. Trump apresenta uma heterogeneidade mostrada quando comparamos o papel de um presidente com as suas atitudes, pois a ideia que temos sobre um presidente e o que aprendemos é totalmente diferente daquela (ideia) apresentada por ele, uma prática social diferente, o que não é esperado de um presidente. Quando olhamos para a heterogeneidade constitutiva, percebemos que tudo o que Trump fala e faz é uma atitude “normal” vinda dele, ou seja, algo esperadodentro de uma mesma prática.
PAPEL SOCIAL
Para a nós, fica claro a oposição da imprensa em relação ao presidente Donald Trump. Tudo isso se dá ao exemplo que tivemos deBarackObama, primeiro presidente negro a ocupar a Casa Branca, um exemplo decidadania, simpatia e de compromisso com o próximo. Obama acabou se tornando um símbolo para a imprensa e para o mundo todo, e com a chegada de Trump ao cargo de presidente acaba rompendo todas as expectativas e simbologia que adquirimos nesses anos.
Trump apresenta uma agressividade muito forte com o seu governo e com a imprensa, todos aqueles que se opõem a suas ideias e também aqueles que não pertencem aos Estados Unidos, tudo isso é como ele apresenta seu papel social, o “mim”.
PRODUÇÃO/DISTRIBUIÇÃO/CONSUMO
O meio de produção do texto/artigo é uma noticia situada na página últimas noticias, o que dá a noção de urgência dos fatos, a imprensa em geral trata os discursos do Trump como noticias, supervalorizando discursos que muitas vezes não tem importância. A chamada "Trump afirma que imprensa desonesta presta um desserviço ao país" é o maior exemplo da supervalorização dos discursos, visto que o ponto de importância na noticia é o ato de Trump anunciar Acosta como secretário, que também é escondido pelo fato do mesmo ser cubano-americano.
Distribuição é feita no ambiente virtual, podendo ser acessada por múltiplas plataformas, como computadores, smartphones, tablets entre outros hardwares com acesso a internet. Essa distribuição facilita o acesso bem como atrai um público mais jovem e ligado em redes de noticias, a plataforma é atualizada constantemente e trás as principais noticias do dia.
O consumo da matéria é um ponto complexo, pois varia do contexto em que o leitor está inserido, a crise política existente no Brasil influencia no consumo dessa matéria, bem como na interpretação do personagem Trump desde as eleições presidenciais americanas. Os leitores com viés progressista tendem a ver Trump como um personagem utra-conservador e fascista, ponto acentuado devido os discursos ultranacionalistas do mesmo e da agressividade contra a imprensa atingindo a livre-expressão. E os leitores conservadores enxergam Trump como um exemplo a ser seguido, e muitas vezes buscam personagens parecidos na realidade brasileira, entendendo o globalismo com um mal a ser combatido.
ARQUÉTIPO
O arquétipo encontrado na imagem de Donald Trump é o que vai totalmente ao contrário da imagem que o mesmo passa com a sua imagem. O que é transmitido para nós, pelos nossos antepassados, vivências antigas e até mesmo com algumas referências, como o do ex-presidente BarackObama, é que um presidente consiste emzelar peloseu país, mas de maneira respeitosa e consciente. O presidente tem o dever de progredir a nação, conquistando os diversos direitos para o povo e não excluindo aqueles que já foram conquistados, principalmente os que dizem respeito aos menores grupos sociais. Sendo assim, não basta apenas vencer uma eleição, mas sim, mostrar que se está apto a representar todo um povo.









